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Análise dos Times

Joinville

Principal

Motivo: Clube do técnico investigado é foco da matéria e foi apontado como não esclarecendo a documentação, mas sem ataque direto.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Motivo: Menção apenas como clube onde Diego jogava ao receber as licenças, sem tom avaliativo.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citação histórica da passagem de Diego Souza e de Mancuso, sem avaliação do clube.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção factual da trajetória do jogador, neutra.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção factual da trajetória de Mancuso como jogador, neutra.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado apenas como adversário na estreia de Diego como técnico, sem tom avaliativo.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Vasco Grêmio Flamengo Palmeiras CBF Joinville Marcílio Dias Copa Santa Catarina Diego Souza Diego Maradona ATFA Alejandro Mancuso

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Técnico do Joinville, Diego Souza entrou no BID da CBF com licença falsa Joanna De Assis Colunista do UOL 08/10/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Diego Souza, ex-atacante, é o novo técnico do Joinville Imagem: Reprodução/Instagram Diego Souza, ex-meia com passagens marcantes por Grêmio, Vasco e Palmeiras, foi registrado no BID de treinadores da CBF em agosto com uma licença PRO da ATFA (Associação de Técnicos de Futebol da Argentina). Ele é um dos citados pelo argentino Alejandro Mancuso em esquema de venda de diplomas revelado ontem pelo UOL Prime . No registro de treinadores da Confederação, Diego aparece autorizado a trabalhar a partir de 27 de agosto. A reportagem enviou para a ATFA uma lista com os nomes de clientes citados por Mancuso e a entidade afirmou que os nomes consultados não constavam em seus registros. Página do BID da CBF que indica a inscrição de Diego Souza como técnico Imagem: Reprodução Juca Kfouri As traves derrubaram Diniz no Corinthians Julio Gomes Quem apontou o dedo a Diniz apontará a Memphis? Thiago Amparo Com Flávio, Brasil vai virar a Venezuela ou a Hungria? Sakamoto Ligado ao Master, Kassio pode virar herói da direita Em entrevista à coluna, Diego contou que recebeu a documentação em 2023, quando ainda jogava pelo Grêmio. Mancuso teria se identificado como "diretor internacional da ATFA" e justificado que atleta famoso não precisaria dos processos tradicionais para obter as licenças de técnico. "Ele falou que tinha uma licença que ele conseguia para atletas renomados, que daria o direito de trabalhar em tudo quanto é lugar. Quando eu parasse de jogar, eu teria uma licença para seguir no futebol", explicou. Mancuso e Diego estavam em um mesmo grupo de WhatsApp repleto de nomes importantes do futebol sul-americano. A coincidência facilitou o contato. "Ele falou: 'Fulano fez comigo, beltrano fez comigo'. Um cara com todo o histórico que ele tem no futebol, que jogou em grandes equipes, na seleção argentina, e falando de uma maneira bem clara, né? Eu busquei informações com outros jogadores que já tinham recebido os documentos das mãos dele e aquilo fez com que eu acreditasse e tirasse essa licença com ele". 0:00 / 0:00 A fama de Mancuso fez diferença. Além de ter defendido na década de 90 dois gigantes do futebol brasileiro, Flamengo e Palmeiras, foi, na Copa de 2010, auxiliar técnico de Diego Maradona na seleção argentina. Continua após a publicidade "Eu tomei a decisão de ter esse 'privilégio', entre aspas. Na época, nem pensava em trabalhar no futebol, ser treinador ou algo parecido. Era mais para estar preparado e ter aquilo como uma oportunidade", disse Diego. No esquema de Mancuso, os clientes recebiam as licenças PRO, A, B e C em poucos dias, sem necessidade de conclusão dos cursos. A proposta para assumir seu primeiro clube profissional veio em julho deste ano. Com salário modesto e contrato curto, de três meses, ele iniciou a trajetória como treinador oficialmente no dia 1º de agosto. No dia 30, comandou o time pela primeira vez, na derrota para o Marcílio Dias por 4 a 2. Quando assinou a súmula para a partida válida pela primeira rodada da Copa Santa Catarina, não imaginava que suas licenças não eram válidas. "Eu estou muito chateado com essa situação. Muito, muito mesmo. Por que um cara da força do Mancuso, com tudo o que conquistou, coloca a gente numa situação dessas? Eu tenho bastante medo das consequências, sim, porque eu jamais entraria em uma situação como essa (de falsificar documentos). Depois de tudo o que conquistei, fazer algo de errado dentro de uma profissão que me deu tudo? Jamais imaginaria isso. O que for preciso fazer para reverter isso, eu farei. Quero que se resolva para conseguir trabalhar. Que a pessoa pague por tudo o que ela fez". A CBF informou que compete aos clubes assegurarem a veracidade dos documentos apresentados, segundo o artigo 13 do Regulamento Geral de Registros da CBF. Procurado pela reportagem, o Joinville não soube detalhar como foi feita a documentação. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Joanna De Assis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Ramón Díaz vira bola de segurança no Corinthians após demissão de Diniz Empresa que arrematou o Vasco nasceu ligada à presidente do Palmeiras Janja e Edinho viram alvo de críticas, e Lula muda coordenação de campanha Nordeste recebeu 27 milhões de postagens ofensivas após eleição, diz estudo As traves derrubaram Fernando Diniz