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Futebol Fifa estuda ampliar Mundial de Clubes para 48 times em 2029, diz jornal Do UOL, em São Paulo 25/06/2026 13h38 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Gianni Infantino, presidente da Fifa, durante jogo da Copa do Mundo Imagem: Visionhaus/Visionhaus/Getty Images O Mundial de Clubes pode aumentar de 32 para 48 participantes a partir de 2029, em um movimento que tende a abrir mais vagas para times europeus, segundo o jornal britânico The Guardian . O que aconteceu A Fifa acertou uma parceria com a European Football Clubs (EFC) para operar o Mundial de Clubes. A entrada da entidade europeia é vista como um fator que acelera a discussão para ampliar o torneio na próxima edição, em 2029. Clubes europeus pressionam por mais vagas após o retorno financeiro da primeira edição com 32 times. O Chelsea, campeão do torneio no ano passado, recebeu cerca de 84 milhões de libras em premiação, o que aumentou o interesse de outras potências em facilitar a classificação. Alexandre Borges Pastora Michelle fundou a sua própria igreja João Paulo Charleaux Eduardo Bolsonaro prega bombardeio aéreo ao Brasil Janaína Figueiredo A tragédia venezuelana não tem fim Josias de Souza Michelle faz Flávio perder terreno entre mulheres A regra atual de limite por país pode virar alvo de mudança, com impacto direto na Inglaterra. A edição disputada no ano passado, nos EUA, teve 12 representantes europeus, mas ficou sem campeões nacionais como Liverpool, Barcelona e Napoli, porque a classificação considerou os quatro últimos vencedores da Champions League e equipes do ranking da Uefa na Fifa, mas com a limitação de duas por país. A EFC defende que mais europeus aumentariam o valor comercial do torneio, em meio a dificuldades na venda de direitos de TV. A Fifa fechou um acordo global de 1 bilhão de dólares com a plataforma DAZN depois que a empresa recebeu um investimento equivalente da Surj Sports Investments, ligada ao governo da Arábia Saudita. Como a parceria com a EFC muda o cenário A EFC já tem uma parceria com a Uefa, a UC3, que administra competições de clubes na Europa. A tendência, segundo o Guardian , é que o arranjo com a Fifa siga uma lógica parecida, após um período de atrito antes da primeira edição do Mundial ampliado. A entidade europeia reúne mais de 700 clubes e é presidida por Nasser Al-Khelaifi, do PSG. O Real Madrid voltou ao grupo neste ano após ter sido suspenso por cinco anos por defender a criação da Superliga Europeia e ser readmitido depois de se retirar formalmente do projeto, em fevereiro do ano passado. A Fifa avalia positivamente o trabalho comercial feito pela EFC para a Uefa, com alta previsão de receitas. As receitas de mídia e patrocínio da Champions League e de outros torneios europeus devem crescer cerca de 25% no próximo ciclo de quatro anos, a partir de 2027, de acordo com a reportagem. Continua após a publicidade Pagamentos de solidariedade e próximos passos Um tema pendente é a distribuição de 185 milhões de libras prometidos em pagamentos de solidariedade a clubes do mundo todo. A quantia, citada pelo Guardian , ainda não foi repassada, e a promessa era beneficiar também equipes que não participaram do torneio. Premiação total de 740 milhões de libras já foi paga, mas as confederações ainda discutem como dividir o valor de solidariedade. Se a divisão fosse igual, cada clube de primeira divisão no mundo receberia cerca de 50 mil libras, mas a demora tem gerado frustração. Depois de um acordo sobre a distribuição, a atenção deve se voltar para o formato de 2029 e a possível expansão. A discussão inclui o número de vagas europeias e a manutenção ou não do limite de participantes por país. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Pastora Michelle fundou sua própria igreja Tuberculose pode ser gravíssima, como diz defesa de Oruam? Entenda o quadro Quem é Beto Sicupira, bilionário sócio da AB InBev e do 3G Capital Yeboah: o alemão que joga pelo Equador e hoje tenta vencer país onde nasceu PGR defende aguardar investigação sobre arma para decisão sobre domiciliar