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Só para assinantes Assine UOL Reportagem São Paulo joga muito mal e ganha muito bem Juca Kfouri Colunista do UOL 29/08/2026 22h09 Deixe seu comentário Gustavo Santana, do São Paulo, comemora gol contra o Bragantino, pelo Brasileirão Imagem: Reprodução/Sportv Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Havia dez jogos que o São Paulo não vencia no Brasileirão. Com o que estava apenas três pontos acima da Z4. Pois eis que foi para o intervalo no Morumbi ganhando do dominante Bragantino por 2 a 0, gols de Luciano e Gustavo Santana, frutos de pênalti imbecil do ex-corintiano Pedro Henrique, aos 13 minutos, e de passe dado por Juninho Capixaba, de cabeça, para o jovem centroavante adversário, aos 49, depois de cobrança de escanteio. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo O São Paulo jogava bem? Não, o São Paulo jogava mal, apenas com 38% de posse de bola em sua casa. Mas finalizara oito vezes contra apenas quatro do Braga, três no gol, contra nenhuma do rival, e obtido seis escanteios contra três. E, mais importante que tudo isso, ganhava três pontos. Três preciosos pontos. Tão preciosos que, para defendê-los, Dorival Júnior passou 20 minutos no vestiário antes de devolver o Tricolor para o segundo tempo. Continua após a publicidade Logo no sétimo minuto Gustavo Santana deu lugar a André Silva. Quando o jogo completou uma hora, nem o São Paulo parecia interessado em fazer mais gols, nem o Bragantino em reagir. Aí, quase 35 mil torcedores resolveram aumentar o volume e o São Paulo passou apertar, fazendo Tiago Volpi trabalhar. Pablo Maia e Lucas Ramon nos lugares de Buta e Luciano, aos 26. O segundo tempo não corria, se arrastava. Aos 35 a competição era para ver quem conseguia mais escanteios: os anfitriões venciam por 9 a 7. Continua após a publicidade Sem muito o que fazer, a torcida acendia os celulares e iluminava o estádio. Danielzinho e Artur saíram e Ferreirinha e Djhordney (que nome!) entraram aos 38. Djhordney é Ferreira no sobrenome, mas como já tem um no São Paulo, ficou assim mesmo. Já o placar não ficou como estava. O são-paulino teve de sofrer nos sete minutos de acréscimos porque Fernando fez 1 a 2, aos 45. Sofreu, diga-se a bem da verdade, mais por hábito que por necessidade, porque não correu risco de empate, que seria o fim da picada e injusto. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos