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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Memphis passa pelo Corinthians como Tévez, bem em campo, fiasco de gestão Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 11/08/2026 17h38 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Memphis não é um dos maiores jogadores do mundo e, no Brasil, fez parecer que era. Mas foi um sucesso corintiano. Em dois anos, ganhou três títulos, a Copa do Brasil, a Supercopa e o Paulista. Bom para um clube em jejum havia seis anos, sua maior seca de troféus desde o gol de Basílio, em 1977. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Sair do clube com uma dívida de R$ 43 milhões que, diz-se, chegará a R$ 80 milhões com a cobrança em ações na Justiça e na Fifa não é uma questão que diga respeito a seu desempenho esportivo, mas ao desempenho do Corinthians como instituição. Também dos sócios e conselheiros que elegeram Augusto Melo, o Cacareco, como voto de protesto contra as gestões anteriores. Toda vez que votar "não" em vez de escolher o melhor ou o menos ruim, o resultado será terrível. Augusto Melo contratou Memphis e as crises que se avolumaram nos últimos três anos, mais até do que antes, sem nenhum benefício aos malfeitores do passado. Há 21 anos, o Corinthians ganhou um Campeonato Brasileiro após seis anos de seca com Carlitos Tévez, contratado por Alberto Dualib e pela MSI, de Kia Joorabchian. Como com Memphis, o ano da Copa começou com o anúncio de que a experiência terminaria em dívida e logo depois do Mundial. Tévez não tem nada a ver com o fiasco de gestão daquele Corinthians, que foi parar na Série B. Diferentemente de Memphis, foi fazer sucesso na Europa, campeão da Champions League pelo Manchester United, campeão inglês pelo Manchester City, ajudando a encerrar uma seca de 44 anos sem o troféu. O Corinthians pagou o preço dos desmandos da MSI. Provavelmente pagará caro pelo encerramento do contrato de Memphis e, possivelmente, pagaria muito caro também se o renovasse e seguisse atrasando salários e obrigações. Continua após a publicidade O problema não é Memphis, como não é Tévez. O problema é quem dirige e quem vota dentro do Corinthians. O capítulo Memphis Depay está encerrado esportivamente. Haverá mais capítulos jurídicos. Pode esperar. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido? Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento'