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Análise dos Times

Arsenal

Principal

Motivo: O artigo destaca o sucesso do Arsenal em aproveitar as qualidades de Gabriel Magalhães, apresentando o time como um modelo a ser seguido.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O texto sugere que a seleção brasileira ainda não utiliza o jogador em seu potencial máximo, indicando uma oportunidade de melhoria.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Psg

Motivo: O PSG é mencionado como adversário do Arsenal na final da Champions, com um viés neutro.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Carlo Ancelotti Seleção Brasileira PSG Arsenal Mikel Arteta Champions League Marquinhos Gabriel Magalhães Copa do Mundo 2026

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Champions: Arsenal pode ensinar Brasil a usar o melhor de Gabriel Magalhães Rafael Reis Colunista do UOL 27/05/2026 05h30 Deixe seu comentário Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Gabriel Magalhães vai se apresentar à seleção depois da final da Champions Imagem: James Gill - Danehouse/Getty Images A final da Liga dos Campeões da Europa, entre Arsenal e Paris Saint-Germain, neste sábado, em Budapeste (Hungria), pode ajudar Carlo Ancelotti a descobrir a melhor forma de aproveitar Gabriel Magalhães na Copa do Mundo-2026. O jogador de 28 anos, que acabou de ajudar os "Gunners" a encerrar um jejum de mais de duas décadas sem conquistar o título inglês, forma a dupla de zaga titular da seleção com Marquinhos, capitão do PSG e seu adversário na disputa deste fim de semana. E, apesar de já vestir a camisa canarinho desde 2023, Magalhães ainda não mostrou jogando pelo Brasil todas as armas que fizeram dele um nome essencial para o sucesso do Arsenal. Juca Kfouri Flamengo faz 3 a 0 quando jogou para fazer 7 PVC Santos vence primeira sem Neymar desde fevereiro Daniela Lima Caso 'Dark Horse' causou perdas a Flávio Bolsonaro Sakamoto STF enterra a mamata da punição-prêmio a juízes Não é só zagueiro Apesar de ter sim a função principal de evitar que os atacantes adversários ameacem seu gol, o brasileiro é muito mais do que um "simples zagueiro" no desenho de jogo arquitetado por Mikel Arteta. Assista aos jogos da Champions League ao vivo na HBO Max. Assine já Classificação e jogos Liga dos Campeões Para começar, o treinador espanhol resolveu aproveitar ao máximo os 1,90 m de Magalhães e o transformou em uma espécie de "rei" do jogo aéreo, tanto na parte defensiva quanto nas ações ofensivas. De acordo com o "WhoScored?", plataforma que contabiliza estatísticas dos principais campeonatos de futebol do planeta, o brasileiro foi, disparado, o jogador do Arsenal que mais venceu duelos pelo alto nesta temporada: 3,1 por partida, em média — o francês William Saliba, seu parceiro de zaga, ficou 2,4. Alvo principal das elaboradas cobranças de falta e escanteio que tanto fazem a fama do clube inglês, Magalhães marcou quatro vezes ao longo de 2025/26. Na seleção, sem essa mesma prioridade, só fez um gol em 17 partidas disputadas até o momento. Mas o brasileiro não é só um grandalhão que manda bem por cima, mas também um zagueiro que, com a bola nos pés, também é acima da média. Continua após a publicidade Relacionadas Futuro do gol do Brasil pode estar 'perdido' no banco da final da Champions Os finalistas da Champions pagam bem? Folha salarial do Arsenal é 16% maior Bets colocam Espanha como favorita e Brasil como 4ª força para ganhar Copa Graças a essa capacidade técnica, o Arsenal costuma aproveitá-lo bastante na construção das jogadas ofensivas. Magalhães não se limita a passes laterais, também ousa com passes mais agressivos e até distribuiu cinco assistências ao longo da temporada, número incomum para um jogador da sua posição. Pelo Brasil, ele nunca deu um passe para gol. 'Pré-temporada' da Copa Além de definir o melhor time da Europa em 2025/26, a final da Champions servirá também como uma espécie de "pré-temporada" de luxo para a Copa. Afinal, o PSG é quase que uma mistura de duas das principais candidatas ao título mundial (França e Portugal). Já o Arsenal conta com quatro jogadores convocados pela Inglaterra (Declan Rice, Bukayo Saka, Eberechi Eze e Noni Madueke), dois pelo Brasil (Gabriel Magalhães e Gabriel Martinelli) e mais vários outros que vestirão camisas diversas no torneio. Marcada pela ausência da Itália e pelas semanas e mais semanas de incerteza sobre a participação do Irã, ainda em guerra com os norte-americanos, a Copa-2026 será a mais grandiosa já realizada. Pela primeira vez na história, terá jogos espalhados por três países diferentes: Canadá, EUA e México. Continua após a publicidade Também estabelecerá novos recordes de número de seleções participantes (48, contra 32 das últimas sete edições do torneio), jogadores inscritos (mais de 1.200) e partidas disputadas (104). O pontapé inicial está marcado para 11 de junho e será dado no estádio Azteca, na Cidade do México, com a partida entre a seleção da casa e a África do Sul. A final será nos EUA, em Nova Jérsei, no dia 19 de julho. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Flamengo vence Cusco e pode garantir melhor campanha da Libertadores amanhã Sob olhares de Neymar e Rodrygo, Gabigol conduz Santos aos playoffs da Sula Flamengo faz 3 a 0 quando jogou para fazer 7 Libertadores: Mirassol cai para Lanús, vê LDU virar e fecha grupo como vice São Paulo vence 1ª com Dorival, espanta a crise e se classifica como líder