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Meio-campista do Manchester City , Elliot Anderson afirmou que as críticas recebidas pelo clube após a condenação por irregularidades financeiras serviram para unir ainda mais os jogadores.
Contratado na última janela de transferências por 116 milhões de libras (cerca de R$ 765 milhões), Anderson foi eleito o melhor em campo na vitória por 3 a 0 em Anfield. Durante a partida, os visitantes foram chamados de “trapaceiros” após orgãos concluirem que o clube utilizou contratos fictícios para injetar 830 milhões de libras (aproximadamente R$ 5,47 bilhões) em receitas ao longo de nove temporadas.
A tendência é que esse tipo de provocação se repita nos estádios da Premier League , apesar de o City ter recorrido da decisão. A maneira como os jogadores lidaram com a situação, no entanto, indica que isso deve ter pouco impacto sobre a equipe.
“Estamos todos muito unidos, mais unidos do que nunca, e acho que precisamos ser assim”, afirmou Anderson. “Temos que permanecer juntos. Acho que isso realmente nos aproxima. Dá aquela determinação para entrar em campo, com todo mundo contra você, e derrotá-los, que foi o que fizemos.”
A equipe de Enzo Maresca conseguiu conter bem os donos da casa, enquanto o intenso jogo de pressão do Liverpool neutralizou o líder do campeonato durante quase uma hora. Mas, após a expulsão do meio-campista Gravenberch, o City aproveitou a oportunidade e marcou três golaços em 13 minutos, com Erling Haaland , Jérémy Doku e Rayan Cherki.
“No segundo tempo, mostramos muito mais qualidade do que no primeiro”, acrescentou Anderson. “Estava muito barulhento no primeiro tempo, mas realmente conseguimos silenciá-los na segunda etapa, executamos melhor o plano e marcamos três gols muito bons.”
“Temos jogadores extraordinários e um treinador extraordinário, então só vamos melhorar. Estou ansioso por isso”, afirmou.
Maresca também falou sobre os "barulhos" externos, dizendo que não é fácil para os atletas lidarem com o momento vivido pelo clube, mas afirmou que os jogadores do City estão mantendo o foco nas partidas e pouco pensando nas situações de fora.
"Não é fácil para os jogadores depois de, vocês sabem, depois das últimas duas ou três semanas. Mas, acho que eles estão lidando bem com toda a situação. Precisamos saber como lidar com as provocações de fora por causa da situação, mas as provocações estarão sempre aí, por isso temos que aprender a lidar", explicou em entrevista coletiva.
"Ao mesmo tempo, precisamos tentar fazer a nossa provocação, que é vencer jogos como vencemos hoje (no último domingo (11), contra o Liverpool). Os jogadores não estão pensando sobre as provocações, nem sobre o futuro".
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