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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: O título e o texto principal indicam um empate razoável para o Palmeiras, com a análise focando em como o resultado o beneficia na tabela.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: O texto descreve o empate como 'ruim' para o Cruzeiro e aponta frustrações e dificuldades para a equipe mineira.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: A arbitragem é criticada explicitamente no título e no decorrer do texto por decisões questionáveis e pela não expulsão de Gómez.

Viés da Menção (Score: -0.4)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Palmeiras Abel Ferreira Gustavo Gómez Cruzeiro Carlos Miguel Khellven Vitor Roque Giay Felipe Anderson Allan Cássio Kaio Jorge Mirassol Sosa Flaco Bruno Rodrigues Fuchs Fabrício Bruno Wanderson Veiga Arroyo Jonathan

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Empate razoável para o Palmeiras, ruim para o Cruzeiro e para arbitragem Juca Kfouri Colunista do UOL 26/10/2025 22h32 Deixe seu comentário Sosa e Cássio: falta? Imagem: Ettore Chiereguini/AGIF Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Exatamente aos 11 minutos do clássico entre os Palestras o zagueiro Gustavo Gómez entrou duro e por cima no tornozelo de Wanderson que, aos 16, deu lugar a Arroyo. Durante quase todo esse hiato de tempo, o cruzeirense ficou no gramado sintético sendo atendido e o assoprador de apito foi chamado pelo VAR para possível expulsão do capitão paraguaio do Palmeiras. Caseiro, o assoprador com escudo FIFA amarelou. Raquel Landim EUA colocaram o 'bode na sala' e agora cobram caro Josias de Souza Fator China fez Trump ir atrás de Lula Milly Lacombe Vasco decola com um dinizismo eletrizante Reinaldo Azevedo Lula dá drible no 'complexo de vira-latas' Pronto! Nem bem o jogo mais aguardado da rodada começava já havia motivo verdadeiro para reclamação mineira. O Cruzeiro era mais perigoso que o Palmeiras e Carlos Miguel faz ótima defesa, aos 30, em cobrança de falta por Arroyo. Dois times técnicos não poupavam bordoadas. Aos 33 minutos já eram quatro os cartões amarelos, dois para cada - e olhe que um deveria ser vermelho. O que o assoprador não fez o destino pareceu fazer aos 41, quando Gomez, em lance exatamente com Arroyo, o substituto de Wanderson, pisou em falso e sentiu o joelho. Voltaria para o segundo tempo? Continua após a publicidade Quem não voltaria era o preparador físico palmeirense, expulso por reclamação quando deveria é estar feliz com o assoprador. O jogo era ruim e o Cruzeiro jogava nota cinco contra nota quatro. Aquilo que às vezes acontece: quanto maior a expectativa, maior a frustração. O Palmeiras voltou sem Felipe Anderson e com Sosa, além de muito mais agressivo, disposto a botar vantagem confortável sobre o Flamengo. Gómez estava recuperado. Logo reclamou de um pênalti inexistente, mas o importante estava em que se mostrava persistente. Continua após a publicidade Aos 4 minutos, de cabeça, Vitor Roque teve a primeira chance de abrir o placar. Mas, aos 11, outra vez Carlos Miguel evitou gol de Arroyo. Aos 14, foi a vez de Cássio fazer uma defesaça, mas soltar a bola cabeceada por Flaco e Sosa cutucou para o gol. O assoprador anulou o gol por falta de Sosa em Cássio, que já estaria com a bola sob seu domínio. Estaria mesmo? Aí, como a vida é dura, Abel Ferreira teve de tirar a dupla Flaco Roque e botar Allan e Bruno Rodrigues, porque tem LDU Ana quinta-feira. Em seguida Khellven se machucou e Giay entrou. Continua após a publicidade Tínhamos jogo, enfim. Aos 25, Allan arrancou de seu campo e fez fila na defesa até ser derrubado por Fabrício Bruno que recebeu o segundo cartão amarelo e deixou o Cruzeiro com dez. Jonathan entrou e Arroyo saiu, bem o equatoriano que era o mais perigoso dos mineiros. Era hora do Porco beber água e da Raposa se cuidar. O empate exigiria milagres para o Cruzeiro ser campeão, cinco pontos atrás do líder, quatro do vice-líder e com um jogo a mais que ambos. Difícil. E com o Mirassol só dois pontos atrás. E deixava o Palmeiras um ponto e uma vitória adiante do Flamengo. Continua após a publicidade Veiga dentro, Fuchs fora, O Palmeiras, diante de 40 mil torcedores, mais uma vez não derrotava time do G4. Para sua sorte o Flamengo perdeu de time do Z4. Estar com um a mais tornou o Palmeiras ansioso e Cássio foi atingido por uma garrafa de plástico nas costas. Machucar não machucou, mas o goleiro fez o papel dele, justamente indignado. O imbecil que arremessou a garrafa foi identificado e retirado da arquibancada. Aos 47, Kaio Jorge, na pequena área, teve o gol à disposição e Carlos Miguel, o nome do jogo, fez nova grande defesa, com o pé.. Continua após a publicidade O segundo tempo salvou o jogo, ficou razoável para o Palmeiras mesmo em casa e com um a mais, mas ruim para o Cruzeiro, mesmo fora de casa e com um a menos. Os mineiros têm por que reclamar da permanência de Gómez em campo, mas não de proteção ao Palmeiras que teve gol anulado. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Venezuela anuncia captura de grupo de supostos 'mercenários' ligados à CIA EUA querem que Brasil ceda em setores estratégicos para suspender tarifaço Rafaella Justus revela ataques na internet e desabafa: 'Gente mal-amada' Vegetti desencanta, Vasco domina Bragantino e alcança 4ª vitória seguida Diálogo de Lula com Trump é azeitado por sujeito oculto: Xi