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Opinião Futebol Casagrande: Neymar é líder sem liderança, e Santos não tem transparência Do UOL, em São Paulo 27/08/2026 09h51 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Santos tem um ambiente de falta de transparência e trata Neymar como líder sem que ele exerça liderança nos momentos decisivos, avaliou Walter Casagrande no UOL News Esporte , do Canal UOL. Casagrande comentou a derrota do Peixe por 3 a 0 para o Palmeiras, na grama sintética do Nubank Parque, no primeiro jogo das quartas de final da Copa do Brasil, em um jogo em que Neymar foi relacionado, mas não viajou com o elenco e não ficou nem no banco. Casagrande questionou a condução do caso e a ausência do jogador. Primeiro assim, ele não joga fora de casa. Não é só sintético o problema. O problema não é só sintético. Ele não joga fora de casa, gente. Cara, no Santos não tem transparência. Não tem. Não tem nenhuma transparência. Toda essa discussão aí de, 'não, foi a comissão técnica, eu tava 100%, eu queria jogar, a comissão técnica que decidiu', aí o Alexandre Matos vai e fala, 'foi nós que decidimos, foi tudo depois do jogo'. Foi tudo depois do jogo, né? Walter Casagrande Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Neymar negou que a ausência se deu pelo piso sintético, disse que estava "à disposição" e que a decisão foi da comissão técnica em função da sequência difícil do time . Arnaldo Ribeiro analisou que o ponto mais sensível não é apenas Neymar ter ficado fora do jogo, mas não ter acompanhado o grupo. Para ele, isso "desarma qualquer argumento" usado pelo clube para justificar a decisão. Ele não estar presente é o que me pega. Ele não estar no banco, ele não estar junto, ele não viajar junto. Isso, para mim, é incompatível e desarma qualquer argumento. (...) Ele não está machucado. Então ele podia estar... Ele foi relacionado, além de tudo. O estar relacionado para o jogo é um despiste. Arnaldo Ribeiro Casagrande disse que Neymar só jogou em São Januário, contra o Vasco, pelo Brasileirão, por se tratar de um confronto direto e questionou a liderança do jogador no clube. Para Casão, o Santos não consegue sustentar uma versão única quando se trata do camisa 10. Se ele não vai para São Januário, o mundo ia cair em cima dele, porque aí seria um grande absurdo o cara, o considerado líder do time, que não tem liderança nenhuma, mas é considerado líder, o cara que é o capitão do time (...). Então ele teve que ir. Walter Casagrande Júlio Gomes também apontou o "absurdo" na forma como o Santos lida com o tema e disse que a sensação é de que as decisões passam pelo próprio jogador e seu entorno, não por um comando claro da direção do clube ou da comissão técnica. Continua após a publicidade O grande absurdo da situação é que no seu clube não há quem mande, não há liderança. Não se sabe quem é que manda no Santos, quem é que toma as decisões, quem é que decide se o Neymar joga ou se não joga. Porque a impressão que a gente tem é que quem decide é o Neymar. Júlio Gomes Veja horários das lives do UOL Esporte Imagem: Arte/UOL Imagem: Arte/UOL Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio