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Esporte Futebol Copa do Mundo Guardiola diz não torcer por seleção, mas vê caminho para vitória espanhola Do UOL, em São Paulo 17/07/2026 07h27 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Guardiola, técnico do Manchester City, durante jogo contra o Nottingham Forest, pelo Campeonato Inglês Imagem: Chris Radburn/REUTERS Pep Guardiola afirmou que não tem uma seleção específica para torcer no Mundial e avaliou que a Espanha pode fazer diferença contra a Argentina se encaixar seu meio-campo. O que aconteceu Guardiola disse que torce pelos jogadores, não pela camisa. Em entrevista à OKX, o técnico espanhol afirmou: "No Mundial vou escolher os jogadores de que gosto; não torço por uma seleção em específico, e sim por times com atletas de quem eu gosto e com quem já joguei, e vou ficar feliz em apoiá-los". Treinador citou seleções que têm atletas com quem ele já trabalhou ou que o impressionam. "Se a Argentina ganhar o Mundial, há jogadores que eu conheço; o mesmo acontece com a França; e, no caso de Portugal, há jogadores cuja sintonia me impressionou", disse. Daniela Lima Bater ou não bater: Flávio impõe desafio a rivais Casagrande Por que torcerei para a Argentina contra a Espanha Sakamoto Messi e Yamal vão tossir fuligem da crise climática André Santana Colonizados aprenderam o racismo dos colonizadores Ao falar da final entre Espanha e Argentina, Guardiola apontou um caminho para os espanhóis. Ele afirmou que, "se Rodri mostrar seu nível no meio-campo ao lado de Pedri e Lamine Yamal e estiver no seu melhor momento, a Espanha pode marcar a diferença". Guardiola também comentou a condição física de Lamine Yamal e o peso do jogador em decisões. "Lamine Yamal chegou um pouco atrasado fisicamente por causa das lesões recentes. No entanto, pela idade, tem uma capacidade incrível de lidar com a pressão e consegue decidir um jogo sozinho", declarou. Futuro fora dos holofotes e lembrança de Klopp Sem clube após uma década no Manchester City, Guardiola disse que vive um momento de pausa e mudança. "Comecei com 37 anos no Barcelona e agora tenho 56. Preciso fazer coisas novas. Agora me sinto muito feliz", afirmou. Ele não descartou voltar ao City no futuro, mas indicou que quer ficar mais nos bastidores por enquanto. "Um dia, claro, vou voltar ao Etihad Stadium. Mas agora quero estar atrás da cena. Se precisarem de mim, estarei lá", disse. Guardiola ainda voltou a citar Jürgen Klopp como o grande adversário da carreira. "Jürgen foi o maior rival da minha carreira. Esse cara conseguia mudar o sistema a cada 20 minutos. Ele me deixava louco", confessou. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Bater ou não bater? Dilema de Flávio nas pesquisas impõe desafio a rivais Ciclista é atropelado por ônibus no centro de São Paulo Ideia de Kassio sobre selo para pesquisa é errada, inexequível e perigosa Família de ministro do TCU venceu edital de R$ 1 bi no Porto de Santos Messi e Yamal vão tossir fuligem de mudança climática se não chover forte