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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Luiz Henrique explica como muda o jogo para seleção: 'Tem que ir tranquilo' Yara Fantoni Colunista do UOL 27/03/2026 17h10 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Em um jogo no qual a grande maioria teve um desempenho abaixo do esperado, Luiz Henrique foi um dos poucos que se destacou no amistoso entre Brasil e França, disputado ontem. O atacante entrou no intervalo da partida e "botou fogo" depois de um primeiro tempo pouco criativo do ataque brasileiro. Ainda foi dele a assistência para o gol de Bremer, que diminuiu a derrota da seleção para 2 a 1. Esta, no entanto, não foi a primeira vez que Luiz Henrique entrou e mudou a cara do jogo do Brasil. Muitas vezes utilizado por Carlo Ancelotti como uma arma na etapa final, o jogador do Zenit explicou como faz para desempenhar bem mesmo tendo pouco tempo ao sair do banco, durante entrevista ao Fala Aí - Especial de Copa , programa do Canal UOL , realizada ainda em dezembro do ano passado. Amanda Klein Mendonça perde no STF, mas ganha popularidade Wálter Maierovitch A suprema empulhação do STF ao barrar CPMI Vinicius Torres Freire Governo Lula descobre só agora problemas velhos Chico Barney Ana Paula é mistura de Davi com Juliette no BBB O jogador tem que estar o máximo possível tranquilo, para que entre em campo e mostre seu futebol, sua qualidade. Tem que estar com a mente muito leve e alegre, para que você entre e mostre suas qualidades. Luiz Henrique, ao Fala Aí - Especial de Copa O bom rendimento que teve contra a França vem acompanhado de outros jogos nos quais também entrou bem. Com isso, o atacante vai garantindo cada vez mais sua vaga na lista final de Ancelotti para a Copa. Luiz Henrique e Mbappé durante amistoso entre Brasil e França Imagem: Reprodução/Instagram "É um sonho, quero disputar [a Copa] desde criança. Se você perguntar para uma criança na rua qual o sonho dela, é estar na Copa do Mundo, na seleção brasileira. Para mim, é um sonho querer disputar e ganhar a Copa, trazer para o Brasil. Sempre tenho isso em mente, para ser minha primeira de muitas. Sempre falo que nunca vou deixar de trabalhar para estar na seleção brasileira", disse o atacante. Depois do bom jogo de ontem, Luiz Henrique passa a visar uma oportunidade no time titular do Brasil — a chance pode vir na terça-feira (31), contra a Croácia, no último amistoso que a seleção fará antes de Ancelotti anunciar os 26 convocados para a Copa do Mundo, no dia 18 de maio. Embora o sonho de jogar o Mundial esteja cada vez mais perto, Luiz Henrique ainda tem dificuldades para acreditar. Continua após a publicidade Relacionadas Luiz Henrique muda jogo de novo e vira candidato a 12º jogador na seleção França vence com 10 e dá choque de realidade no Brasil a 76 dias da Copa Raphinha e Wesley têm lesões musculares e são cortados da seleção Até hoje não cai a ficha, jogar pela seleção brasileira sempre foi meu sonho. Sempre que tem convocação, a gente passa mal, fica se tremendo. Não é normal estar numa convocação de seleção brasileira, com tantos jogadores excelentes que têm pelo Brasil. Toda convocação que tem a gente fica se tremendo. Luiz Henrique Luiz Henrique conversa com Carlo Ancelotti durante amistoso entre Brasil e França Imagem: Reprodução/Instagram Com o Mundial como foco principal, o atacante leva todo treino e jogo pelo Zenit como um passo a mais para conquistar o objetivo de estar na lista. E se depender dele, Ancelotti pode contar com todo seu esforço. Estou pronto a todo momento. Estou feliz, leve, quero trazer alegria para o Brasil. Mas tenho que fazer minha parte, sempre trabalhar para que, na hora que chegar a convocação, tenho certeza que ele vai me chamar. Luiz Henrique O que mais ele disse sobre seleção brasileira Como é ser chamado pelo Ancelotti? "Uma emoção muito grande de estar na seleção com o Ancelotti, um treinador que já ganhou tudo pelo mundo. Eu fique muito feliz e honrado de ser convocado pelo Ancelotti. Ele é muito gente boa, um cara tranquilo, que ajuda bastante os jogadores, está sempre no dia a dia e também escutando o que os jogadores podem trazer para ele, é um cara muito aberto". Pressão por não ganhar desde 2002. "A gente não pode entrar com essa responsabilidade dentro de campo, temos que entrar tranquilos e alegres para que tudo possa fluir naturalmente. Quando o grupo entra tranquilo e leve, a gente pode trazer a vitória para o Brasil. Não podemos entrar com essa pressão de que não ganha desde 2002, temos que ir naturalmente e jogar nosso futebol, para que dê tudo certo". Emoção ao ser convocado. "Não tem como saber antes. A gente fica olhando a convocação do Ancelotti pela TV, ficamos tensos. Lá [na Rússia] demora para passar, tem delay, os outros ficam sabendo primeiro. A gente não olha, deixamos o celular de lado, mas eu fico louco para ver e ela [esposa] fala para ver pela televisão. A gente fica se tremendo, passando mal, mas em todas as convocações com o Ancelotti eu pude estar dentro". Como vai comemorar se marcar na Copa? "Nem sei o que vou fazer. Vou virar cambalhota, dancinha não. Vai ter o pantera, que já estou acostumado, coração para a esposa, beijo na aliança. Tem tudo, virar cambalhota, correr para lá, correr para cá". Continua após a publicidade Veja o episódio do Fala Aí na íntegra 0:00 / 0:00 Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. 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