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Futebol Casagrande: 'Seleção não vai tão longe com esta bola que está jogando' Do UOL, em São Paulo 20/06/2026 00h23 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A seleção brasileira fez um jogo "chato" e abaixo do nível exigido para ir longe na Copa do Mundo 2026, avaliou Walter Casagrande Júnior no Posse de Bola , do Canal UOL. O debate ocorreu após a vitória do Brasil sobre o Haiti, em partida que gerou discussões sobre desempenho, comparação com outras seleções e o que precisa mudar para a equipe crescer no torneio. O jogo foi muito chato. No primeiro tempo, para mim, faltou o Brasil se impor, faltou o Brasil ter agressividade, faltou o Brasil mostrar que queria dominar a partida. Não dominou o jogo, fez os gols naturalmente, muito abaixo do que a necessidade de se jogar numa Copa do Mundo. Se você somar os dois jogos [do Brasil] não dá o que a Inglaterra jogou em um, não dá o que a Alemanha jogou em um, não dá o que a França jogou em um, não dá o que a Argentina jogou em um. Não vai tão longe com essa bola que está jogando. Casagrande Mauro Cezar O que seria do ataque da seleção sem Vini Jr.? Alicia Klein Brasil deve ficar mais confiante por bater o Haiti? Rodrigo Mattos Vinícius Jr. é um jogador subestimado em Copas Carla Araújo Planalto adota presunção da inocência de Wagner José Trajano também disse que o resultado não deveria inflar a análise. Para ele, a reação de parte da torcida criou "falsa empolgação" diante de um adversário que não impôs grande dificuldade. Não fez mais do que obrigação. A enquete é mal formulada, deixa de fora uma coisa que podia ter sido colocada. Cria uma falsa empolgação. Você viu imagens, pessoal em Copacabana, na Paraíba, no Recife, multidões pulando, salve a seleção, vibrando como se o Brasil tivesse realizando uma partida excepcional diante de um adversário perigosíssimo. Não é verdade. Não fez mais do que obrigação. José Trajano Já Danilo Lavieri discordou da leitura de que o time "morreu" fisicamente no segundo tempo, mas apontou oscilação e dificuldade para fazer o jogo andar. Ele viu mudanças de posicionamento e alguma evolução, ainda insuficiente. Eu achei que o time teve muita oscilação, muita dificuldade de fazer o jogo fluir. Não acho que foi por cansaço, não. Teve evolução, mas foi insosso mesmo. Tem que melhorar para jogar no nível, ganhar a Copa do Mundo, chegar no nível, chegar na semifinal, tem que ser muito melhor, evidentemente. Danilo Lavieri PVC reforçou que, no momento, a equipe precisa olhar para quem está decidindo em campo e reduzir a discussão sobre Neymar, que ainda está fora do grupo. Para ele, o destaque dos dois jogos foi Vinícius Júnior, e a seleção precisa resolver questões como a reposição de Raphinha. O Vinícius foi o melhor em campo nos dois jogos. Eu concordo com o Casagrande. O Neymar hoje não existe. A seleção não tem número 10. A seleção tem o número 7, que é quem está resolvendo os dois jogos. Então tem que descobrir quem vai ser o substituto do Raphinha. PVC Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora O que seria do ataque da seleção brasileira sem Vinicius Júnior? 'Lei Vini Jr': paraguaio é expulso após tapar a boca para falar com turco PVC: 'Seleção teve muita oscilação. Evoluiu, mas foi insosso' Brasil deve ficar mais confiante por vencer o Haiti? Líder, Brasil enfrentaria Japão na 2ª fase; veja o que falta para avançar