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Esporte Futebol Copa do Mundo Casagrande: 'Infantino só se preocupa com o que entra no cofre da Fifa' Do UOL, em São Paulo 28/06/2026 18h36 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O aumento do número de seleções na Copa do Mundo tem impacto direto na qualidade dos jogos e atende mais a interesses políticos e financeiros do que esportivos, avaliou Walter Casagrande no Fim de Papo , do Canal UOL. O comentário veio após Canadá 1 x 0 África do Sul, com gol aos 46 do segundo tempo, resultado que colocou os canadenses nas oitavas de final. Para Casagrande, o confronto expôs o lado tecnicamente ruim de um mata-mata com mais vagas. Então, assim, tem os dois lados, né? Quer dizer, tem vários lados da realidade, tem 48 seleções. Uma inclusão de mais seleções, de mais times, mais jogadores que a gente não via, não conhecia e também os países jamais iriam se classificar. Tem o lado ruim técnico, que você pega uma fase já de mata-mata como jogo ruim tecnicamente. Tem o lado da Fifa, que é grana, dinheiro, patrocinadores, agradar confederações, presidentes de confederações, enfim. Então, o futebol de Copa do Mundo hoje, para nós que gostamos de futebol, a gente vê o jogo, a gente gosta do jogo, mas o entorno de uma Copa do Mundo virou exclusivamente político. Infantino [Gianni, presidente da Fifa] se preocupa quase pela totalidade dele no que entra no cofre da Fifa, não qualidade de jogo. Walter Casagrande Casagrande Casemiro é quem mais corre, mas corre certo? PVC A relação entre Brasil e Texas em Copas do Mundo Aline Sordili ChatGPT aponta Brasil 2 x 1 Japão e Vini protagonista Josias de Souza Falta Bolsonaro se posicionar em barraco Na análise do comentarista, a expansão do torneio empurra seleções com limitações técnicas para fases eliminatórias, o que muda o tipo de debate que o torcedor precisa fazer durante a competição. Rodrigo Mattos concordou que o jogo foi 'cauteloso' e que demorou para engrenar, embora tenha visto melhora na reta final. Ele citou o ditado atribuído a Vanderlei Luxemburgo para explicar a postura das equipes: 'o medo de perder tira a vontade de ganhar'. Até os 20 minutos do segundo tempo estava difícil mesmo. Os times muito cautelosos. Lembrando aquela frase do Luxemburgo: o medo de perder tira a vontade de ganhar. E aí, de fato, o Canadá muito defensivo, arriscando pouco. Tem posse de bola, mas não vai para lugar nenhum, só chute fora da área. Rodrigo Mattos Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Renan Teixeira também apontou queda de nível e disse ter ficado decepcionado com o Canadá, sobretudo pela dificuldade de achar o passe decisivo e concluir as jogadas. Para ele, Holanda ou Marrocos tendem a ser amplos favoritos no próximo duelo. Ficou muito claro hoje que o Canadá esbarra naquele momento final, no momento de achar aquele passe decisivo, no momento de uma finalização correta. Esbarra numa limitação técnica muito grande. Holanda e Marrocos têm muito mais qualidade, muito mais talento individual, muito mais opção de mudar um jogo. Renan Teixeira Casagrande voltou ao ponto de que a discussão sobre qualidade técnica ganha espaço demais em uma competição que deveria, na visão dele, ser marcada por confrontos de alto nível e decisões entre grandes jogadores. Ele ainda projetou que o Canadá deve cair na próxima fase se mantiver o padrão mostrado contra a África do Sul. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Herói do Canadá na Copa fala português e perdeu pais em intervalo de um ano Google alertou 11 milhões de pessoas antes de terremoto na Venezuela 'Não ouviu muito'? Fala de japonês sobre o Brasil é provocativa, diz Mattos 'Somos a peça que falta nesse mapa', diz Flávio em evento na Argentina Austrália anuncia jogos contra o Brasil na primeira data Fifa pós-Copa