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O Brasil terminou em 5º lugar na final por equipes do Mundial de Ginástica Artística Feminina, disputado em Roterdã, nos Países Baixos. Mesmo com a volta de Rebeca Andrade, a maior medalhista olímpica da história do Brasil, a seleção brasileira acabou fora do pódio e não garantiu a vaga para as Olimpíadas de Los Angeles em 2028. Na final por equipes, a China foi a grande campeã mundial, seguida pelos Estados Unidos e pelo Japão. Assim, esses três país conquistaram as primeiras vagas da ginástica artística feminina para os próximos Jogos Olímpicos. O 5º lugar não é um resultado ruim para o Brasil, que conquistou a medalha de bronze em Paris 2024, uma vez que o país não contou com Jade Barbosa, que está retornando aos treinos após a maternidade, e Julia Soares lesionada. Essa posição no top 5 do mundo garante a presença brasileira no próximo mundial. E o sonho olímpico está longe de acabar. As brasileiras ainda podem se classificar para as Olimpíadas no Mundial do ano que vem e também individualmente pelas Copas do Mundo das próximas duas temporadas. Em Roterdã, nos Países Baixos, a equipe do Brasil foi formada por Rebeca Andrade, Flavia Saraiva, Lorrane Oliveira, Thais Fidelis, Sophia Weisberg e Gabriela Bouças. No salto, Rebeca teve a melhor nota da competição, com 14.400, Flavinha e a novata Sophia completaram a pontuação brasileira com 13.000 e 14.033, respectivamente. O total do país foi de 41.433. Rebeca também participou da trave e conquistou 13.433, devido alguns deslizes. Flavinha brilhou no aparelho e alcançou a nota de 14.066. Thais completou a pontuação do Brasil com 13.033, somando um total de 40.532. Nas barras assimétricas, Lorrane Oliveira (13.533), Thais Fidelis (12.466) e Flavia Saraiva (13.133) competiram pelo Brasil e somaram um total 39.132. No solo, Flavinha (12.800), Lorrane (12.900) e Thais (12.933) somaram 38.6333. Assim o Brasil terminou com 159.730 na pontuação total, 4.123 pontos atrás do Japão, terceiro colocado. Flavia Saraiva e Lorrane Oliveira voltam a competir nesta sexta-feira (23) na final do invididual geral. Rebeca Andrade, que foi medalha de prata na prova mais compelta da ginástica nas Olimpíadas de Paris 2024, não está competindo porque desde o ano passado decidiu que não competiria mais no solo, por exigir muito do seu corpo, que já sofreu com muitas lesões ao longo da carreira. Rebeca ficou sem competir no ano passado, para descansar o físico e a mente, e retornou as principais competições internacionais no último mês de julho. Os Jogos Olímpicos de Los Angeles devem ser a grande despedida da ginasta de 27 anos.