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Só para assinantes Assine UOL Opinião São Paulo faz jogo desesperador e flerta com maior vexame de sua história Gabriel Sá Colunista do UOL 24/08/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Dorival Júnior comandando o São Paulo contra a Chapecoense, pelo Campeonato Brasileiro Imagem: Liamara Polli/AGIF Nos últimos anos, a palavra "vexame" foi utilizada para definir diversos resultados do São Paulo em diferentes competições. Nunca na história, porém, o clube teve um flerte tão próximo com seu maior vexame: a queda para a segunda divisão. A derrota para a Chapecoense, que antes tinha somado apenas 11 pontos no Campeonato Brasileiro, mostra um time em situação mais desesperadora que 2013 e 2017. O São Paulo parece esgotar possibilidades do banco, tentou absolutamente todos os fatores que poderiam causar algo novo no atual modelo de jogo. Nada resolve. O time de Dorival Júnior não está apenas atravessando uma fase ruim, mas sim dando sinais de um time que perdeu completamente a capacidade de reagir. Contra a Chapecoense, o desempenho foi absolutamente desesperador. Um São Paulo apático, vulnerável, sem criatividade, sem intensidade e, principalmente, de um técnico sem respostas. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Em 2013, o São Paulo tinha Muricy Ramalho e Rogério Ceni como guardiões do bem estar do clube na briga contra o Z4. Em 2017, havia a referência técnica de Hernanes e a sensação de que o time se tornava invencível com a força da sua torcida. Agora, o São Paulo parece não conseguir se agarrar a nada. Dorival Júnior começa a esbarrar em suas próprias limitações em Campeonatos Brasileiros, com números recentes difíceis de ignorar: se somarmos os trabalhos em São Paulo e Corinthians, são 14 rodadas sem vencer uma partida na competição. A torcida, de novo, faz a parte dela. Morumbis cheio contra o Coritiba e contra o Bolívar, clima de final com festa à la Libertadores pra chegada do ônibus… e o time segue apático. O Campeonato Brasileiro é uma grande areia movediça e não perdoa times que demoram para reagir. A ameaça de queda para a segunda divisão é sim uma possibilidade concreta, é aceitar e saber lidar com essa responsabilidade. É preciso reagir, e só é possível ter um resultado diferente se Dorival fizer algo diferente. Que seja mudando o esquema tático e voltando a jogar com três zagueiros, tirando medalhões do time ou jogando por uma bola. O São Paulo flerta oficialmente com o maior vexame de sua história e precisa trazer respostas. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Gabriel Sá por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo