🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Vitoria

Principal

Motivo: O artigo foca na perspectiva do técnico do Vitória, Jair Ventura, e em sua análise da partida e do desempenho da equipe.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: O Bahia é mencionado como o adversário e autor do gol, mas a análise de viés se concentra no time do Vitória.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Bahia Remo Marinho Jair Ventura Vitoria Erick Muricy Ramalho Campeonato Baiano Dell Mateus Silva

Conteúdo Original

Assista aos melhores momentos de Vitória 0 x 1 Bahia Com força máxima diante de um adversário com time misto, o Vitória foi batido por 1 a 0 pelo Bahia, na tarde deste domingo, pela quinta rodada do Campeonato Baiano. Dell anotou o gol do triunfo tricolor. Siga o ge Vitória nos Canais do WhatsApp Veja quem chega e quem sai do Vitória em 2026 Em entrevista coletiva após o jogo, o técnico Jair Ventura avaliou que "faltou capricho" ao Vitória nas finalizações ao longo do clássico. Para ele, o time teve uma boa atuação, mas não foi efetivo como o seu adversário. - Ficou claro para quem assistiu à partida que o Ronaldo fez praticamente um milagre na cabeçada do Erick. Depois o Erick teve outra situação na pequena área. Eles tiveram uma chance na trave, com uma desatenção nossa. A gente falou muito da situação da transição. O Bahia aproveitou os nossos erros, diferente de alguns jogos com a gente. E no contra-ataque foi gol deles - lembrou Jair Ventura. Jair Ventura voltou a defender o sistema com três zagueiros que tem utilizado desde a sua chegada. Ele lembrou que essa formação salvou o Vitória do rebaixamento e demonstrou chateação ao falar sobre o assunto. 1 de 2 Jair Ventura em Vitória 0 x 1 Bahia - Ba-Vi 505 — Foto: Victor Ferreira / EC Vitória Jair Ventura em Vitória 0 x 1 Bahia - Ba-Vi 505 — Foto: Victor Ferreira / EC Vitória - Já estou sentindo uma certa coisa com três zagueiros. Muricy [Ramalho] campeão com três zagueiros. Não vejo problema. Quem construiu mais vitórias, foi com três zagueiros ou dois? Como ganhamos do Santos ano passado? Com três zagueiros. Qual foi o placar mais elástico ano passado? Com três zagueiros. O problema não é esse. Se em toda derrota disser que foi por conta dos três zagueiros é um pouco covardia . É esperar a coisa acontecer para falar de um sistema vitorioso. Quando vence, ninguém fala dos três zagueiros. Se tiver que tirar, vamos tirar. Tiramos contra o Juazeirense. Um pouco de covardia esperar o resultado para falar de uma situação que não é favorável para alguns. Toda vez que eu perder vai falar de Marinho, três zagueiros... - criticou o técnico. 2 de 2 Román Gómez e Aitor Cantalapiedra no Ba-Vi — Foto: Letícia Martins / EC Bahia Román Gómez e Aitor Cantalapiedra no Ba-Vi — Foto: Letícia Martins / EC Bahia O treinador aproveitou para reforçar que jogadores recém-contratados ainda estão na fase de assimilar comportamentos de seu trabalho. No lance do gol do Bahia, o lateral-direito Mateus Silva errou ao dar um bote. Também com comportamento de atletas que estão chegando, que vão precisar de ajustes sobre como a gente joga. Quando você tem chance e não faz, o adversário não perdoa. A gente não foi efetivo". — Jair Ventura + Veja mais notícias sobre o Vitória + Atuações do Vitória: Erick perde chances, e laterais vão mal no Ba-Vi 505; dê sua nota O Vitória de Jair Ventura agora olha para a estreia na Série A. Nesta quarta-feira, às 19h (de Brasília), o Rubro-Negro recebe o Remo, em jogo que será disputado no Barradão. No Campeonato Baiano, o Rubro-Negro corre o risco de sair do G-4 no complemento da rodada, uma vez que estacionou nos seis pontos. - Primeira coisa que disse no vestiário foi "capricho". Tivemos mais volume que na nossa última vitória contra eles. Na minha opinião, nós estivemos melhores, tivemos mais chances, mas o adversário fez o gol. Não posso dizer que o nosso time não criou. Eles também souberam congelar o jogo, fazer cera. Eles venceram, e a gente tem que saber perder. Ano passado vencemos. É assim - disse Jair Ventura. "A gente tem que classificar para depois pegar eles na frente. Agora a gente tem que virar a chave. Temos um rival direto na nossa casa". Veja outros trechos da entrevista coletiva Time principal e efeito da derrota - A gente não pode normalizar uma derrota. Está todo mundo p*** com a derrota. A gente sabe como foi a Série A ano passado. A gente combinou de fazer um campeonato de regularidade. Que a gente possa ser mais regular e ter campeonato mais tranquilo. E essa regularidade passa por esse jogo em casa. A nossa torcida está chateada com a derrota, mas nós precisamos deles. O que precisa o time - Parabenizar o departamento de futebol com o nosso presidente. O esforço que foi feito com a manutenção dos atletas do ano passado. Ramon, Erick, Baralhas, Jamerson. O único que a gente não conseguiu foi o Lucas Halter, nosso capitão. Foi uma decisão pessoal do atleta. Não conseguiu por conta dele, que tinha sonho de jogar na MLS. Ele tinha salário muito alto. Temos que nos botar no lugar do cara. Tem que entender o atleta. Eu fui um operário do atleta e não gostaria de certas condutas. Eu tenho cuidado de fazer uma crítica. É ter tranquilidade. Está todo mundo indignado. Jamais vou entregar jogadores por erro. Quando ganha, ganha todo mundo. Estou a quatro ou cinco jogos do 400 da carreira. Utilizar Pablo no jogo - Única atleta à disposição que a gente tem para ataque e para meia. O Renzo machucou. O Rodrygo foi titular comigo no Santos com 16 anos. Tirando a expulsão do Pablo, um erro pela idade... Os jovens têm oportunidade. Tenho gostado do que vejo dele nos treinos. Ele errou, mas foi um dos destaques nos primeiros jogos. Já vi me criticarem por não usar a base. Agora não posso ser criticado por usar a base. Disputei uma Libertadores e o meu titular tinha 17 anos. Mesmo que cheguem reforços, vai jogar o melhor. O menino que fez gol na gente [Dell] tem quantos anos? Marinho - Jogador extremamente identificado. Teve uma passagem muito boa, identificado. A gente jogou contra aqui em 2016. Respeito total pela história dele. Mas não me sinto à vontade sobre contratações. A gente tem respeito. O grupo está bem cheio hoje. Se eu ficar falando de atletas que não têm contrato, os meus meninos ficam com ciúmes. Mas respeito demais a história dele. Pedro Henrique - Ele precisa ser regularizado. Jogador de aérea. Assim que ele for anunciado, se o menino que corta o cabelo não anunciar antes [risos]... Ele está aqui, mas não tem contrato com a gente. Com a lesão do Renzo, a gente precisa adiantar a situação no mercado. O Fabri já fez ali, mas não é a dele. O que faltou - Gostei da performance do primeiro tempo. Achei que o Aitor não estava mal no jogo, mas optei por botar um jogador mais descansado. Faltou mais capricho. Vencemos o Bahia ano passado com menos chances. Eles tiveram a bola na trave e o gol. Estreia no Brasileiro - Nossa experiência nos ajuda. Tomamos 4 a 0 e vencemos o São Paulo aqui para permanecer na Série A. O time venceu e convenceu. Hoje a gente teve chance e não foi efetivo. Na vitória não chego achando que o sou o melhor treinador. A mesma confiança que eu tenho quando venço tenho quando perco. Jogo contra o Remo - Eles vão mais descansados. A gente fez um planejamento para ter uma equipe mais entrosada. O que vai acontecer é o resultado final. Vamos torcer para o planejamento estar certo e vencer em casa. Vitória no mercado - Faltou capricho, efetividade e alguns ajustes de marcação. Alguns jogadores são novos, algumas coisas não estão automatizadas. A gente precisa ter calma. É difícil fazer contratação, a gente sabe da dificuldade financeira. Temos que ter paciência para potencializar os atletas. Não foi um jogo ruim. Arbitragem - Não interferiu na vitória do Bahia. Falei para o árbitro que ele poderia deixar o jogo correr mais. Eles fizeram cera do jogo, a gente já fez. Mas que o árbitro dê mais acréscimo. Cruzamentos - Ganhamos de 2 a 1 no último Ba-Vi com gols gerados por cruzamentos. Joguei com o Palmeiras no Allianz e eles deram 38 cruzamentos. É do jogo. Cruzamos e ganhamos. Quando não ganha, cruzamento vira chuveirinho. Temos que dar mérito para os adversários, tem que saber perder. Também trabalhamos com performance. Criamos, não fomos efetivos, parabéns para o adversário. Erick - Erick voltou muito bem nos treinos, mas concordo que não fez um bom primeiro tempo. Ele tem autocrítica. Mas é sobre gestão, manutenção. Ele foi nosso lateral-direito no ano passado, tenho muita gratidão daquilo que foi feito. Se fosse só o recorte dos últimos jogos, minhas decisões teriam sido diferentes. Se as coisas não acontecerem, vamos buscar alternativas. Não fez seus dois melhores jogos em comparação a como ele terminou o ano. Sabemos o que ele pode entregar. Quem entra bem e pede passagem vai estar sempre brigando. Temos que recuperar atletas que não foram bem. Kayzer chegou a ser reserva de Renzo e quando voltou fez gol. Lidamos com a situação de não matar, queimar o jogador. 50 vídeos