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Esporte Futebol Copa do Mundo Juca Kfouri lembra queda do Brasil em 82 com saída da França: 'Novo Sarriá' Do UOL, em São Paulo 14/07/2026 18h36 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A semifinal entre Espanha e França na Copa do Mundo de 2026 lembrou um roteiro histórico, avaliou Juca Kfouri no Posse de Bola , do Canal UOL. Depois do 2 a 0 em Dallas, os comentaristas discutiram por que a seleção espanhola controlou o jogo e tirou a França do conforto, num duelo em que o placar poderia ter sido mais elástico. Eu imaginava que fôssemos ver a nova versão de Sarriá, 82, em Dallas, 26. Imaginava que a melhor seleção caísse diante do belíssimo time da Espanha, como um dia o Brasil caiu diante do belíssimo time da Itália. A França jogava até hoje o melhor futebol da Copa? Indiscutível. Mas isto não garante coisa alguma numa semifinal de Copa do Mundo. E a Espanha hoje mostrou todas as suas armas. Juca Kfouri Alicia Klein Com derrota para Espanha, França iguala feito do Brasil Mauro Cezar Não faltou aviso: Espanha elimina a França Yara Fantoni Espanha classificada: os gigantes se reinventam Wálter Maierovitch OAB dá' carteirada' de advogado pró-Flávio Para Juca, a chave do jogo esteve no encaixe de estilos. Ele disse que a França se incomodou por ficar sem a bola e não conseguiu "tomar" a posse da Espanha, que circulou com calma e foi empurrando o rival para trás. O jogo da França não encaixa com o jogo da Espanha. E o jogo da Espanha encaixa maravilhosamente bem com o jogo da França. A França fica incomodada em não ter a bola, não consegue tomar a bola da Espanha. Juca Kfouri PVC reforçou a ideia de que o controle espanhol passou por treino e execução. Ao comentar o segundo gol, ele disse que a jogada pareceu "de videogame", de tão ensaiada do início ao fim. O time é tão ensaiado, a atuação da Espanha foi absolutamente exuberante, das dobras de marcação que tiraram os dois pontos do jogo, do posicionamento do Rodri e do Fabian Ruiz, até a capacidade de circular a bola pro toque do Dani Olmo deixar o Pedro Porro na cara do gol. É tão ensaiado que parece um videogame. PVC Arnaldo Ribeiro concordou com a leitura de superioridade coletiva e disse que a Espanha "joga de acordo com o adversário". Na visão dele, quanto mais forte o ataque rival, melhor o time espanhol responde, com intensidade e compromisso defensivo. A Espanha joga de acordo com o seu adversário. Quanto melhor o adversário, melhor joga a Espanha. Quanto mais armas ofensivas tem o adversário, melhor é o jogo da Espanha. Então, é um time que prima pelo coletivo. O Yamal dando o carrinho no Mbappé no final do jogo é isso. Arnaldo Ribeiro Continua após a publicidade Relacionadas 'Isso é do coletivo, nada meu', diz autor de 2º gol da Espanha após vitória 'Uma lição para o mundo': imprensa da Espanha vibra com ida à final da Copa Técnico diz que Espanha tem melhor time do mundo e vibra: 'É um espetáculo' Casagrande discordou de uma crítica mais ampla ao "quarteto" francês e disse que a derrota não apaga a força do ataque. Para ele, a França perdeu porque não foi agressiva para "matar o jogo" quando precisava, e acabou engolida pelo controle espanhol. Não funcionou hoje porque o outro time, que era a Espanha, tem um estilo de controle e funcionou esse estilo de controle. Não dá pra apagar só por causa de uma derrota. Eles precisam ser agressivos e matar o jogo. Eles não mataram o jogo, muito pelo contrário, ficaram no domínio espanhol e mereceram perder. Casagrande Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Senado aprova pauta-bomba de aposentadoria para agentes de saúde Senado aprova piso para frete de caminhoneiros após ameaças de greve CBF debate futuro da seleção após Copa, com apoio de federações a Samir França 0 x 2 Espanha | Melhores Momentos | Copa 2026 Delegado diz que diarista comparou facadas em idosos a matar galinha