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Futebol Uefa mantém ameaça de boicote e quer saída imediata de Infantino São Paulo 06/08/2026 13h13 Deixe seu comentário Gianni Infantino, presidente da Fifa, é pressionado pela Uefa Imagem: Julio Gomes/UOL A Uefa está determinada em conseguir uma saída imediata de Gianni Infantino da presidência da Fifa. A federação europeia não foi convencida pelo pedido de desculpas do dirigente pelo plano fracassado de criar uma subsidiária para vender ações a investidores e mantém a ameaça de boicote às competições da entidade caso o dirigente permaneça no cargo. Segundo o o jornal britânico The Telegraph, a Federação Inglesa de Futebol (FA) continua determinada a derrubar Infantino após o dirigente rechaçar um pedido de renúncia em reunião com a alta cúpula da Fifa em Rabat, no Marrocos. Os dirigentes do futebol europeu e da Concacaf (América do Norte, Central e Caribe) trabalham para garantir apoio suficiente para desencadear a saída do cartola ítalo-suíço ou apresentar um candidato viável à presidência. Já o canal de televisão britânico Sky News informou que a Uefa não mudou sua posição e ameaça não participar de torneios da Fifa. A federação europeia rejeitou a credibilidade da declaração emitida pela entidade máxima do futebol e afirma que as "condições não foram cumpridas" para o fim do boicote à Copa do Mundo . Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Por sua vez, o The Guardian afirma que a Uefa planeja encomendar uma avaliação independente após suspeitas de que Infantino tenha concordado em vender os lucros futuros do torneio por um valor abaixo do mercado. Assista aos jogos exclusivos da Copa da Rússia no UOL Play Em 28 de julho, a Fifa anunciou o plano de criar a Fifa Forward Enterprise (FFE), um braço comercial da entidade para vender ações de torneios da entidade, como a Copa do Mundo, para investidores. A proposta previa a criação de uma subsidiária, a Fifa Forward Enterprise (FFE), para gerir os direitos comerciais das competições. A ideia era vender de 20% a 30% do novo braço comercial, a investidores privados - entre eles, a empresa de private equity de Josh Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump . Para convencer o colégio eleitoral do futebol mundial, a Fifa havia estruturado um plano inicial de repasses às 211 federações nacionais filiadas, em programa denominado Fifa Fast-Forward (FFFP). Para financiar esta primeira fase, a FFE pretendia captar US$ 4,2 bilhões (R$ 21,5 bilhões) no mercado. Lideradas pela Uefa, federações de diferentes partes do mundo manifestaram preocupação com a condução do processo e a falta de transparência na proposta, abandonada pela Fifa em 31 de julho após a forte repercussão negativa. Em carta enviada às filiadas na quarta-feira, 5 de agosto, a entidade reconheceu erros na forma como tratou o tema e pediu desculpas. Ao mesmo tempo, afirmou que não irá mais "tolerar quaisquer ataques à sua integridade", recado interpretado nos bastidores como um alerta aos dirigentes que articulam pela saída de Infantino. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento'