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Futebol Endrick aproveita chance, marca após dois anos e cria dúvida para Ancelotti Guilherme Padin e Thiago Arantes do UOL e Colunista do UOL 06/06/2026 21h12 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× No amistoso que era o último teste da seleção brasileira antes da Copa do Mundo, Endrick foi aprovado de novo. O atacante saiu do banco contra o Egito e marcou o segundo gol brasileiro na vitória por 2 a 1, em Cleveland, uma semana antes da estreia diante de Marrocos no Mundial. Não foi a primeira vez. Diante do Panamá, no domingo passado, o jogador do Real Madrid também tinha se destacado. Contra a Croácia, em março, o jovem de 19 anos mudou a cara da partida, com uma assistência e um pênalti sofrido, numa atuação que o colocou de vez na convocação final. O gol deste sábado foi o quarto de Endrick em sua trajetória na seleção. Somado à assistência contra os croatas, foram cinco participações em gol em 17 partidas. Josias de Souza Bolsonaro soluça a dias da reanálise de domiciliar Sylvia Colombo Peru aprendeu a viver sem acreditar na política Milly Lacombe Fifa cancela ingressos 'grátis' devido a erro em site Tostão Certas discussões sobre a seleção são obsoletas Mas o que impressiona, mesmo, é o quanto ele aproveita o tempo que tem em campo: com 490 minutos jogados, a média é de uma jogada de gol ou assistência a cada 98 minutos. É essa capacidade de decidir em pouco tempo que faz o atacante colocar mais dúvidas na cabeça de Carlo Ancelotti. Se a ideia do treinador era observar mais opções, ele já percebeu que o jogador revelado pelo Palmeiras corresponde sempre que é acionado. Endrick comemora gol contra o Egito no último amistoso do Brasil antes da Copa Imagem: AFP O gol de Endrick contra os egípcios também foi importante para encerrar um jejum de quase dois anos. Desde 8 de junho de 2024, num amistoso contra o México, ele não balançava as redes. A seca do atacante é longa, mas tem explicação. Continua após a publicidade Em junho de 2024, Endrick aparecia de forma fulminante: aos 17 anos, havia marcado contra a Inglaterra, em Wembley, e a Espanha, no Santiago Bernabéu, nos dois primeiros amistosos da Era Dorival Júnior. Dias depois de marcar contra os mexicanos, ele chegou à Copa América como candidato à posição de titular, mas acabou no banco; só jogou contra o Uruguai, quando Vini Jr. estava suspenso. Após a eliminação, foi esquecido. Sem espaço no Real Madrid (ora por decisão técnica, ora por lesões), saiu das convocações, tanto na reta final de Dorival Jr. quanto nas primeiras listas de Carlo Ancelotti. Aconselhado pelo italiano, foi ao Lyon por empréstimo, marcou 8 gols e deu 8 assistências em 21 jogos e ganhou como prêmio o retorno ao time. A uma semana da estreia na Copa do Mundo, Ancelotti diz que tem "26 titulares" e cravar na pedra um time considerado titular. Enquanto o técnico faz seus testes, Endrick aproveita. Ancelotti já sabe que, caso seja necessário, pode contar com ele. 0:00 / 0:00 Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Endrick dedica gol ao filho que nascerá e avisa: 'é aqui onde quero estar' Seleção feminina sabotada e ganhadora Raphinha mostra pessimismo após lesão de Wesley na seleção: 'Muito triste' Endrick decide, e seleção vence o Egito no último jogo antes da Copa Egito não resiste ao segundo tempo brasileiro