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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: A matéria foca no time feminino do Vasco, destacando o momento positivo, a estreia em São Januário e a fala do técnico e jogadoras, exaltando o clube e sua história.

Viés da Menção (Score: 0.9)

Motivo: Mencionado apenas como um dos líderes da competição, sem aprofundamento ou linguagem tendenciosa. Trata-se de uma informação factual.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Citado como adversário futuro, com neutralidade na apresentação.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Vilmara, zagueira do Vasco, vai às lágrimas ao contar sua relação com o clube O time feminino do Vasco está em fase positiva: a equipe tem 100% de aproveitamento no Brasileiro A2 — são seis vitórias em seis jogos, dividindo a liderança com o Atlético Piauiense. Em zona mista concedida em São Januário na manhã desta quarta-feira, o técnico Rubens Franco destacou o bom momento. — A gente conseguiu fazer um planejamento muito bom, fazendo com que a Copa Rio fosse um meio de evolução da equipe. No momento que eu cheguei, em janeiro, e a gente tem essa competição para preparar para o Brasileiro A2, dando uma minutagem para todas as jogadoras, entendendo o modelo de jogo, foi muito importante e se configurou na campanha excelente que a gente conseguiu desenvolver. Na Copa Rio tivemos enfrentamentos contra equipes de A1, e conseguimos conectar a equipe da melhor maneira possível para fazer essa campanha — analisou. A próxima partida, no sábado, contra o JC Futebol Clube, será especial: o time jogará em São Januário pela primeira vez em 2026. — É fundamental a gente conseguir jogar em São Januário. Por toda a história que o feminino do Vasco tem, por todas as atletas que já passaram por aqui, e as atletas que estão fazendo essa excelente campanha conosco, é importante o clube valorizar isso e nos dar essa oportunidade de jogar aqui e trazer a torcida para nos apoiar — afirmou. 1 de 1 Rubens Franco, novo técnico do futebol feminino do Vasco — Foto: Reprodução Rubens Franco, novo técnico do futebol feminino do Vasco — Foto: Reprodução É o primeiro trabalho de Rubens em categoria profissional. Antes do Vasco, ele passou 18 anos na base do Grêmio e trabalhou na Seleção sub-15. Os bons resultados não escondem: o técnico se vê preparado. — A gente tem um grupo de trabalho muito bom, uma comissão completa que consegue desenvolver o trabalho. Cada um dentro da sua importância no desenvolvimento do dia a dia, do planejamento. Então, acho que ter essas pessoas e a gente conseguir fazer o trabalho integral facilitou bastante o trabalho, e a gente conseguiu desenvolvê-lo de uma forma muito rápida e fazendo com que esses resultados se configurassem da forma que está acontecendo agora no Brasileiro A2 Em paralelo, a zagueira Vilmara se emocionou ao falar da relação com o clube e o que ele representa na vida das atletas. Ela é peça importante da equipe vascaína e conta com o prestígio do treinador. — A identificação começou pessoal mesmo, assim que eu cheguei me senti muito acolhida, eu sou completamente apaixonado por esse clube. Toda vez que eu visto essa camisa é uma emoção diferente, e toda vez eu quero entregar o melhor de mim, porque esse time merece, nós merecemos, todo o staff. É muito além do campo, muita gente nos ajuda, que tá ali trabalhando todos os dias. É emocionante pra mim porque eu me sinto parte. A gente fala sobre pertencer, eu me sinto muito pertecente ao Vasco, e esse carinho foi se construindo e eu me sinto completamente apaixonado pela Cruz de Malta. — Me emociona muito pelo fato de eu ser negra. Então saber que hoje eu defendo um time que também defende as causas, não só do racismo, mas todas as outras, é muito importante não só pra gente, para o público também entender que o Vasco não é só um time, o Vasco é uma instituição gigante. Não gigante só pelo futebol, mas por todas as modalidades e por tudo que representa. Layza Brum, atacante de 22 anos, projetou o próximo confronto e analisou as necessidades da equipe em termos de postura e estratégia. — O que a gente mais escuta não só do Rubens, mas de toda a equipe que compõe o elenco é objetividade. A gente tem que ser muito objetiva, porque a gente sabe que jogar contra as equipes também, que são objetivas, a gente pode levar o gol e chegar lá na frente e perder a oportunidade. Então a gente tem que criar, começar a defesa, meio, ataque, todo mundo está com o mesmo foco, o mesmo objetivo. Veja outros pontos da coletiva RUBENS FRANCO Relação entre departamento de futebol feminino e diretoria — De relação, parte mais da nossa gestão. Eles que fazem mais essa interface com o pessoal da diretoria. Como a gente tem uma rotina muito atribulada com demandas de campo e viagem, a gente acaba ficando um pouco à parte dessa gestão que faz o meio de campo, porém do que a gente recebe de informação, esse apoio é muito grande, e a gente tá conseguindo identificar no dia a dia, tanto agora com essa oportunidade de estar jogando em São Januário. Desenvolvimento de lideranças e são januário — Quando mais lideranças a gente tiver lá dentro, melhor. Porque muitas vezes a gente fica em um lado, e a comunicação não chega. Você pega um jogo com estádio cheio, gritaria de torcida, a gente precisa que elas tenham autonomia lá dentro para resolver os problemas. A gente trabalhando as jogadoras com potencial de liderança, elas sendo comunicativas, isso vai facilitar meu trabalho lá dentro, porque elas dentro do campo conseguem resolver. CT para o feminino — É um ponto muito positivo, porque, no momento que tem um CT que é só nosso, a gente consegue trabalhar com as demandas de horários também. Se a gente acha importante um treino de manhã ou de tarde, jogar com isso facilita também a nossa logística. E isso é muito importante também para a gente conseguir trazer as melhores adaptações dentro do cenário do calendário da competição. Respeito ao adversário e estratégias — A gente tem uma confiança na equipe, mas temos que respeitar as outras equipes que estão disputando a competição. Todo jogo com a camiseta do Vasco tem que ser uma final, a gente tem que levar dessa maneira, porque a representativide do Vasco e do nosso trabalho, do que almeja como profissional, é sempre buscar protagonismo e evolução, pra que isso aconteça a gente tem que levar todos os jogos a sério, levar todo o comprometimento do dia a dia a sério, e respeitando os adversários, independente da colocação que eles estão. Se a gente for analisar a tabela, a gente já viu resultados muito parelhos de equipes que estão lá em cima contra equipes que estão lá embaixo. Hoje em dia, a informação está pra todo mundo, todos conseguem enxergar o jogo e as alternativas das equipes. A análise é muito mais fácil do jeito que está a programação da competição, com bastante jogos passando na televisão, não tem como chegar no jogo fazendo segredo para o adversário. Isso facilita as estratégias e fazem com o que os jogos sejam mais difíceis. — Hoje em dia, não tem como fazer segredo porque os vídeos dos jogos estão aí, né? Então, independentemente da zona da tabela, a gente já viu as equipes debaixo fazendo confrontos muito parelhos com as equipes que estão mais acima. Isso tudo vai depender do plano estratégico, do momento do jogo também, como a nossa equipe vai se comportar no momento do jogo. E a gente sabe que daqui a pouco uma ou duas peças não estão num dia tão feliz, isso aí pode prejudicar um pouquinho a dinâmica. Mas a gente entende também que o nosso grupo está muito coeso, está conseguindo desenvolver esse trabalho de uma maneira muito boa. Se a gente pegar o nosso confronto, por exemplo, contra o Itabirito, que é uma equipe que está brigando lá em cima da tabela, a gente conseguiu fora de casa fazer um resultado bom de 3 a 0, ter uma defesa sólida, ter um ataque muito efetivo. Então, a gente tem a perspectiva de fazer um bom jogo. Mas isso vai depender muito da postura da equipe adversária. Então, a gente tem que ir respeitando o Itacoatiara e fazendo o nosso melhor dentro de campo, que a partir dessa situação a gente trabalhou dentro do nosso modelo de jogo, da estratégia que a gente vai traçar para o jogo. Com certeza que essa pressão conseguiu dar conta do recado. Nível das atletas e oscilação — No momento que a gente tem um grupo de muita qualidade, vão acontecer momentos que a atleta vai estar em um nível excelente; e, na outra semana, (talvez) caia um pouquinho. O grupo entendeu isso, no momento que a gente tem muitas jogadoras de qualidade, a semana vai dizer o que vamos proporcionar dentro do jogo. Então, essa situação de merecimento elas já entenderam. A gente consegue, com a estratégia que a gente trouxe na Copa Rio, poder rodar e olhar todas as jogadoras, e entender em qual contexto de função e posição dentro do campo elas conseguem exercer da melhor maneira possível. Isso facilitou bastante para que o grupo comprasse a ideia do modelo de jogo. Integração entre os departamentos — A gente tem também a nossa psicóloga do esporte dentro do grupo da comissão. Então, com essas áreas específicas e profissionais específicos, a gente consegue trabalhar de uma forma integral. Toda semana tem reuniões, a gente conversa sobre os adversários, sobre os próximos passos para gente ir otimizando o que vai acontecer futuramente com as nossas demandas de jogos e de calendário. Dentro dessas conversas, a gente consegue estabelecer alguns parâmetros para desenvolver e fazer os ajustes pontuais, porque como a gente faz essas reuniões com antecedência no planejamento, a gente consegue já visualizar também algumas demandas futuras que podem vir a ocorrer e a gente, com esse trabalho de cada um conseguindo fazer bem a sua parte. A gente está conseguindo otimizar bem as situações e desenvolver da melhor maneira possível para entregar para as atletas o melhor, porque o objetivo é fazer com que elas desempenhem lá dentro. Elas são as protagonistas do jogo e a gente tem que fazer o melhor pra desenvolver o trabalho delas. — A nossa situação está muito bem alinhada entre nós da comissão, com o departamento da parte física, o departamento médico. A gente consegue traçar também estratégias e é por isso que a gente priorizou ter um grupo de muita qualidade para conseguir rodar esses atletas de acordo também com a demanda que temos. Com esse grupo qualificado, a gente pode fazer essa rodagem de maneira mais natural, e as atletas, de forma integral, entendem muito bem o nosso modelo de jogo, conseguem se comportar dentro das características e funções que exercem dentro do campo. Isso é uma coisa que a gente está conseguindo fazer de forma muito tranquila porque todos os departamentos estão bem alinhados para executar o trabalho da melhor maneira possível. Mais sobre planejamento e próximo jogo — A gente tem que pensar primeiro no jogo agora de sábado e, posteriormente, a gente vai começar a pensar também no jogo do próximo rodada. Então, é identificar as estratégias das equipes, tem que trabalhar conforme o plano estratégico para o jogo. Porque pode ser, de um jogo para o outro, o plano estratégico seja diferente. Não tem como a gente agora já pensar na rodada seguinte. A gente tem que pensar rodada a rodada. Pensar primeiro no Itacoatiara para depois a gente pensar no Atlético Piauiense. E assim, de grau a grau, a gente vai conseguindo trabalhar também. O grupo já entende que existem momentos da competição que a gente vai ter que trabalhar com algumas adaptações e diferentes estruturas de jogo, diferentes estratégias. O ponto forte que uma equipe tem que ter para conseguir almejar coisas grandes é essa capacidade de adaptação também dentro das circunstâncias que o jogo e a rodada te oferecem. Impacto de jogadoras estrangeiras no grupo — O impacto das atletas são referentes a qualidade que elas desempenham. Independente da nacionalidade, de ser estrangeira, a gente busca sempre as jogadoras que tenham bons comportamentos, e uma qualidade que vai poder entregar o melhor desempenho possível dentro de campo. A gente quer uma equipe sempre protagonista e agressiva, como foi na história do Vasco, sempre chegando em final e buscando título. VILMARA Integração com a base — A gente tem mais contato com as meninas que são integradas, às vezes a gente acaba se encontrando aqui em São Januário. Algumas meninas do profissional que tem idade pra jogar na base, sempre que elas voltam elas falam o quanto admiram a gente, do quanto que elas torcem, todas seguem a gente e a gente segue de volta. Essa integração é muito importante, não só pra gente, mas pra elas também. Temos que fazer o melhor possível para que elas nos vejam como inspiração. As meninas são muito tranquilas e a gente deixa elas muito à vontade para serem quem elas são. — Eu tento deixar elas o mais confortável possível, porque eu sei que tem essa responsabilidade de estar saindo da base para integrar o profissional, e as vezes é relacionada também e tem aquela expectativa. Tento deixar elas mais tranquilas possível, erros acontecem, é pensar no que vai fazer depois. LAYZA BRUM Horário das partidas — Às vezes, sim, o horário pega muito. Às 3 da tarde, tem dias que está um sol absurdo. Isso pega muito no físico da gente que acaba afetando o mental. Mas a gente condiciona durante a semana, durante o ano. Normal a gente sabe que a gente pode lidar com as adversidades. Mas independentemente do horário a gente vai estar preparado para jogar e para desempenhar o melhor. Lei do ex no último jogo — Hoje, eu vivo um momento inesquecível na minha carreira. Fazer gol no Sport, querendo ou não, é bom. É a lei do ex, mas a gente fala do total respeito ao Sport, a história que eu tenho lá, mas é muito gratificante. Estou aqui no Vasco, compreendo meu papel e espero continuar. Trabalho fora de campo — Muita gente vê só a gente dentro de campo ali, mas o externo fica um pouco off, vamos dizer assim. Mas sempre tem a questão da fisioterapia, a questão do controle de carga, todas essas questões de alimentação. Isso faz total diferença dentro de campo, porque, depois disso, a gente consegue trazer resultados melhores. Então, não adianta a gente chegar dentro de campo cansado, não bem das pernas, vamos dizer assim, ou até passando por problemas mentais, isso pode afetar muito a gente dentro de campo. Então, esse suporte por trás, o que a gente demonstra para vocês, é muito importante. Parceria com Lourdes — O segredo é mais a gente se entender. A gente mistura um pouquinho ali, mas é saber, compreender, escutar um pouco. Ela passa informação para mim, eu para ela. A gente tem essas trocas, esses feedbacks, não só com a Lourdes, mas com as outras também. Mas com a Lourdes tenho me entendido um pouco melhor + ✅Clique aqui para seguir o canal ge Vasco no WhatsApp 🗞️ Leia mais notícias do Vasco 🎧 Ouça o podcast GE Vasco 🎧 Assista tudo sobre o Vasco no ge, na Globo e no SporTV: