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Futebol Diniz explica derrota após vaga na Libertadores: 'Não íamos estar 100%' Colaboração para o UOL 23/08/2026 22h58 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Após a derrota do Corinthians para o Coritiba , o técnico Fernando Diniz explicou o controle de carga que fez em alguns jogadores e afirmou que já sabia que o Timão apresentaria cansaço após o duelo da última quinta-feira, quando o clube paulista avançou às quartas da Libertadores em duelo contra o Rosario Central. Acho que a gente começou os dois tempos bem, mas oscilamos um pouco. Era previsível ter desgaste físico por conta de quinta-feira, mas o desgaste psicológico e emocional é muito maior. A gente sabia que não ia estar com 100% de energia para jogar hoje. Acho que conseguimos um começo bom, e segundo tempo também. Tomamos dois gols muito evitáveis. Uma bola parada que eles erraram na confecção da jogada. No segundo gol, por uma falta de atenção, quisemos recuperar a bola rápido ao invés de marcar direito e levamos. Fernando Diniz, técnico do Corinthians, em coletiva de imprensa O que aconteceu Na derrota para o Coritiba, Diniz poupou Hugo Souza, Matheuzinho e Matheu Bidu. Kauê, Pedro Milans e Angileri entraram em seus lugares. No ataque, Memphis Depay entrou apenas no segundo tempo, mas o Timão não levou muito perigo para o gol do Coxa. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo O controle de carga, eu já falei antes, jogador não é só músculo e osso, mas também é musculo e osso. O Bidu já vinha jogando no sacrifício há algum tempo por conta de uma dor no púbis. O Matheuzinho, desde que voltamos da Copa, jogou 90 minutos em todas as partidas. Já estava nos meus planos dar uma folga para ele nesse jogo. Na percepção de todo mundo, e dele mesmo, que é a mais importante, já estava exaurido de tanto jogo. O Hugo sentiu um estiramento no joelho, estava um pouco inseguro, e achamos melhor colocar o Kauê para jogar. Classificação e jogos Brasileirão Ainda que veja o cansaço como um entrave, Diniz não acredita que o Corinthians precise de reforços. Na visão do técnico, o clube teve azar com a sequência de lesões importantes. Ainda que Diniz desejasse contratações, o Timão convive com transfer bans em ativo e está impossibilitado de registrar novos atletas. Fernando Diniz, técnico do Corinthians, durante partida contra o Coritiba, pelo Brasileirão Imagem: GERALDO BUBNIAK/AGB/ESTADÃO CONTEÚDO Já falei que gosto do elenco. Temos a possibilidade de ir lançando aos poucos, como Dieguinho e Gui Negão. O que aconteceu foi que logo na minha chegada perdemos três jogadores por cirurgia: o Labyad, o Kayky, e o Vitinho. Se tivéssemos esses três, mais a volta do Yuri e do André. Eu não gosto de elenco imenso. Gosto do elenco do Corinthians, mas temos que cuidar para não ter lesões. A maioria das lesões foi um pouco de falta de sorte. Lesões de joelho a gente não tem muito controle. Acredito que com a volta dos jogadores e mantendo eles em campo, teremos um time que conseguimos tocar. "Acho que vamos ter o retorno de alguns gradativamente. Mas não vou colocar a derrota na conta dos desfalques, tínhamos um monte contra o Rosario e passamos na Libertadores. A volta dos jogadores será muito importante", disse o técnico. Continua após a publicidade Relacionadas Coritiba vence Corinthians pouco inspirado e escala tabela do Brasileirão Raniele descarta cansaço como desculpa no Corinthians após derrota Corinthians perde mais uma, e foco volta a ser fuga do Z-4 Por fim, Diniz pediu mais foco de sua equipe no Brasileirão. Fora da Copa do Brasil, o Corinthians terá apenas jogos pelo torneio de pontos corridos pelas próximas duas semanas. Com o resultado de hoje, o Timão chegou à segunda derrota seguida no Brasileiro e estacionou nos 32 pontos, em 10º lugar. Temos que encarar todas as partidas de maneira decisiva. O Corinthians tem que almejar sempre o máximo. A gente perdeu dois jogos -- tanto contra Cruzeiro, como hoje -- em que, no mínimo, teríamos que ter empatado pelas coisas que aconteceram no jogo. Foram duas derrotas bastante doídas. Tínhamos que ter vencido o Cruzeiro em casa, e hoje era para levar, pelo menos, um ponto daqui. Fernando Diniz Agora, o Alvinegro terá uma semana de descanso e volta a campo apenas na próxima rodada. Fora da Copa do Brasil, o clube paulista fará clássico contra o Santos no próximo domingo (30), na Neo Química Arena. O que mais ele disse? Memphis jogando centralizado. "É uma das possibilidades, ele consegue jogar e é a posição que mais atuou na vida dele. Com a presença do Yuri, são dois jogadores que temos que encaixar. Mas é uma possibilidade. Se for o melhor para o time, pode acontecer. Hoje ele jogou 51 minutos e, na minha opinião, foi muito bem no jogo. Desde que estou aqui, foi a melhor participação dele. É um jogador que traz para o time muito peso, mais pressão para o adversário. Nos poucos treinamentos e jogos que tivemos juntos, mostra que é um jogador de nível mundial. É muito bom contar com ele". Lingard ainda não emplacou. " Desde que cheguei, ele foi crescendo em um primeiro momento, teve seu melhor momento comigo mesmo. Depois, teve um problema familiar, o falecimento do avô que era quase um pai para ele. Teve que se ausentar um pouco. Está tentando retomar. Ele estava com o tornozelo ruim, não pôde jogar contra o Rosario. Voltou nesse jogo e esteve em uns minutos. Mas hoje acho que ele conseguiu contribuir mais. Ele tem uma história bonita no futebol, vamos fazer de tudo para ajudá-lo a melhorar". Continua após a publicidade Bola aérea é a jogada mais forte? "Não apenas a bola aérea. Temos chute de fora da área, tem... A maioria dos gols — quando um time se propõe a atacar, e o outro a defender — são de bola aérea. O gol do Coritiba também foi assim. É assim que funciona. Tem que jogar pelo lado e acaba em cruzamento. Bola parada também é outra fase importante que acaba saindo muito gol. Se um time vai jogar com linha baixa, a chance maior de fazer gol é com cruzamento e rebotes de cruzamento. Se tentar muita finalização por dentro, tem mais chance de levar contra-ataque". Jogadores da base que podem subir. "Sempre estou olhando para a base, trazendo jogadores para jogar com a gente. Do sub-17 para frente estamos de olho em todo mundo. Mas não é uma coisa fácil fazer essa transição da base para o profissional. Se colocar um jogador de 18 anos e ele vai mal, queima rapidinho. Se pudermos ir lançando aos poucos, quando a ocasião permite, nós vamos. Mas nem sempre tem uma geração com cinco ou seis jogadores para lançar". Raniele no lugar de Milans no intervalo. "Coloquei o Raniele ali para a gente não perder altura. O time do Coritiba tem muitos gols de bola aérea, um time muito alto. O Pedro Milans é diferente do Bidu e do Matheuzinho, que tem muita chegada no ataque. Eu não queria tirar o Milans, queria mexer no meio, mas não tirar o Raniele do jogo". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? 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