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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: O artigo foca na apresentação do novo técnico, Fernando Diniz, no Corinthians. O tom é de expectativa e esperança em relação ao trabalho que ele desenvolverá no clube, com frases que exaltam a grandeza da instituição e o potencial do time.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: O Fluminense é mencionado como o clube onde Diniz obteve sua maior conquista (Libertadores), de forma positiva, mas sem ser o foco principal da matéria.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: O São Paulo é citado como exemplo da adaptabilidade tática de Diniz, com uma análise mais descritiva das mudanças de estilo durante seu período no clube, sem um viés claro.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: O Vasco é mencionado brevemente como outro time de características diferentes que Diniz comandou, de forma neutra.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

são paulo flamengo vasco fluminense corinthians dorival júnior fernando diniz vitor bueno neo química arena raniele marcelo paz platense antony luiz henrique marcelo alex santana conmebol libertadores felipe melo pato wagner leo porto lucas luis fernando hugO souza

Conteúdo Original

Veja como foi a coletiva de apresentação de Fernando Diniz no Corinthians O técnico Fernando Diniz foi apresentado pelo Corinthians nesta terça-feira, um dia após ser anunciado como substituto de Dorival Júnior, disse que pode se adaptar ao elenco corintiano e defendeu que é preciso voltar a vencer para aliviar o clima pesado que tem levado torcedores organizados a intimidar os jogadores no CT Joaquim Grava . QUER CONTAR COM O HOLANDÊS! + Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp — É super normal um time que tem o tamanho da torcida do Corinthians e a força que tem o torcedor organizado. É aquele torcedor que vai no estádio e às vezes ganha o jogo com sua presença. Os jogadores precisam apreender a jogar no Corinthians . E todo mundo. Eu aprender a ser técnico do Corinthians cada vez mais. — Minha presença aqui é para ajudar os jogadores a saberem a lidar com isso. Tirar o que é positivo e trazer vitórias. O que acalma isso é ganhar jogo. Temos que fazer o nossos melhor para o torcedor sorrir o quanto antes — declarou Diniz em entrevista coletiva. LEIA MAIS: + Diniz quer permanência de Memphis + Técnico defende broncas públicas em jogadores + Entenda quem sobe e quem desce no Timão com Diniz Diniz: "17 anos da minha carreira foram uma preparação pra chegar num clube desse tamanho" Na conversa com os jornalistas, Diniz refutou o entendimento de que seja um treinador que tenha apego a um só estilo de jogo. — No fundo eu sempre vou me adaptando aos elencos. O São Paulo, que você citou... Tiveram três São Paulos. O primeiro teve um ponta agudo que era o Antony, depois conseguimos recuperar o Pato como centroavante, com Vitor Bueno e Antony. Depois, no São Paulo que quase foi campeão, jogávamos sem pontas, sem laterais e atacantes de profundidade. Só no São Paulo foi um momento de muitas mudanças. — O Vasco também um time diferente, e o Fluminense também. O Arias só jogava na esquerda, aprendeu a jogar pela direita. Num primeiro momento tinha o Luiz Henrique, depois com Marcelo e Felipe Melo... — A minha ideia é procurar fazer o possível para colocar os melhores em campo. O importante é ter jogadores com confiança e coragem, eles que vão dizendo como que eu vou montar e adaptar o time nas fases do jogo, tanto para jogar quanto para marcar. 1 de 3 Fernando Diniz é apresentado como técnico do Corinthians — Foto: Rodrigo Coca / Corinthians Fernando Diniz é apresentado como técnico do Corinthians — Foto: Rodrigo Coca / Corinthians Com passagem pelo Corinthians como jogador entre 1997 e 1998, Diniz retorna para ser treinador do clube pela primeira vez. — Estou muito motivado e à vontade. Sei do desafio que é treinar o Corinthians . Já estive perto de vir umas quatro ou cinco vezes. Hoje agradeço por não ter acontecido antes para acontecer no momento que, eu acho, estou mais preparado para enfrentar esse grande desafio. Diniz exalta torcida do Corinthians e mira conquistar: "Pensar em títulos todo dia" Ele ressaltou que dará ao Timão a metodologia vencedora que o levou a comandar o Fluminense na conquista da Libertadores em 2023. — Todo dia é dia de disputar título. Isso faz parte de mim, sobre o que eu penso de futebol e vida. Não ganhamos título no dia da final, ganhamos todos os dias. Isso começou hoje aqui. Um time da grandeza do Corinthians tem que pensar em ganhar todo dia. É um privilégio estar aqui, para todos. Diniz aponta resgate de ânimo no Corinthians: "Não pode faltar vontade" Na apresentação no CT, o executivo de futebol Marcelo Paz agradeceu Dorival Júnior e justificou a escolha de Diniz como novo técnico. — Primeiro eu entendo que precisávamos de respostas rápidas, precisamos voltar a ganhar rapidamente. Para isso, um profissional que é nascido na Zona Leste, mora na Zona Leste, no Tatuapé, e conhece a casa. Foi atleta do clube. Tem um perfil que nós entendemos se adequa com o que temos no nosso elenco. — Um elenco que gosta da bola e posse de bola. Um elenco que tem qualidade técnica para desenvolver o jogo que o Diniz costuma fazer, com ideias diferentes e inovadoras. E também a disponibilidade de estar aqui. Houve um acerto rápido. No primeiro dia de trabalho, Diniz conheceu o elenco corintiano. Ele só terá mais uma sessão de treinamento antes da viagem para a Argentina, onde o Corinthians enfrentará o Platense pela estreia na fase de grupos da Conmebol Libertadores, nesta quinta-feira, às 21h (de Brasília). Fernando Diniz comanda primeiro treino no Corinthians Confira entrevista de Fernando Diniz na íntegra: Comissão técnica - Pra quem não sabe o Wagner é uma cria do Corinthians , aqui da Penha. Trabalhou aqui de 85 a 96, foi campeão daquela Copa do Brasil. Tem uma história grande e está voltando para casa. Está comigo desde o início da carreira. O Léo Porto já trabalhou com Dorival e já pensei algumas vezes em trazer para trabalhar comigo, ficou cinco anos no Fortaleza. O Lucas é um rapaz do Vasco, é a segunda vez que trabalhei com ele, um talento muito grande da parte da análise e captar minhas ideias. E o Luis Fernando é um fisiologista que tem uma formação diferente. Um médico formado em cardiologia e fisiologia para acelerar os processos. Quero aumentar o volume de treino e intensidade e manter o jogador com saúde. 2 de 3 Fernando Diniz é apresentado como técnico do Corinthians — Foto: Rodrigo Coca / Corinthians Fernando Diniz é apresentado como técnico do Corinthians — Foto: Rodrigo Coca / Corinthians Sequência sem vitórias - Eu sei a importância que tem um Dérbi, os jogadores também sabem. Mas temos primeiro a estreia na Libertadores. Libertadores - É a minha maior conquista como treinador. Quando cheguei no Fluminense em 2022 estava na zona de rebaixamento. Ai terminou em terceiro no Brasileiro, garantiu a vaga e fizemos uma campanha muito importante. Ganhamos bem de Boca e River. Ninguém acreditava. É um sonho possível. Temos que sonhar e ir atrás disso. Todo mundo aqui quer. Temos que viver esse sonho todos os dias. Corinthians escolhe jogos? - Não temos que escolher jogo. O Brasileiro todo jogo é uma final, tem objetivos. A final é todo jogo. Temos que jogar como as partidas merecem ser jogadas. Vivo o futebol de uma maneira intensa. Temos que encarar cada jogo, cada treinamento como uma final. Possibilidade de títulos - Nenhum time está pronto para ganhar títulos. Temos que trabalhar e ir melhorando o time. Os campeonatos estão no início. É priorizar o próximo jogo. O Campeonato Brasileiro não pode deixar desgarrar. Temos que priorizar aquilo que temos para frente. A Libertadores é o sonho de todo time. Vamos procurar a fazer o nosso melhor. Maneiras de jogar - Em todos os times que passei joguei mais com bola longa do que jogo curto. Em relação ao Raniele, é uma possibilidade dele jogar de zagueiro, pode ser que aconteça se for melhor para o Corinthians . Enquanto a parte ofensiva, nem tudo é tática. Há dois meses teve a conquista sobre o Flamengo. Tem muitos fatores para acharmos solução. Espero ajudar os jogadores a tomar menos gols e conseguir vencer. 3 de 3 Técnico Fernando Diniz no primeiro treino à frente do Corinthians — Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians Técnico Fernando Diniz no primeiro treino à frente do Corinthians — Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians Hugo Souza jogando com os pés e possível retorno de Alex Santana ao time - Sobre o Alex eu quero ver com calma. Fiquei sabendo há pouco que ele estava treinando separado. Quero ver com calma. É um jogador que eu gosto e conheço há bastante tempo. Em relação ao Hugo, eu trabalhei com o Fábio que não jogava absolutamente nada com os pés e evoluiu. Ele tinha 40 anos. O Hugo tem um pé melhor do que as pessoas acham, o jogo fica fácil se o goleiro joga com os pés. Temos que deixar ele confiante para tomar a melhor decisão. Em muitos momentos nesse trabalho do Vasco teve muita ligação direta. Mas o Hugo vai melhorar essa questão com os pés. "Não tem por que escolher jogo", reforça Diniz em sua apresentação no Corinthians Neo Química Arena - Jogar na Arena é ruim para todo adversário. Temos que prevalecer o mando. Não gosto de comparar elenco, mas estou muito contente com o elenco que temos. Estou muito confiante que vamos conseguir subir o nível de todo mundo. Importância de Matheuzinho e Matheus Bidu - Vai depender. Vão ser utilizados de todas as formas possíveis. São dois destaques do time. É muito difícil se firmar no Corinthians , e eles conseguiram. São jogadores que podem chegar na seleção. Eles tem potencial para isso. Queda de desempenho de Rodrigo Garro - É um jogador extremamente talentoso, teve momentos de brilhantismo aqui. Quero ajudar ele a recuperar isso. No treinamento de hoje foi um dos destaques. Diniz comenta utilização de Hugo Souza jogando com os pés: "Melhor do que muitos pensam" Jeito explosivo - Sou muito mais que isso, não me resumo a isso. Tenho uma relação com os jogadores de vínculos cada vez mais profundos. Tenho alegria de ser o Diniz daquele jeito. É um Diniz que consegue ajudar mais os jogadores. Foi assim que consegui ajudar o Sara, Rayan, Gabriel Magalhães... Óbvio que em alguns momentos você passa do tom e precisa se corrigir. Mas aquilo tem um fundamento positivo de ajudar o jogador. Para ele conseguir faze o seu melhor. Quase sempre que estou cobrando é por falta de vontade, deixar o time na mão. Tem uma causa justa. Minha vida é uma vida de doação para o jogador. Gosto de mudar a vida de jogar no futebol, que esse impacto cause uma mudança eficiente e de conexão com a torcida. Muito mais ajuda do que atrapalha. No fundo, tem uma coisa que os benefícios daquilo são positivos. A pessoa as vezes acha que estourei com o jogador, ai você vai perguntar para o jogador que mais estourei... Um dos mais cobrados no Vasco foi o Rayan. Quando perguntaram pra ele, disse que eu era um pai pra ele. É só ir atrás dos jogadores que trabalharam comigo sobre o que acham de mim. Os exageros temos que aprender cada vez mais e ter controle. Mas aquilo tem um fundamento que ele é muito positivo para a vida dos jogadores. Primeiros contatos do Corinthians - Tinha pensado em não trabalhar até a Páscoa pelo menos. O Paz me mandou mensagem umas 23h45, mas eu não vi, estava vendo filme com minha esposa. Eu vi a hora que terminou o filme, era 1h30. Nossa conversa começou a partir daí, conversamos por uns 40 minutos. Foi um desfecho muito rápido. Garro e Bidon jogam juntos? - Acho que podem atuar juntos, mas isso não quer dizer que vão jogar juntos. Tem que saber como se adaptam juntos, jogaram assim em alguns momentos lá para trás. É uma possibilidade. Acho que se conseguirem jogar juntos acho que tem um ganho técnico importante para o Corinthians . Melhor versão de Fernando Diniz? - Espero que seja aminha melhor versão. Sói como treinador são 17 anos que percorri para chegar aqui. Me sinto preparado. Acredito muito no elenco. Temos jogadores de idades e qualidades diferentes. Todos podem ter um salto qualitativo nesse período. NO SEU MELHOR MOMENTO! 😎 Parte defensiva - Vamos trabalhar, temos que evoluir em relação a isso. É um número exagerado, mas temos que melhorar o número de chances cedidas. Nesse começo de ano no Vasco, esse número de chutes do adversário diminuiu muito. Tem coisas que fogem do controle. Vou procurar equilibrar defensivamente o time. Próximos jogos do Corinthians - Temos qu aproveitar bons trabalhos. Aqui com o Ramón Díaz e com o Dorival. Temos que aproveitar. Aos poucos, taticamente, ir colocando as coisas que são possíveis. Estou procurando informação com muita gente do clube. Escolher a melhor estratégia no plano tático, mas minha estratégia inicial é ouvir e perceber o que dá para analisar nesses treinos e colocar o melhor time, com a melhor estratégia, para vencer os jogos. É trabalho, observação e procurar acertar. Momento político - Temos que focar naquilo que a gente controla. Não temos controle nesse ambiente externo político. Temos jogadores experientes. É um time que tem três conquistas do ano passado pra cá, é um time que tem o sabor das conquistas. Temos que focar nisso e naquilo que temos o mínimo de controle. Trabalhar com jovens como André e Breno Bidon - É um trabalho que realizo durante toda minha carreira, essa aproximação com os jovens. O André e o Bidon já são realidades, mas garoto sempre precisa que a gente fique perto para extrair o melhor deles. Eles tiveram um momento de grande euforia, com dois títulos, e agora um momento de maior cobrança. Nesse momento eles vão se formando como grandes jogadores. Espero contribuir para eles. E os outros também. Tenho um olhar atento aos jogadores da base. Todos vão ser olhados por mim, tenho boas referências. O Kayke jogou contra o Vasco ano passado, outros jogadores mais jovens também. Estarei sempre atento. Importância do Marcelo Paz - São públicas as minhas declarações enquanto não trabalhamos juntos. Acho que o trabalho dele no Fortaleza é pouco exaltado. É muito mais difícil levar o Fortaleza a Libertadores do que Flamengo ou Palmeiras. É um trabalho muito diferente, que projetou muita gente. Foi um trabalho com um profissionalismo exemplar. Tivemos um namoro aí de uns cinco anos para a gente se encontrar aqui. Acho que foi no momento certo para o Marcelo e para mim. Não conhecia o presidente Osmar, o primeiro impacto foi muito positivo. O futebol precisa de mais gente com esse espírito. A impressão foi a melhor possível. Temos tudo para fazer um trabalho coletivo que leve o Corinthians a sonhar com coisas grandes. Rejeição nas redes sociais incomoda? - Me sinto muito bem acolhido, motivado e feliz de estar aqui. Vejo muita gente empolgada. Moro na Zona Leste, você sabe o tanto de corintiano que tem aqui. Esse torcedor importa muito, o torcedor do estádio... Se a gente fizer uma enquete aqui, quase todo mundo no futebol achou que isso fosse acontecer, que eu tenho uma combinação com o Corinthians . Eu também acho que combino com isso aqui, pela minha maneira inquieta, pela coragem de fazer as coisas... Tem tudo para dar certo. Se você lembrar o Tite era muito rejeitado. Lembra do jogo do Tolima? Aqui a gente trabalha internamente para fazer o melhor e, se possível, voltar a levantar taça. Sequência do time - A principal característica dos times que eu dirijo é ter muita vontade, um time muito solidário e coragem. Isso não pode faltar. O resto a gente vai aos poucos. As pessoas acham que a parte tática tem uma prevalência para mim... Nunca vai ter. Não existe domínio tático que consiga superar a falta de ânimo, vontade... Os jogadores precisam entender. Esse é um clube que pulsa essas coisas, pulsa raça, fome e coragem. Isso é o mais importante. Esse time estava ganhando a Supercopa há dois meses e em dois meses tudo mudou. Ninguém desaprendeu a jogar. Precisamos resgatar o potencial do time rapidamente. Metodologia de trabalho - Todo dia é dia de disputar título. Isso faz parte de mim, sobre o que eu penso de futebol e vida. Não ganhamos título no dia da final, ganhamos todos os dias. Isso começou hoje aqui. Um time da grandeza do Corinthians tem que pensar em ganhar todo dia. É um privilégio estar aqui, para todos. É um clube gigantesco, é uma torcida que dispensa comentários. Até jogar contra aqui é bom, é sempre um show. Temos que trabalhar para ser um time que corresponda o tamanho da torcida e a maneira como a torcida do Corinthians reage. Esse é o nosso maior desafio. A torcida do Corinthians joga ganhando título toda vez que vai no estádio. A gente tem que aprender com a torcida. 🎧 Ouça o podcast ge Corinthians🎧 + Leia mais notícias do Corinthians + Assista: tudo sobre o Corinthians na Globo, sportv e ge 50 vídeos