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O noticiário do Flamengo abriu uma janela para o mercado português — e uma ferida ainda exposta. José Boto elogiou nomes como Gianluca Prestianni, suspenso pela UEFA após a acusação de conduta discriminatória contra Vinícius Júnior; a lembrança do argentino, portanto, veio acompanhada de controvérsia e da memória dos protestos da torcida rubro-negra. [ , ] Em registro bem mais leve, Lucas Paquetá e Leonardo Jardim trocaram algumas palavras em francês durante uma conversa sobre churrasco. A cena deu a medida de uma aproximação entre técnico e meia feita de descontração, mas sem apagar a cobrança e a pergunta que ronda o papel do jogador no time. [ ] A base também ganhou passaporte internacional: Flamengo e Palmeiras foram convidados para a Messi Cup, torneio sub-16 idealizado por Lionel Messi. O time rubro-negro disputará a competição com atletas do sub-15, diante de uma lista de participantes que reúne clubes de diferentes continentes. [ , ] Na Data Fifa, cinco jogadores do Flamengo foram convocados — o maior número da história do clube —, com viagens e calendários internacionais no horizonte. O retorno ao Brasileirão pode exigir atenção especial, sobretudo por causa dos compromissos do Uruguai, que podem tirar Arrascaeta e Varela da retomada da competição. [ ] O tom, porém, pesou quando o assunto virou dinheiro: o Flamengo estima perdas anuais de R$ 400 milhões com o veto às bets, incluindo o contrato com a Betano e receitas ligadas a placas, torneios e camisas. Luiz Eduardo Baptista sinalizou que haverá revisão de gastos; em paralelo, um artigo de opinião questionou a reação dos clubes e a defesa pública dos patrocínios de apostas. No balanço do dia, entre promessas para a base e contas sob ameaça, o otimismo esportivo dividiu espaço com a incerteza financeira. [ , ]