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Análise dos Times

Motivo: Mencionado por ter Jorginho, que não entra na conta de estrangeiros, mas sem foco excessivo ou positivo.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Mencionado por ter Carlos Coronel e Rafael Tolói, que não entram na conta de estrangeiros, mas sem foco excessivo ou positivo.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Mencionado por ter Maurício, que não entra na conta de estrangeiros, mas sem foco excessivo ou positivo.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Mencionado por ter Kannemann, que se naturalizou brasileiro e não entra na conta de estrangeiros, mas sem foco excessivo ou positivo.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Mencionado por ter Niclas Eliasson, que possui nacionalidade brasileira e não entra na conta de estrangeiros, mas sem foco excessivo ou positivo.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Mencionado por ter Matheus Reis, que possui cidadania brasileira e não entra na conta de estrangeiros, mas sem foco excessivo ou positivo.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Mencionado por ter João Costa, que possui nacionalidade brasileira e não entra na conta de estrangeiros, mas sem foco excessivo ou positivo.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Grêmio Flamengo São Paulo Jorginho Palmeiras CBF Cruzeiro Internacional Kannemann Maurício Rafael Tolói Matheus Reis Carlos Coronel Niclas Eliasson João Costa

Conteúdo Original

Futebol Jorginho, Tolói e mais: quais atletas não serão afetados pela redução de estrangeiros 22/09/2026 19h16 Deixe seu comentário Jorginho tem cidadania italiana, mas não entra na conta de estrangeiros do Flamengo Imagem: Sports Press Photo/Getty Images A nova restrição da CBF aos jogadores estrangeiros não vai atingir todos os atletas de outras nacionalidades que atuam no futebol brasileiro. Oito jogadores de clubes da Série A têm vínculos com o Brasil que fazem com que não sejam contabilizados no limite, seja por terem nascido no país ou por terem obtido a cidadania brasileira. Esses são os casos de Maurício (Palmeiras), Carlos Coronel (São Paulo), João Costa (Cruzeiro), Jorginho (Flamengo), Rafael Tolói (São Paulo), Matheus Reis (Fluminense), Niclas Eliasson (Internacional) e Kannemann (Grêmio). Atualmente, cada equipe pode relacionar até nove estrangeiros por partida. A partir do próximo ano, o limite será reduzido para oito e cairá em uma vaga por temporada até chegar a cinco em 2030. Sakamoto Flávio deu dinheiro à milícia do caso Marielle Daniela Lima As três opções de Lula contra as bets Helio de La Peña Além do Brasileirão, STF também entrou na Data Fifa Matheus Pichonelli Ex-BBB atira para puxar votos na propaganda da TV Jorginho A relação de Jorginho com a Itália começou ainda na adolescência. Natural de Imbituba (SC), o meio-campista deixou o Brasil nas categorias de base e foi para o Hellas Verona, onde deu os primeiros passos no futebol profissional. A carreira no país europeu também levou à cidadania italiana e, posteriormente, à convocação para a Azzurra. Classificação e jogos Brasileirão Jorginho passou por Napoli, Chelsea e Arsenal antes de retornar ao Brasil para defender o Flamengo, em 2025. Embora tenha construído sua trajetória internacional pela Itália, o jogador nasceu no Brasil e, por isso, não é contabilizado como estrangeiro pela regra da CBF. Mauricio Maurício comemora seu gol na derrota do Palmeiras para o Fluminense Imagem: Cesar Greco/Palmeiras A história de Mauricio com o Paraguai passa pela família. O meia nasceu em São Paulo e tem avó paterna paraguaia. O pai, embora brasileiro de nascimento, passou a infância e a adolescência no país vizinho. A ligação familiar fez com que Mauricio buscasse a cidadania paraguaia, processo concluído em fevereiro de 2026. Continua após a publicidade Antes de defender o Paraguai, o jogador havia passado pelas seleções brasileiras de base. Neste ano, disputou a Copa do Mundo pela seleção paraguaia e marcou contra os Estados Unidos. Mesmo com a mudança de nacionalidade esportiva, Mauricio nasceu no Brasil e não ocupa uma vaga de estrangeiro no Palmeiras. Rafael Tolói Rafael Tolói, do São Paulo, durante partida contra o Palmeiras, pelo Brasileirão Imagem: RODILEI MORAIS/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO Rafael Tolói nasceu em Glória D'Oeste, no Mato Grosso, e foi formado pelo Goiás. Depois de uma passagem pelo São Paulo, o zagueiro seguiu para a Itália, onde defendeu Roma e Atalanta. Foi no clube de Bérgamo que passou a construir uma relação mais longa com o futebol italiano. Em 2021, Tolói obteve a cidadania italiana e recebeu autorização da Fifa para defender a seleção do país. Ele participou da campanha do título da Eurocopa daquele ano. Mesmo com a dupla nacionalidade, o defensor continua sendo considerado brasileiro para a regra da CBF por ter nascido no país. Carlos Coronel nasceu no Brasil Carlos Coronel, goleiro do São Paulo, em treinamento no CT da Barra Funda Imagem: Erico Leonan / São Paulo FC Continua após a publicidade Carlos Coronel nasceu em Corumbá (MS), em uma família formada por pai brasileiro e mãe paraguaia. Criado em Porto Murtinho, também no Mato Grosso do Sul, o goleiro desenvolveu a carreira profissional fora do país e passou por clubes da Áustria e dos Estados Unidos. A ligação com o Paraguai ganhou outro capítulo quando Coronel passou a defender a seleção do país. O jogador possui dupla nacionalidade e retornou ao Brasil em 2026 para jogar pelo São Paulo. Como nasceu em território brasileiro, porém, seu nome não entra na conta de estrangeiros da CBF. Matheus Reis tem cidadania brasileira Matheus Reis nasceu na Cidade do México e chegou ao Fluminense aos dez anos de idade. Formado em Xerém, o atacante passou pelas categorias de base do clube antes de alcançar o time profissional em 2026. A nacionalidade brasileira veio por naturalização. Matheus Reis também teve passagem pelas seleções de formação do México, mas escolheu defender o Brasil e foi campeão do Sul-Americano Sub-17 em 2023. Como possui cidadania brasileira, não será afetado pela medida da CBF. Niclas Eliasson Niclas Eliasson nasceu em Varberg, na Suécia, e construiu toda a formação profissional no futebol europeu. Antes de chegar ao Internacional, em 2026, passou por clubes suecos, pelo Bristol City, da Inglaterra, pelo Nîmes, da França, e pelo AEK, da Grécia. Também defendeu a seleção sueca. Continua após a publicidade Apesar da trajetória ligada à Suécia, Eliasson possui nacionalidade brasileira. Filho de mãe brasileira, o jogador manteve contato com o país desde a infância e chegou ao Inter como um atleta sueco-brasileiro. João Costa João Costa nasceu em Umuarama, no Paraná, e começou a formação no futebol brasileiro. Passou por Palmeiras e Corinthians antes de seguir para a Roma, onde continuou a trajetória nas categorias de base e chegou a atuar profissionalmente. O atacante tem ascendência portuguesa e obteve a cidadania do país europeu, passando a ter dupla nacionalidade. João Costa também defendeu Portugal nas categorias de base, mas segue com nacionalidade brasileira. De volta ao país para defender o Cruzeiro, não entra na contagem de estrangeiros. Kannemann se naturalizou brasileiro Walter Kannemann durante jogo do Grêmio no Campeonato Brasileiro Imagem: Lucas Uebel/Grêmio FBPA Continua após a publicidade Kannemann é o único dos oito casos que fez o caminho inverso. Nascido em Concepción del Uruguay, na Argentina, o zagueiro chegou ao Grêmio em 2016 e permaneceu no clube durante toda a carreira no futebol brasileiro. Depois de quase uma década em Porto Alegre, o defensor concluiu o processo de naturalização brasileira iniciado em 2024. A mudança foi oficializada em março de 2026 e fez com que ele deixasse de ocupar uma vaga destinada a estrangeiros no elenco gremista. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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