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O dia do Flamengo no Mundial de Clubes começou cercado de expectativa, dúvidas e aquele duelo que não se anuncia, se anuncia. Será vexame uma derrota para o Cruz Azul? (com a leitura dos comentaristas, a dúvida persiste) [ ] À tarde, o tom ficou mais crítico: Fabíola Andrade afirmou que a escolha de entregar um documento sobre gramados sintéticos na festa da CBF foi inadequada, e defendeu que esse tema seja debatido no Conselho Técnico, não ali. [ ] Já o lado analítico lembrou que Flamengo não pode subestimar o Cruz Azul: Paulo Massini destacou que a Liga Mexicana é, em organização e árbitros, mais robusta que a brasileira, e que o confronto exige cuidado, ritmo e respeito ao adversário. [ ] O dia também contou com a narrativa de Lima para Doha: Carnaval vira paz na estreia do Flamengo no Mundial, com a cidade de Doha como palco e o Ahmad Bin Ali Stadium sendo o cenário do início da caminhada rubro-negra; a reportagem ainda aponta a presença de poucos ingressos vendidos e o custo elevado da viagem. [ ] No âmbito do elenco, o mercado ganhou espaço: conversas sobre a permanência de Filipe Luís, a recuperação de Everton Cebolinha e as avaliações de Michael, enquanto o Flamengo traça prioridades para 2026 — goleiro, zagueiro e atacante. [ ] E, para mergulhar na memória, o texto relembra as campanhas de brasileiros no Mundial de Clubes ao longo das últimas décadas, destacando que o Flamengo carrega o peso de títulos e derrotas que moldam a história do torneio. [ ]