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Ontem o Brasil brilhou em dois palcos: na quadra do Mundial Feminino de Handebol e nos bastidores da organização da Copa do Mundo. No Dortmund, Alemanha, a seleção feminina confirmou liderança ao vencer Angola por 32 a 25, mantendo a sequência de cinco triunfos em cinco jogos na segunda fase e consolidando o seu caminho na competição (Brasil 32 x 25 Angola). Também foram lembradas as viradas sobre República Tcheca (28-22) e Suécia (31-27) que marcaram a fase anterior do grupo, lembrando a força coletiva que o público espera ver até o fim do torneio [ ]. Além disso, o registro de uma vitória sobre Coreia do Sul por 32-25 e a diferença de 32-26 diante da Angola aparecem como capítulos da caminhada, mantendo o Brasil em posição de destaque na competição [ ]. No front de bastidores, o comentário é outro filme: o Brasil quer casa própria em Nova York para toda a Copa, buscando ficar no Centro de Treinamento do New York Red Bulls, em Harrison, New Jersey, desde a chegada aos EUA e ao longo da primeira fase, com a possível intervenção de França caso haja disputa pelo espaço, conforme o planejamento divulgado (França também deve ter prioridades por ranqueamento da FIFA) [ ]. A delegação brasileira, incluindo o técnico Carlo Ancelotti e o diretor de seleções Rodrigo Caetano, deve chegar aos arredores de Manhattan neste domingo, com o objetivo de permanecer na base escolhida até o final da Copa, esperando manter o status de seleção favorita e evitar mudanças de última hora [ ]. No conjunto do dia, o clube Brasil mostra duas frentes que se completam: desempenho sólido no handebol e uma logística ambiciosa para a Copa, que promete acender a expectativa da torcida e medir a paciência da organização diante de um calendário global cada vez mais exigente. Que este equilíbrio entre campo e planos de bastidores siga marcando o tom da jornada, com o clima de torcida em sintonia com os números dentro de quadro.^