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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte O cérebro de La Fuente venceu o coração de Lionel Messi Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOLm em Nova Jersey (EUA) 19/07/2026 19h01 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Luis de la Fuente na final da Copa contra a Argentina Imagem: Michael Regan - FIFA/FIFA via Getty Images A final foi tática. Não foi razão, nem coração. Terminou com gente perguntando se já houve outra pior, porque gente se esquece com rapidez, do que não houve de emoção em Brasil 0 x 0 Itália, de 1994, ou em Espanha 0 x 0 Holanda, nos noventa minutos de 2010. Depois, só depois, veio o gol de Iniesta. A tática de Luis de La Fuente venceu a estratégia de Lionel Scaloni. Entre os dois, o professor venceu o aluno, com sobras. PVC O fracasso da organização nos EUA é impressionante Juca Kfouri Falsidades sobre encontro de Messi com Netanyahu Sakamoto Copa expôs como Brasil é humilhado por bets Angela Alonso Movimento de Michelle parece protótipo de partido Por conseguir manter sua estratégia de pressão e posse de bola. Nos primeiros dez minutos, a Espanha roubou ou interceptou a bola no campo de ataque sete vezes. Até os 10 minutos do segundo tempo da prorrogação, a Espanha havia finalizado vinte vezes, doze no alvo, sete defesas de Dibu Martínez. A Argentina, zero! Nenhum chute, nenhum no alvo. Massacre absoluto. E não é que a torcida fizesse a festa no MetLife Stadium. Não fez. Não foi. Não aconteceu nenhum momento em que o estádio incendiasse o jogo, como na Bombonera ou Monumental de Nuñez. Continua após a publicidade A supremacia foi tática. De Luis de la Fuente sobre Scaloni, o que acabou por anular Lionel Messi em sua terceira final de Copa. Acontece que Messi é o alter ego da Espanha. A posse de bola precisa de sua segunda personalidade, o definidor, o craque, o iluminado. Este era Messi, no tiki taka do Barcelona. Por isso, só porque Messi estava do outro lado, o cérebro demorou tanto para vender o coração. Só por este motivo, a Espanha de Luis de la Fuente só ganhou da Argentina, e de Scaloni/Messi, na prorrogação. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Abertura de final da Copa tem discurso de Tom Cruise e Alcaraz levando taça Espanha martela Argentina por 106 minutos, marca na prorrogação e fatura bi Copa: show do intervalo tem Ronaldos e Pelé, mas só para quem viu pela TV Argentina passa 90 minutos sem chutar a gol na final da Copa do Mundo Final da Copa em 'padrão americano' atrasa início de Espanha x Argentina