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Esporte Futebol Copa do Mundo PVC: 'Está claro que a Fifa morre de medo dos Estados Unidos' Do UOL, em São Paulo 18/07/2026 11h20 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A Fifa trata os Estados Unidos como um ator que impõe condições e muda a própria lógica do torneio, avaliou PVC no Posse de Bola , do Canal UOL. Ao comentar um evento que, segundo os debatedores, atrapalhou a rotina de Argentina e Espanha antes da final, o comentarista disse ver um motivo central para a postura da entidade com o país-sede. Mas olha só, vamos voltar para a Copa do Mundo do Brasil de 2014. Por que o Morumbi deixou de ser sede da Copa? Porque tinha uma questão política evidente. Mas a justificativa, uma das justificativas, é que, para ser abertura da Copa, ele tinha que ter uma cobertura e ele não podia ter os vestiários atrás dos gols. Aí você vai no estádio de Boston em França e Marrocos. Os narradores estão fritando debaixo do sol porque não tem cobertura. Nem para os narradores. E os times saem de trás do gol. Então, assim, por que a Fifa morre de medo? A Fifa morre de medo dos Estados Unidos, está claro. Por que? Porque todos os dirigentes foram presos pela FBI. Ou a gente vai esquecer do J. Hawilla, do Ricardo Teixeira, do José Maria Marin, do Marco Polo Del Nero, do Nicolás Leoz, do presidente da CONCACAF? Então, a Fifa morre de medo dos Estados Unidos por isso. É por causa disso. PVC Mauro Cezar Broxante, 3º lugar só atrai as seleções menores PVC Está claro que a Fifa morre de medo dos EUA Sakamoto Brasil pede fim da 6x1, mas Flávio oferece Jair livre Christian Dunker A psicanálise é uma pseudociência? O comentário veio no meio de uma discussão sobre a Copa do Mundo 2026 e sobre como a organização do evento pode mexer com a experiência de seleções, imprensa e torcedores. PVC disse que, no caso específico do encontro com os finalistas, a questão não era só logística: para ele, houve interferência direta na preparação. "Interferiu na rotina dos dois finalistas que vão jogar amanhã", afirmou, ao citar mudanças de horários e deslocamentos. Danilo Lavieri também criticou o formato do evento e disse que jogadores e treinadores ficaram desconfortáveis com o ambiente de "gritaria" e com a presença de público pagante. Ele completou: Os caras se sentiram desconfortáveis ontem nesse evento. [...] Os jogadores sentaram ali no lugar de frente para uma galera que pagou o ingresso para poder entrar. [...] O Messi tentava responder gritando. Um negócio meio constrangedor. [...] Essa metáfora que eu usei sobre parecer uma pesagem, só faltou encostar a cara a cara. [...] Negócio assim que não combina com o que a gente tem visto de futebol. Danilo Lavieri Mauro Cezar Pereira ampliou a crítica ao dizer que a Copa, nos Estados Unidos, tende a incorporar "penduricalhos" típicos do esporte americano e que isso já muda o ambiente de estádio e de transmissão. Para ele, a FIFA aceita esse pacote: "Eles estão fazendo o que eles querem. E a Fifa está aceitando", disse. Na mesma linha, José Trajano afirmou que a preocupação é com o que vem depois em solo americano, citando os Jogos Olímpicos, e questionou o grau de interferência em grandes eventos esportivos realizados no país. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora F1: Antonelli faz a pole na Bélgica; Bortoleto vai largar em nono Corpo de homem de 28 anos é encontrado no Parque Augusta, em SP Quem era o casal encontrado morto em condomínio no Distrito Federal Corpo de cozinheira é identificado em Angra dos Reis; patroa é suspeita Val Marchiori acolhe filho da atual esposa de Brennand; conheça a socialite