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Foi dia de Flamengo no cenário mundial, com o clube brilhando em meio a debates e expectativas. Na divulgação dos finalistas do Globe Soccer Awards, o Flamengo surge como o único representante brasileiro entre Barcelona, Chelsea, Liverpool e PSG, elevando o orgulho da torcida e a aura do clube no centro do Atlântico, como comentaram os debatedores no tom do dia [fonte 1] Wander [fonte 1]. Em Barcelona, Filipe Luís e Iván Palanco aparecem como o eixo da temporada, com uma relação que fica marcada pela entrega além do salário: Filipe chegou a bancar parte do salário de Palanco no início do trabalho da base, segundo Bruno Spindel, ex-diretor de futebol, e a parceria ganhou contornos de dedicação que foram aperfeiçoados ao longo do tempo. Danilo celebrou na Libertadores, enquanto Ivan, homem de confiança, segue o trabalho tático minucioso – histórias que o Flamengo carrega para demonstrar o peso de uma comissão técnica unida, até onde o dinheiro não chega sozinho [fonte 2] . Ações para 2026 já estão em curso, mas o planejamento, segundo o UOL, acontecerá à distância. Filipe Luís não retornou ao Brasil após Doha, partiu para a Espanha, enquanto José Boto seguiu para Portugal; a reapresentação dos jogadores não está definida, com a hipótese de 8 de janeiro como data inicial e a ideia de manter boa parte da pré-temporada no Ninho do Urubu. O clube segue online para fechar pendências, com a expectativa de manter a equipe estável e pronta para os próximos desafios [fonte 3] . Outro tema que ganhou corpo foi o gramado: o Flamengo planeja contratar especialistas para melhorar as condições do Maracanã, mirando a padronização de gramados no país e o fim dos sintéticos. Bap defende que o gramado é parte do espetáculo e que o Flamengo quer estar à altura das grandes ligas, com estudos nacionais e internacionais para elevar o padrão de qualidade, mirando 80 jogos por ano. A ideia é encerrar a era dos pisos artificiais no Brasil, com uma melhoria que afete diretamente o desempenho técnico e a experiência de torcedores [fonte 4] . Mais: a cúpula rubro-negra descreveu o movimento como o fim de uma era de atraso, ao mesmo tempo em que protocolou uma proposta à CBF para aprimorar e padronizar os gramados no país, sinalizando o desejo de que o Fla inspire padrões globais de gestão e de campo — tudo isso enquanto mira o troféu nacional e as glórias que já colocou no hall de conquistas. E que dia para guardar, com Flamengo, gramado novo em mira e um time que segue escrevendo o próprio roteiro [fonte 4] .