🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Como sede de F1 virou estádio de jogo de Copa com grama natural em um mês Rodrigo Mattos Colunista do UOL 13/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Hard Rock Stadium, em Miami, vai sediar jogos da Copa do Mundo Imagem: dima - stock.adobe.com O estádio de Miami, que vai receber o terceiro jogo da seleção na Copa, serviu de sede da Fórmula 1 há pouco mais de um mês. A transformação se deu graças à flexibilidade da arena com capacidade de 65 mil lugares. Quem comandou o processo foi o brasileiro João França, gerente de sede de Miami. "Esse bonito campo verde foi o campo central para o Miami Open (Tênis). Nós começamos a falar no topo da pista de F1. A gente pode fazer basicamente qualquer coisa aqui. Estamos trabalhando há dois anos para essa Copa do Mundo", contou França, da arquibancada dos estádios. Juca Kfouri ICE não pegou Balogun e ele já é o artilheiro da Copa PVC EUA indicam grande campanha na Copa Milly Lacombe Marrocos é um dos times mais organizados da Copa Carla Araújo Reação de Fachin é importante para Moraes A prova de Fórmula 1 ocorreu nos dias 1º a 3 de maio, com pista em volta do estádio. O campo do tipo Bermuda Grass tinha sido plantado fora do estádio e foi instalado logo depois da saída da prova de automobilismo. Outras estruturas foram adaptadas. O Broadcast Compaund, onde ficam as redes de televisão detentoras de direitos, foi o mesmo utilizado para a F1 com adaptações. Já o media center é uma estrutura que tinha sido usada pelo automobilismo para receber Vips. A dois dias da estreia do estádio, no jogo com Arábia Saudita e Uruguai, ainda eram feitos ajustes na estrutura externa e interna de Miami. Mas ninguém estava afobado ou com pressa. É um procedimento normal para quem se adapta e faz diversos eventos no ano. No ano passado, para o Mundial de Clubes, a Fifa (Federação Internacional de Futebol) penou por só ter recebido o estádio três dias antes. Agora, com um mês de antecedência, foi mais fácil achar soluções. França explica que a administração do estádio é capaz de apresentar de três a quatro formas de montagens de acordo com o cliente. Uma preocupação é garantir a segurança e evitar o que ocorreu na final da Copa América, em que torcedores de Argentina e Colômbia invadiram o estádio. A Conmebol apontou falha da polícia local, mas os locais também indicaram falhas da confederação. Continua após a publicidade Agora, haverá múltiplas checagens para evitar que quem não tem ingresso se aproxime do estádio. A Colômbia, que tem uma das maiores comunidades em Miami, voltará a jogar no estádio contra Portugal, pela fase de grupos. Ao contrário de outras sedes, que majoraram preços, Miami criou um sistema gratuito de ônibus direto para estádio que partem de diversas partes da cidade. Até porque não há trem ou metrô próximo da arena. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Rodrygo detalha mudança de Vini Jr após 'convencimento' de Ancelotti EUA dominam Paraguai em jogo com 2 de artilheiro e gol de meia do Palmeiras Ana Paula critica VAR de EUA x Paraguai: 'Erro grosseiro e inadmissível' Palmeiras rebate críticas após denúncia de abuso de menina e cita protocolo Donald Trump anuncia a morte do líder da maior facção da Venezuela