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Dia de Santos acordar sob o sinal amarelo: o clube precisa dividir o relógio entre o Paulistão e o Brasileirão que já se insinuam no calendário. O Peixe ocupa a 10ª posição no Paulistão com seis pontos e corre o risco de ficar de fora das quartas, enquanto a sombra do rebaixamento no estadual persiste. A direção e o técnico Vojvoda sabem que a gangorra entre as duas competições não é opcional, é necessidade — e a ideia de mesclar escalações já aparece como possibilidade prática para maitê-la em jogo duplo [fonte 1] [ ]. A agenda aponta Chapecoense pela frente fora de casa, e a sina do primeiro semestre se desenha com pressão dupla: manter o ritmo no Paulista enquanto se prepara para abrir o Brasileirão. Em meio a isso, resta a leitura de que o Santos não pode perder o foco em nenhuma das frentes, sob pena de transformar o sonho do Brasileirão em urgência de resultados já no começo do ano [fonte 1] [ ]. No fechamento do dia, o dia a dia da torcida ganhou contorno direto com o placar pendente lateral: o empate do Santos contra Bragantino foi marcado por Brazão em defesa essencial, enquanto Adonis Frias somou oito atuações defensivas, incluindo recuperações de bola. Miguelito e Gabriel Menino tiveram lampejos, mas ficou evidente que o ataque — Lautaro Díaz e Gabigol — não conseguiu justificar as expectativas. O Santos soma seis pontos e cai para a nona posição, preparando-se para Chapecoense x Santos, abertura do Brasileirão, no dia 28/01, às 20h, em Chapecó [fonte 2] [ ]. Enquanto o relógio não para, a esperança de Neymar volta a pulsar nos bastidores: o presidente Marcelo Teixeira disse que a recuperação avança bem, mas sem cravar data. A perspectiva é de que o retorno possa ocorrer em fevereiro, mantendo o Santos em contato com o elenco que estreou na temporada e com a missão de manter a consistência no Paulistão e no Brasileirão — tudo isso sob o radar da torcida que segue sonhando com o camisa 10 de volta ao time titular [fonte 3] [ ].