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Futebol MP dá 5 dias para Corinthians explicar empresa que faz segurança de Stabile Fábio Lázaro Do UOL, em São Paulo (SP) 03/09/2026 18h12 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Osmar Stabile é alvo de apuração do Ministério Público de São Paulo Imagem: ETTORE CHIEREGUINI/AGIF O Ministério Público de São Paulo deu cinco dias para o Corinthians explicar como funciona a segurança do presidente Osmar Stabile. O que aconteceu De acordo com documento obtido pelo UOL, o MP quer saber quem são os profissionais da Bear Security que fazem a segurança de Stábile , além de ter acesso ao contrato com a empresa e aos documentos que autorizaram a contratação. A Promotoria também pediu as escalas dos seguranças para saber quem trabalhava para Stábile, quando e onde. O Corinthians terá ainda de informar o que fez com a Bear Security depois que surgiram dúvidas sobre a situação da empresa. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Segundo o MP, a Bear Security não tem autorização da Polícia Federal para prestar serviços de segurança. Por isso, a Promotoria pediu a abertura de uma investigação pela Polícia Federal. O promotor Cássio Roberto Conserino afirma que quem fosse responsável por retirar uma empresa sem autorização do serviço poderia ser responsabilizado se não tivesse tomado essa medida. O documento não aponta quem teria essa responsabilidade no Corinthians. O MP quer entender, principalmente, quais medidas o clube tomou depois de descobrir que a empresa não tinha autorização para atuar. Os documentos pedidos também devem esclarecer como a contratação foi aprovada e qual era exatamente o trabalho dos seguranças. As escalas podem indicar se eles trabalhavam para o Corinthians ou diretamente para Stábile. A Promotoria pediu ainda o processo interno que levou à contratação. O material deve mostrar quais áreas do clube participaram da decisão e como o serviço foi autorizado. Contratação já era investigada O Ministério Público já investigava se os pagamentos do Corinthians à Bear Security poderiam ter sido uma forma indireta de pagar Osmar Stabile . A apuração considera que dirigentes do clube não podem receber dinheiro pelo exercício do cargo. Continua após a publicidade Segundo os documentos da investigação, o Corinthians pagou R$ 586.987,65 à empresa. O MP quer descobrir se esse dinheiro foi usado para a segurança do clube ou para um serviço que beneficiava pessoalmente o presidente. A Bear Security também aparece em um pedido de impeachment apresentado por conselheiros e associados do Corinthians contra Stabile . O documento questionava contratações relacionadas à segurança e ao controle de acesso no clube. A investigação sobre a empresa faz parte de um procedimento que reúne outros casos envolvendo a administração do Corinthians. Um deles trata da contratação da Mega Assessoria Operacional, que prestou serviços de segurança e controle de acesso ao clube sem contrato formal. O UOL procurou o Corinthians, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso o clube se manifeste. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio