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Esporte Futebol Copa do Mundo Julio Gomes sobre Embolo: 'É gasolina na fogueira da teoria da conspiração' Do UOL, em São Paulo 12/07/2026 01h49 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A expulsão de Embolo no jogo entre Argentina e Suíça virou "gasolina na fogueira da teoria da conspiração" sobre arbitragem na Copa do Mundo 2026, disse Julio Gomes no Fim de Papo , do Canal UOL. O debate no programa passou pelo uso do VAR no segundo amarelo por simulação e pela interpretação do lance em velocidade real e em câmera lenta. Para o comentarista, a situação expôs uma regra criada às vésperas do torneio. Esse lance do Embolo, gente, é gasolina na fogueira da teoria da conspiração. Não foi só isso, mas foi um jogo em que você sente que o árbitro tá mais pra lá do que pra cá. Foram muitos lances no primeiro tempo, de falta que ele não dá pra cá, dá pra lá. O cartão amarelo do Embolo é um lance de meio de campo em que ele tenta antecipar o Paredes, o Paredes chuta a perna do Embolo, cai no chão como se tivesse perdido a perna e o juiz dá amarelo pro Embolo. E aí, nesse lance capital, nessa regra aí que a Fifa inventou na calada da noite antes da Copa, o VAR chama para tirar o cartão de quem não fez falta e dar para quem simulou. Julio Gomes PVC Messi lembra Maradona da Copa da Itália Casagrande O peso da história em Argentina x Inglaterra Juca Kfouri Hey, Jude, você salvou a pátria inglesa! Wálter Maierovitch Valdemar, candidato a criminoso habitual Na leitura do comentarista, o contexto do lance também pesou: ele disse que, no estádio, a impressão inicial foi de uma chegada forte de Leandro Paredes, antes de a imagem em câmera lenta sugerir que não houve contato. Eu aprendi a confiar muito no meu olhar de campo sem replay de televisão. Eu tava olhando o lance e levantei e falei: "Caramba, que entrada do Paredes". O Paredes chega muito rápido no Embolo. Eu acho que não tem sentido o Embolo ter simulado. Ele acho que saltou mesmo, pra não tomar a porrada. Eu quero ver esse lance em tempo real. Julio Gomes PVC avaliou que a expulsão foi "rigorosa" e sustentou que o lance não deveria terminar em cartão vermelho por acúmulo de amarelos. Ele também apontou que a partida ficaria mais difícil para a Argentina se o jogo seguisse 11 contra 11. Pra mim foi rigorosa a expulsão. Não era pra expulsar o Paredes e nem pra expulsar o Embolo. A Argentina acabou sendo beneficiada porque, na minha opinião, não era uma jogada de expulsão. PVC Walter Casagrande Júnior discordou do meio-termo e afirmou que a simulação justificou o segundo amarelo, embora tenha admitido discussão sobre a primeira advertência. Para ele, o atacante "prejudicou o time" ao forçar o lance. Posso discutir o primeiro amarelo. Esse segundo da simulação foi ridículo. Foi muita simulação. O Paredes nem chegou perto do Embolo. O amarelo da simulação é merecido. Agora, o primeiro amarelo é discutível. Casagrande Continua após a publicidade Relacionadas Scaloni vê 'sorte' da Argentina com expulsão e diz: 'Precisamos melhorar' Embolo joga de bandido e Messi está nas semifinais Casão detona expulsão de Embolo: 'Simulação patética' Renan Teixeira reforçou a avaliação de que a expulsão "condiciona completamente o jogo" e lembrou que, segundo ele, a Suíça vivia seu melhor momento quando ficou com um a menos, poucos minutos depois do empate. Ele condiciona completamente o jogo, inevitavelmente o resultado do jogo, com a expulsão dele, no momento que a Suíça estava melhor. Cinco minutos antes tinha feito o gol e estava melhor no jogo. Renan Teixeira Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Argentina 3 x 1 Suíça | Melhores momentos | Copa 2026 Anticlímax! Conor McGregor lesiona o joelho em segundos e perde para Holloway no UFC 329 'Escândalo' e 'farsa do VAR': jornais da Noruega se revoltam após derrota Embolo joga de bandido e Messi está nas semifinais De Maradona a Messi e Bellingham: o peso do clássico Argentina x Inglaterra