Conteúdo Original
Em crise, o Santos acordou para um dia movido pela tensão: a viagem para Salvador, sem Neymar, Gabigol e Brazão, símbolo de desfalques que pesam na recuperação pelo Brasileirão [ ]. Entre as ausências, o técnico Cuca terá de montar o time sem Igor Vinícius e Gustavinho (suspensos), além de Gabriel Menino lesionado; Neymar está poupado e Gabigol suspenso, enquanto Brazão segue fora. A soma de desfalques complica o duelo, que leva o Santos a encarar o Bahia longe da Vila Belmiro [ , ]. Boa notícia para aliviar a pressão: o atacante Rony retorna à relação após se recuperar de uma torção no tornozelo direito, abrindo espaço para um ataque mais confiável diante do Bahia [ ]. No 11, Mayke assume a lateral direita por Igor Vinícius, há dúvidas na zaga; Rollheiser deve ganhar a vaga de Neymar no meio, enquanto Barreal pode seguir no ataque, e a sequência de mudanças já aponta para a aposta em peças que possam renovar o entrosamento externo do time [ ]. Do lado de fora do campo, o Santos também pisa firme na notícia de que a prioridade é reforçar o elenco com jovens: Samuel Pierri, 18 anos, foi promovido; Gustavo Henrique já está integrado, e Joao Alencar, Joao Ananias e Mateus Xavier passam a treinar com o elenco, na esteira de uma aposta que já vinha ocorrendo anteriormente [ ]. Nos bastidores, Neymar aparece em pauta não apenas pelo campo, mas pela coincidência com a agenda da Copa: a cobertura aponta o esforço para manter Neymar sob controle de minutos e ainda mirar uma vaga entre os 26 convocáveis, enquanto o presidente da CBF e a comissão técnica discutem os rumos da participação na competição mundial [ ]. Em paralelo, o Santos anunciou a saída de Caio Couto do comando do time feminino, três dias antes do clássico contra o Palmeiras, marcando o fim de um ciclo com balanços distintos e um recado de realinhamento para as Sereias da Vila [ ].