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Análise dos Times

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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Diniz usa estratégia fraca, só de cruzamentos, e Corinthians é eliminado Walter Casagrande Jr. Colunista do UOL 06/08/2026 22h40 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Corinthians foi um time que se limitou, desde o início da partida, a fazer chuveirinho na área. Qual foi a tática e a estratégia de Fernando Diniz? Só cruzar a bola na área e mais nada. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Colocou o "gigante" Pedro Raul para isso, e ele, depois de 300 cruzamentos, ganhou uma bola e fez o gol. Fora isso, os zagueiros do Internacional ganharam todas e saíram do jogo consagrados, mas possivelmente com dores de cabeça. O Internacional veio só para se defender e garantir a vantagem de 2 a 0 conquistada no domingo, no Beira-Rio. O Corinthians não teve toque de bola, não teve tabelas, não teve evolução nas jogadas e só cruzou a bola na área o jogo todo. Time de Diniz não teve toque de bola, tabela, evolução... só cruzou bolas na área Imagem: Marcello Zambrana/AGIF Do início ao fim, foi essa pobreza tática: sem criatividade, sem lucidez, só bola alta. Fez dois gols de cruzamentos e esperava fazer quantos só levantando a bola na área? Continua após a publicidade O Internacional não jogou nada, mas deu um chute e fez um golaço com Bernabei. Depois, limitou-se a se defender e cabecear, cabecear, cabecear até o árbitro acabar o jogo. Pedro Raul marcou o segundo gol, mas fez uma partida péssima, porque só ganhou uma disputa da defesa adversária depois de diversos e diversos cruzamentos na área. Não ajeitou nenhuma bola, não fez pivô para ninguém. Ou seja, não fez nada, a não ser o gol. Mas a responsabilidade por essa eliminação, pelo pouco futebol e por uma estratégia de jogo muito pobre é do treinador Fernando Diniz. De domingo até hoje, ele preparou o time só para cruzar a bola na área? Agora, no meio da semana, irá até Rosário enfrentar o Rosario Central pela primeira partida das oitavas de final da Libertadores. E o que fará? Continua após a publicidade Para eliminar o Rosario Central, irá precisar de muito mais do que cruzamentos. O time precisa jogar bola, não ser tão limitado assim como foi nas duas partidas contra o Internacional. Não adianta encher o time de atacantes, porque isso não significa, necessariamente, que a equipe ficará mais ofensiva. Ela ficará mais confusa, embolada e tumultuada no ataque e, somando-se aos defensores do adversário, os espaços desaparecem. Para envolver uma defesa fechada, não adianta encher a área de jogadores. É preciso abrir o jogo e usar quem vem de trás. Mas Fernando Diniz fez tudo ao contrário: tumultuou a área. Dois péssimos trabalhos nessas oitavas de final da Copa do Brasil, que custaram a classificação para as quartas de final. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Casagrande por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Lula e Janja vão a SC pela 1ª vez na campanha e buscam voto feminino Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo