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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Em jogo de cachorros grandes, o rubro-negro foi maior Juca Kfouri Colunista do UOL 22/10/2025 23h28 Deixe seu comentário Danilo disputa pelo alto Imagem: ANDRÉ FABIANO/CÓDIGO19/ESTADÃO CONTEÚDO Carregando player de áudio Como se esperava, Flamengo e Racing fizeram jogo de cachorro grande, ou, se preferir, juego de perro grande. Primeiros 45 minutos pra lá de intensos no Maracanã tomado pela Nação e por 4 mil hinchas de La Academia. Argentinos, em regra, não se intimidam em jogar fora de casa e o Maracanã não é exatamente um caldeirão, como é El Cilindro, casa do Racing, oficialmente chamado de Juan Perón, que era torcedor do time, assim como Carlos Gardel. Josias de Souza Contagem regressiva reduz influência de Bolsonaro Wálter Maierovitch Ex-presidente é preso sem privilégios no '1º mundo' TixaNews Candidato de direita não precisa de Bolsonaro Alicia Klein Você entregaria o seu filho a um clube de futebol? Rossi fez uma defesaça, mas Cambeses trabalhou mais, embora em bolas de menor índice de dificuldade. O jogo não permitia tirar o olho do gramado, os dois times não paravam, conscientes de que errar seria fatal. Daqueles 0 a 0 que de modorrentos nada têm. Carrascal no lugar de Samuel Lino mostrava acerto de Filipe Luís e Dom Arrascaeta e Pedro eram motivos de preocupação permanente para a defesa azul e branca. Claro que o empate interessava muito mais para os visitantes e o Flamengo tratou de ir ainda mais à frente desde o começo do segundo tempo, que prometia ser mais catimbado. Aos 55, Ayrton Lucas e Plata, nos lugares de Alex Sandro e Luiz Araújo. Continua após a publicidade De um lado, sentimento de urgência. Do outro, pressa alguma. Só que o tempo passava, o jogo seguia tenso e intenso, Flamengo com a bola, Racing à base de estocadas, bolas longas, como também se sabia. Bruno Henrique e Samuel Lino dentro e Pedro, com problema na mão, e Dom Arrascaeta fora, aos 71. O relógio era inimigo dos brasileiros e amigo dos argentinos em disputa que seguia aberta, quase dramática e, estava claro, nada decidiria. Aos 76, Campeses fez milagre em arremate à queima-roupa de Samuel Lino. Aos 81, Samuel Lino fez o gol de cabeça, mas em impedimento. Continua após a publicidade Emerson Royal substituiu Varela. E Sosa destruía todas as chances rubro-negras. Mas o que é do homem cachorro não come. Carrascal pôs Bruno Henrique na cara do gol, o goleiro fez novo milagre e o próprio colombiano pegou o rebote para fazer o justo 1 a 0 para o Flamengo, diante de quase 72 mil torcedores. Em tempo: Plata entrou muito bem no jogaço. E Samuel Lino também. Meeeengo! Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora EUA abrem nova frente militar no Pacífico e desafiam a América Latina Trump após sanções à Rússia: 'Conversas com Putin não vão a lugar nenhum' Bahia vence Inter com 3 chutes no mesmo pênalti e vira o melhor mandante Quem é ex-noiva desconhecida que partiu o coração de Brad Pitt nos anos 80 André Mendonça falta a painel com Messias, cotado para o STF