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Esporte Futebol Copa do Mundo Geração criada na Europa, marcação alta: como os EUA amassaram o Paraguai Em colaboração para o UOL 13/06/2026 11h25 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Os Estados Unidos estrearam na Copa do Mundo de 2026 fazendo história. A vitória por 4 a 1 sobre o Paraguai foi a maior goleada que os norte-americanos aplicaram na história das Copas (nunca tinham feito quatro gols em um jogo de Mundial). O time de Mauricio Pochettino encantou os torcedores presentes em Los Angeles. O UOL lista para você os fatores que mais chamaram a atenção no time dos EUA: Intensidade e marcação alta Ficou claro a diferença de intensidade da seleção norte-americana para os paraguaios. Os EUA foram a campo com uma média de idade de 26,7 anos, enquanto o Paraguai, de 28 anos. Yara Fantoni Hoje não é apenas a estreia do Brasil Juca Kfouri As estreias de que me lembro da seleção Rodrigo Ratier Se a Copa não dá lucro, por que querem sediá-la? Sakamoto Escravidão de jovens lembra lado ruim do futebol Um jogador dos EUA com mais de 30 anos contra oito do Paraguai nesta faixa de idade. É verdade que os donos da casa tinham Ream em campo (38 anos), porém o mais velho após ele era Robinson (28 anos). Do outro lado, a Albirroja contou com 8 jogadores de 30 anos ou mais ao longo da partida. Com tantos jogadores jovens, o time de Pochettino mostrou capacidade de pressionar alto. A estratégia da marcação alta resultou em 16 roubadas de bola no último terço do campo - e foi assim que se iniciou um dos gols. Não é um espetáculo de elenco, mas é uma formação coletiva de um técnico que é discípulo de Marcelo Bielsa. Tem uma organização, e é um jogo muito vertical, muito em direção ao gol. É o melhor anfitrião, e ele mostrou que pode ser mais do que isso PVC, no Posse de Bola Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês PVC Geração que atua na Europa A seleção dos Estados Unidos é testada no mais alto nível do futebol mundial. Dos 15 jogadores que estiveram em campo na estreia contra o Paraguai, apenas três não atuam no futebol europeu: o goleiro Freese (New York City), o zagueiro Ream (Charlotte) e o meia Berhalter (Vancouver Whitecaps). Foi-se o tempo em que os norte-americanos formavam o elenco com atletas menos badalados e de mercados periféricos. Continua após a publicidade O time comandado por Pochettino conta com nomes consolidados nas principais ligas da Europa: Tillman (Leverkusen), Dest (PSV), McKennie (Juventus) são alguns, além da grande estrela Pulisic (Milan). Artilheiro do jogo com dois gols, Balogun (Monaco) cresceu e fez base na Inglaterra, com formação no Arsenal. Filho de nigerianos, o atacante nasceu nos Estados Unidos porque a companhia aérea não deixou a mãe embarcar durante a gravidez. Pulisic ditou o ritmo para a seleção americana - e isso se manteve durante toda a noite. Todo o time se superou, mas Pulisic criou a energia e o ímpeto inconfundíveis que levaram a partida a um rumo imparável The Athletic, braço esportivo do NYT Balogun e Pulisic são destaques na goleada de estreia dos EUA na Copa do Mundo de 2026 Imagem: MediaNews Group/Pasadena Star-Ne/MediaNews Group via Getty Images Casa cheia: 70 mil torcedores A torcida estadunidense marcou presença na estreia da seleção e lotou o estádio de Los Angeles. A estreia na Copa aconteceu diante de 70 mil torcedores nas arquibancadas do Los Angeles Stadium Continua após a publicidade Incrível, foi incrível. Era isso que a gente esperava (a torcida lotando o estádio). Ando falando para todos sobre essa sensação, a torcida foi incrível. Eles entenderam que o futebol é grande Mauricio Pochettino A falta de apoio era uma crítica frequente do técnico Pochettino. Ao longo do ciclo, os EUA foram minoria nas arquibancadas contra outras seleções, mesmo jogando dentro de casa. A seleção encontrou cenários adversos contra México, Guatemala e Portugal. Filho de ex-jogadores Os EUA têm dois filhos de ex-jogadores históricos: Gio Reyna e Timothy Weah, que entraram no segundo tempo. Giovanni é filho de Claudio Reyna, histórico jogador estadunidens que integrou a seleção entre 1994 e 2006, com mais de 100 jogos. Apesar de ter nascido na Inglaterra, enquanto Claudio jogava pelo Sunderland, o meia de 23 anos optou por defender os EUA. Timothy, de 26 anos, é filho do ex-craque George Weah. O pai nasceu na Libéria e nunca jogou pela seleção dos Estados Unidos, mas se tornou o primeiro africano a vencer o prêmio de melhor do mundo e levantar a Bola de Ouro, em 1995. Continua após a publicidade Após uma atuação tão impressionante, a crença de que este torneio poderá ser histórico para a seleção masculina certamente crescerá dentro do elenco The Athletic Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Muito mais 1994 que 2002, como Ancelotti tenta replicar o Brasil do tetra? Influenciador Vovô Anésio morre aos 88 anos Técnico da Espanha cita Brasil e divide favoritismo na Copa com 6 seleções Russell supera Hamilton por 64 milésimos e fica com a pole em Barcelona Rosiane Pinheiro expõe cachê por capa da Playboy: 'Só recebi uma mixaria'