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Análise dos Times

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Gabriel Bortoleto terminou o GP dos Estados Unidos sem pontuar, mas deixou Austin com uma avaliação positiva sobre o longo do fim de semana. Após largar do fim do grid por conta das penalidades e terminar em 13º, o brasileiro destacou que o carro tinha desempenho para brigar mais. Ainda assim, apontou os setores em que a equipe ainda precisa evoluir na Fórmula 1. ➡️ Russell e Hamilton escapam do limite e adiam título de Kimi Antonelli na F1 Na classificação, Bortoleto chegou a registrar o sexto melhor tempo durante o Q1. Na corrida, porém, a necessidade de ultrapassar vários adversários provocou maior desgaste dos pneus e dificultou a recuperação até a zona de pontuação. Para o brasileiro, o resultado ficou abaixo do potencial demonstrado pela Audi. — Acho que mostramos um ritmo forte durante todo o fim de semana. Estive entre os dez primeiros na maioria das sessões. Na classificação, quando consegui completar algumas voltas no Q1, estava em sexto — disse Gabriel Bortoleto. Uma largada no fim do pelotão, então, foi o principal problema para o piloto, já que prejudicou a possibilidade de aproveitar o ritmo do carro durante a corrida. Mesmo com a recuperação de oito posições, Bortoleto terminou a prova fora da zona de pontuação e lamentou a oportunidade perdida. — Quando você larga em último, precisa ultrapassar tantos carros e usar muito os pneus. Depois, quando consegue ar limpo, é o momento de aproveitar o ritmo. Mas você já não tem aqueles cinco décimos que tinha antes de desgastar os pneus. Bortoleto explicou ainda os problemas da Audi durante uma prova. A equipe até consegue levar vantagem nas curvas de alta velocidade, mas segue com dificuldades nas partes mais lentas do circuito. Para ele, porém, é nas retas que está uma das principais perdas de desempenho em relação aos concorrentes. — Somos muito bons em curvas de alta velocidade. Nas de baixa velocidade, ainda precisamos dar alguns passos. Acho que somos parecidos com os outros nessa parte lenta e melhores do que eles na alta velocidade. Nas retas, sabemos onde perdemos. É nisso que precisamos melhorar agora.