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Palmeiras abriu a semana decisiva com uma vitória de peso: fez 2 a 0 no Athletico-PR mesmo depois da expulsão de Andreas Pereira ainda no primeiro tempo. A festa, porém, veio acompanhada de um lembrete incômodo: Flamengo venceu o Bahia e retomou a liderança, deixando a diferença em apenas um ponto — 67 a 66. Agora, a atenção se volta ao Fluminense: depois do triunfo por 2 a 1 no jogo de ida, um empate basta para Palmeiras chegar à final da Libertadores. Abel Ferreira pediu que a torcida empurre o time nos bons e maus momentos; nos treinos, a cautela com Vitor Roque, ainda em recuperação do tornozelo, desenha uma decisão sem o camisa 9. Entre a tensão e a esperança, a lateral-direita ofereceu uma pequena história de renascimento: Giay ganhou consistência, chegou à seleção da Argentina e alcançou a marca de 100 jogos, enquanto Khellven aproveitou a oportunidade contra o Athletico-PR. Abel Ferreira resumiu a dureza da cobrança alviverde com a imagem dos jogadores que primeiro são chamados de “bagre” e depois renascem — uma ironia que também soa como pedido de paciência. Fora de campo, o Conselho Deliberativo do Palmeiras suspendeu José Corona Neto por nove meses após o bate-boca com Leila Pereira; na reunião, também houve críticas ao diretor Anderson Barros. Um capítulo áspero de política interna em meio a uma semana que pede união em torno do time. Também veio uma frente judicial: a Justiça deu dez dias ao Palmeiras para apresentar documentos sobre a venda de Allan ao Manchester City, operação da qual o Figueirense tem direito a uma parcela, hoje disputada por credores. E, depois da semifinal, o calendário já aponta o Red Bull Bragantino na Arena Barueri, mudança de mando causada pela montagem da estrutura para o show do Iron Maiden. Decisão continental, perseguição ao líder e bastidores fervendo: o dia não deixou espaço para sossego.