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Esporte Futebol Sem Neymar, Santos empata com São Paulo na Vila sob protestos da torcida Valentin Furlan Colaboração para o UOL 04/02/2026 22h07 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Nesta quarta-feira, Santos e São Paulo se reencontraram, agora pelo Campeonato Brasileiro, e empataram por 1 a 1, na Vila Belmiro. A partida foi válida pela 2ª rodada do nacional. O clássico teve um gol em cada tempo. Zé Rafael abriu o placar para os mandantes no fim da etapa inicial, enquanto Calleri empatou na etapa final. Camisa 10 santista, Neymar assistiu à partida das tribunas, ainda sem estar 100% fisicamente. O Tricolor, enquanto isso, foi a campo com vários destaques no banco, como Lucas, Luciano e Marcos Antônio. Juca Kfouri A Nação não aprendeu com a Fiel e vaiou o Flamengo Casagrande Torcida perde a paciência com o futebol chato do Fla Josias de Souza Pesquisa sinaliza desejo de mudança do eleitorado Sakamoto É ano eleitoral e o fim da escala 6x1 vem aí Esta foi a segunda vez em cinco dias que os rivais se enfrentaram. No fim de semana, claro, as equipes se encontraram, mas pelo Paulistão. Tapia e Luciano marcaram os gols da vitória do time do Morumbis. O primeiro tempo ficou marcado por protestos da organizada do Peixe contra a diretoria: ficou em silêncio durante a maior parte da etapa inicial, parando apenas para gritar palavras de ordem contra o presidente Marcelo Teixeira. O resultado deixou o Peixe provisoriamente no 15° lugar da tabela, com um ponto somado. O Tricolor, enquanto isso, assumiu o 5° lugar, com quatro. Os rivais voltam a campo no fim de semana, agora pelo Paulistão: o Santos, perto da zona do rebaixamento, vai a Bauru visitar o Noroeste, enquanto o São Paulo recebe o Primavera, no Morumbis. Como foi o jogo O Santos iniciou a partida com postura agressiva e tomando mais iniciativa. A equipe pressionava alto e conseguia dificultar a saída de bola dos visitantes, que sofriam riscos nos primeiros instantes. Continua após a publicidade Mesmo sob pressão e sem volume ofensivo constante, o São Paulo passou a ser mais lúcido quando conseguiu escapar. Aos poucos, encontrou caminhos e criou as melhores oportunidades da etapa, especialmente na principal delas: Bobadilla deu um passe espetacular para Tapia finalizar com perigo, rente à trave esquerda de Brazão. Apesar disso, o jogo se concentrou no campo ofensivo do Santos, cenário que aumentou o risco para os visitantes. Em uma dessas ações, Gabigol quase abriu o placar de cabeça. Em outra, a bola foi para as redes: Adonis — que poderia ter sido expulso por falta em Calleri em lance de perigo — arrematou de longe, Rafael espalmou para dentro da área, e Zé Rafael, de cara para o gol, marcou. 1 a 0, praticamente no último lance do primeiro tempo. O Tricolor voltou do intervalo com postura um pouco melhor , ainda encontrando dificuldades para furar o bloco defensivo do Santos, mas com mais presença no campo ofensivo. O cenário da partida mudou de forma clara quando Hernán Crespo promoveu três alterações de uma vez, lançando Marcos Antônio, Luciano e Lucas Moura. As mudanças surtiram efeito imediato. Logo no primeiro lance após as entradas, Luciano sofreu falta na entrada da área, em posição perigosa. Na cobrança, Lucas bateu rasteiro, e Gabriel Brazão fez a defesa. Pouco depois, o São Paulo transformou o momento de crescimento em gol: após cruzamento para a área, Calleri ganhou da marcação pelo alto e cabeceou para empatar a partida, justamente no momento em que os visitantes assumiam o controle do jogo. Continua após a publicidade Já na casa dos 30 minutos do segundo tempo, Vojvoda voltou a mexer na equipe, e o Santos conseguiu equilibrar novamente as ações. A reta final foi marcada por chances para os dois lados, mas sem eficácia. Apesar das tentativas, ninguém conseguiu balançar as redes outra vez, e o clássico terminou empatado por 1 a 1. FICHA TÉCNICA SANTOS 1 x 1 SÃO PAULO Data e horário: 4 de fevereiro de 2026, às 20h (de Brasília) Competição: Campeonato Brasileiro (2ª rodada) Local: Vila Belmiro, em Santos (SP) Público: 10.280 Renda: R$ 602.735,63 Árbitro: Anderson Daronco (RS) Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e Tiago Augusto Kappes Diel (RS) Quarto árbitro: Murilo Tarrega Victor (SP) VAR: Rodrigo Nunes de Sá (RJ) Cartões amarelos: Adonis Frías, Escobar, João Schmidt e Rony (SAN); Alan Franco (SAO) Gols: Zé Rafael, 45+5'/1°T (SAN) e Calleri, 11'/2°T (SAO) SANTOS: Gabriel Brazão; Mayke, Adonis Frías (João Basso), Luan Peres e Escobar; João Schmidt, Gabriel Menino (Gabriel Bontempo) e Zé Rafael (Miguelito); Barreal (Rolheiser), Gabriel Barbosa e Rony (Lautaro Díaz). Técnico: Juan Pablo Vojvoda. SÃO PAULO: Rafael; Alan Franco (Lucas Moura), Arboleda e Sabino; Maik (Ferraresi), Bobadilla (Luan), Danielzinho, Pablo Maia (Marcos Antônio) e Enzo; Tapia (Luciano) e Calleri. Técnico: Hernán Crespo. 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