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Análise dos Times

Oeste

Principal

Motivo: O artigo inicia e foca na extinção do Oeste, apresentando a notícia de sua mudança de nome e cidade como o gatilho para a matéria. A análise é informativa, sem viés positivo ou negativo.

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Motivo: A descrição do Grêmio Barueri é factual, abordando sua ascensão e declínio de forma neutra, com foco nas mudanças administrativas e esportivas que levaram ao seu fim.

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Motivo: O texto apresenta a história do Mogi Mirim de maneira equilibrada, mencionando momentos de glória como o 'Carrossel Caipira' e a associação com Rivaldo, mas também os problemas financeiros e rebaixamentos.

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Motivo: A análise é objetiva, destacando a surpreendente campanha na Copa do Brasil de 2004 e a posterior crise financeira que levou ao licenciamento do futebol profissional.

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Motivo: O artigo esclarece a diferença entre o clube extinto e o atual, focando nos fatos históricos e nas diferenças de fundação e CNPJ, sem emitir juízo de valor.

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Motivo: A descrição é direta sobre a ascensão e queda rápidas, incluindo a mudança de sede e a falência, sem carregar um tom favorável ou desfavorável.

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Motivo: O texto relata o ápice do clube com o título estadual e sua posterior crise financeira e inatividade de forma informativa, sem inclinação a favor ou contra.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

neymar mano menezes oeste rivaldo guaratinguetá salgueiro osasco sporting grêmio barueri mogi mirim 15 de novembro de campo bom grêmio esportivo novorizontino

Conteúdo Original

Emilio Botta explica mudança de nome, cidade e identidade do Oeste para Osasco Sporting O Oeste é o mais novo time extinto do futebol brasileiro. As duas versões rubro-negras do clube, nas cidades de Itápolis e Barueri, já ficaram no passado, após a criação do azulino Osasco Sporting . O finado Rubrão entra para o museu de tradicionais times brasileiros que fecharam as portas. Alguns encerraram as atividades permanentemente, enquanto outros estão inativos há anos, mas têm chances de voltar a disputar partidas em algum momento. 1 de 13 Oeste foi campeão da Série C de 2012 — Foto: Alan Schneider Oeste foi campeão da Série C de 2012 — Foto: Alan Schneider Neste misto de saudade e nostalgia, o ge lista dez clubes com passado, mas sem presente e sem perspectiva de futuro. Veja também + Adeus, Oeste: time muda de cidade e soterra história centenária + Outras notícias do ge.globo/tvtem 2 de 13 Mogi Mirim, JMalucelli, Guaratinguetá, Grêmio Barueri e Oeste são exemplos de clubes que estão inativos ou deixaram de existir — Foto: Reprodução/ChatGPT Mogi Mirim, JMalucelli, Guaratinguetá, Grêmio Barueri e Oeste são exemplos de clubes que estão inativos ou deixaram de existir — Foto: Reprodução/ChatGPT Grêmio Barueri-SP (acabou) Fundado em 1989, o Grêmio Barueri teve veloz ascensão no Campeonato Paulista e no Brasileirão. Em 2007, disputou a elite estadual pela primeira vez. Nacionalmente, conquistou dois acessos em 2006 e 2008 e chegou à Série A em 2009. 3 de 13 Barueri em jogo contra o Grêmio pelo Brasileirão de 2009 — Foto: Ricardo Matsukawa / Futura Press Barueri em jogo contra o Grêmio pelo Brasileirão de 2009 — Foto: Ricardo Matsukawa / Futura Press O clube, que marcou época com nomes como Pedrão, Val Baiano, Ralf, Fernandinho, Thiago Humberto, entre outros, começou a viver seus primeiros momentos de crise em 2008, quando se tornou um clube-empresa. Um racha entre os proprietários e a administração pública da cidade levaram o Grêmio Barueri a trocar de cidade e se instalar em Presidente Prudente em 2010, ano em que o clube acabou sedo rebaixado no Campeonato Brasileiro. No ano seguinte, nova queda, desta vez no Paulistão. Em 2012, a venda para um empresário de Barueri recolocou o time na cidade. A derrocada continuou, com rebaixamentos sucessivos no Paulistão e no Brasileiro. A última partida oficial foi em 2016, quando disputou a Série A3 do Paulista. Desde então, se licenciou e fechou as portas. Em 2021, o clube chegou a contratar o ex-BBB Hadson Nery para voltar a disputar a última divisão estadual, mas acabou fora da disputa. Melhores momentos: Barueri 1 x 0 Grêmio pela 18ª rodada do Brasileirão 2009 É importante destacar que o Grêmio Barueri não tem nenhuma relação com o Oeste e nem com o atual Grêmio Prudente (que foi fundado como Oeste Paulista). 15 de Campo Bom-RS (inativo) Fundado em 1911, o 15 de Novembro de Campo Bom chocou o país na Copa do Brasil de 2004, quando chegou à semifinal, eliminando até o Vasco no meio do caminho. Comandado pelo jovem Mano Menezes, tinha feras como Dauri (ex-Grêmio, artilheiro daquela edição) e Perdigão (ex-Inter). Perdeu na semi para o Santo André, que seria o campeão. 4 de 13 Dauri, do 15 de Campo Bom, na semifinal da Copa do Brasil 2024, diante do Santo André — Foto: Fernando Gomes / Agência RBS Dauri, do 15 de Campo Bom, na semifinal da Copa do Brasil 2024, diante do Santo André — Foto: Fernando Gomes / Agência RBS O time também foi vice-campeão gaúcho três vezes em 2002, 2003 e 2005. Após isso, o clube passou por diversos problemas financeiros e fez seu último jogo oficial em 2008. Desde então, chegou a ensaiar retomadas, mas fechou de vez o departamento de futebol profissional em 2015. A instituição segue ativa com outras modalidades esportivas. Grêmio Esportivo Novorizontino-SP (acabou) Não confunda. O Grêmio Novorizontino, que disputa o Paulistão e a Série B do Brasileiro, não é o mesmo clube que o Grêmio Esportivo Novorizontino, que foi vice-campeão no Paulistão de 1990, na histórica final caipira contra o Bragantino. Aquele time também foi campeão da Série C em 1994. 5 de 13 Crianças entraram em campo a caráter para "Final Caipira" entre Novorizontino e Bragantino pelo Paulista de 1990 — Foto: Montagem/GE Crianças entraram em campo a caráter para "Final Caipira" entre Novorizontino e Bragantino pelo Paulista de 1990 — Foto: Montagem/GE O atual foi fundado em 2010 e tem (quase) o mesmo nome, as mesmas cores, o mesmo mascote e até o mesmo investidor que o extinto clube. O escudo é quase idêntico, mas tem pequeníssimas diferenças, como a data de fundação e a remoção do "Esportivo" do nome (veja abaixo). Os CNPJs, porém, são diferentes. O antigo Novorizontino foi fundado em 1973 e decretou falência em 1999. 6 de 13 Escudos do antigo e do novo Novorizontino — Foto: infoesporte Escudos do antigo e do novo Novorizontino — Foto: infoesporte Mogi Mirim-SP (inativo) Com uma história de quase 100 anos, o Mogi Mirim já foi uma das grandes forças do interior paulista. Na década de 1990, o Sapão, dirigido pelo falecido Oswaldo Alvarez, ficou conhecido como "Carrossel Caipira" com ninguém menos que o pentacampeão Rivaldo - à época, um jovem promissor - no elenco. Vadão comandou o carrossel caipira no Mogi Mirim em 1992 O clube ainda viveu bons momentos na década passada. Depois de ficar eternizado como primeiro time a sofrer um gol de Neymar, em 2009, o Mogi Mirim conquistou o Troféu do Interior, em 2012, chegou à semifinal do Paulistão do ano seguinte e ainda disputou a Série B em 2015. A partir de então, porém, foram seis rebaixamentos em um período de oito anos. Rivaldo chegou a ser presidente do Mogi Mirim e deixou o clube anos depois com mais de R$ 12 milhões a receber, valor contestado na Justiça até os dias de hoje. O Sapão enfrenta mais de 100 ações na Justiça avaliadas em quase R$ 10 milhões, situação que levou à penhora e até determinação de leilão do estádio Vail Chaves. Em 2023, o Mogi o caiu para a última divisão estadual e, depois disso, sequer chegou a disputar uma partida profissional. 7 de 13 Rivaldo em ação pelo Mogi Mirim contra o São Paulo, em 2014 — Foto: Marcello Zambrana/Agência Estado Rivaldo em ação pelo Mogi Mirim contra o São Paulo, em 2014 — Foto: Marcello Zambrana/Agência Estado Salgueiro-PE (inativo) Única equipe do interior a conquistar o Campeonato Pernambucano, o Salgueiro vai completar três anos sem disputar uma partida oficial em 2026. O clube fundado no início dos anos 1970 chegou a disputar a Série B no início da década passada e teve sua melhor campanha na Copa do Brasil em 2013, quando alcançou as oitavas de final. Mas o Carcará viveu o ápice mesmo em 2020, com o título estadual conquistado diante do Santa Cruz em pleno Arruda. 8 de 13 Salgueiro campeão do Pernambucano em 2020 — Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press Salgueiro campeão do Pernambucano em 2020 — Foto: Marlon Costa / Pernambuco Press Os anos seguintes, porém, marcariam um período triste na história do clube. Em abril de 2023, o clube sertanejo seria eliminado pelo Retrô em sua décima semifinal consecutiva de Campeonato Pernambucano. No ano seguinte, afundado em uma grave crise financeira, o Salgueiro abriu mão de disputar o estadual. O clube ensaiou o retorno às divisões de acesso do Campeonato Pernambucano em temporadas anteriores e, mais uma vez, iniciou o ano com a promessa de concretizar a volta. Resta esperar para ver. Salgueiro vence Santa Cruz nos pênaltis e é campeão pernambucano 2020 Guaratinguetá-SP (acabou) Fundado em 1998, o Guaratinguetá teve ascensão e queda rápidas, na mesma proporção. O auge foi em 2008, quando foi semifinalista do Paulistão, garantindo a classificação para a Copa do Brasil do ano seguinte. Os gols de Palmeiras 0 x 3 Guaratinguetá pela 7 ª rodada do Paulistão 2008 Em 2010, chegou a mudar de sede para Americana, também no interior paulista, seis anos depois de virar LTDA (empresa). A equipe do Vale do Paraíba fechou as portas após a falência em 2017. 9 de 13 Alex Afonso comemora gol pelo Guaratinguetá — Foto: Fábio Rubinato/ AGF Alex Afonso comemora gol pelo Guaratinguetá — Foto: Fábio Rubinato/ AGF Atlético Sorocaba-SP (inativo) Clube dos primórdios da carreira de Fernando Diniz como técnico, o Atlético Sorocaba vai completar em 2026 nada menos que 10 anos de inatividade. O Galo disputou sua última partida oficial em 3 abril de 2016, quando foi rebaixado à Série A3 do Campeonato Paulista, e se licenciou logo em seguida. Fundado em 1991, o Atlético viveu uma grande arrancada a partir da virada do milênio com a compra pelo reverendo Sun Myung Moon, idealizador da Igreja da Unificação e Paz, um amante do futebol. De propriedade do líder religioso, o clube chegou à elite estadual, conquistou a Copa Paulista e chegou a excursionar pela Coreia do Nor te, como "seleção brasileira". Um time na Coreia do Norte: as andanças do Atlético Sorocaba no país mais fechado do mundo A morte de Moon, em 2012, foi um novo ponto de virada, desta vez negativo. Tanto a família do reverendo quanto a liderança da igreja não demonstram interesse em investir no futebol. Duro golpe para um clube que, em 23 anos, disputou a elite do Paulistão quatro vezes (2004, 2005, 2013 e 2014), além de uma aparição na Copa do Brasil e dez participações na Série C nacional. O moderno CT do clube, no interior paulista, até chegou a alojar a delegação da Argélia durante a Copa do Mundo de 2014. Hoje, o espaço é a única fonte de renda do clube, que nas palavras do próprio vice-presidente, José Rodrigues, só se mantém "até os donos decidirem o que vão fazer com ele". 10 de 13 Luan, ex-atacante do Atlético Sorocaba — Foto: Fernando Rezende/Diário de Sorocaba Luan, ex-atacante do Atlético Sorocaba — Foto: Fernando Rezende/Diário de Sorocaba Pinheiros e Colorado-PR (acabaram) Pinheiros e Colorado foram dois times tradicionais da cidade de Curitiba, ambos fundados em 1971. Apesar da trajetória curta, os dois conquistaram títulos do Campeonato Paranaense. O Pinheiros foi bicampeão em 1984 e 1987, enquanto o Colorado levantou a taça em 1980. 11 de 13 CLUBES ITINERANTES COLORADO - PINHEIROS - PARANÁ CLUBE — Foto: infoesporte / Cláudio Roberto CLUBES ITINERANTES COLORADO - PINHEIROS - PARANÁ CLUBE — Foto: infoesporte / Cláudio Roberto Os times fizeram uma fusão em 1989, se extinguiram e proporcionaram a fundação do Paraná Clube, que se beneficiou bastante de um patrimônio farto e de uma boa estrutura. A equipe tricolor se transformou em uma das três grandes do estado, conquistando sete títulos paranaenses e disputando até a Libertadores em 2007. Melhores momentos de Pinheiros-PR 0 x 1 Mixto-MT, pela Copa do Brasil de 1989 Linhares EC (acabou) Desconhecido pela maior parte do público, principalmente por quem começou a acompanhar o futebol há menos de 20 anos, o Linhares Esporte Clube teve uma curta - porém marcante - trajetória. Fundado em 1991 a partir da fusão de dois clubes da cidade de mesmo nome, no Espírito Santo, o Corujão se fez ao longo da década. Tetracampeão estadual (1993, 1995, 1997 e 1998), o Linhares rivalizou com a Desportiva Ferroviária no estado e teve como resultado mais expressivo a chegada à semifinal da Copa do Brasil de 1994, na qual acabou eliminado pelo Ceará. A equipe chegou despachar ninguém menos que o Fluminense ao longo da trajetória. 12 de 13 Linhares EC x Fluminense, pela Copa do Brasil 1994 — Foto: Gildo Loyola/A Gazeta/Arquivo Linhares EC x Fluminense, pela Copa do Brasil 1994 — Foto: Gildo Loyola/A Gazeta/Arquivo Após a virada do milênio, porém, os problemas de gestão levaram ao rebaixamento para a segunda divisão Capixaba, seguido pela extinção, que aconteceu em 2002. Antes disso, um novo Linhares (Futebol Clube) chegou a surgir e existe até atualmente, tendo sido campeão estadual em 2007. As equipes, porém, não têm nenhuma correlação. JMalucelli-PR (acabou) A história do JMalucelli foi escrita ao longo de pouco mais de duas décadas, período em que o clube ostentou três nomes diferentes: iniciou como Malutrom antes de receber o sobrenome da família dona do time e, por três anos, em uma parceria, chegou a se chamar Corinthians Paranaense. 13 de 13 JMalucelli chegou a se transformar em Corinthians Paranaense — Foto: Robertson Luz/Agência Estado JMalucelli chegou a se transformar em Corinthians Paranaense — Foto: Robertson Luz/Agência Estado Em sua curta trajetória, o Jotinha venceu um Campeonato Paranaense da Segunda Divisão, mas seu auge foi em 2000, quando conquistou o Módulo Verde e Branco (equivalente à Série C) da Copa João Havelange e enfrentou o Cruzeiro nas oitavas de final. Mesmo eliminado pela Raposa, conquistou em campo o direito de jogar a Série B do Brasileiro em 2001. Na temporada seguinte, porém abriu mão de participar por questões financeiras. Em 2009, primeiro ano da parceria com o Timão, foi vice-campeão paranaense. O acordo com o Corinthians chegou ao fim em 2012 e, cinco anos mais tarde, o JMalucelli (que retomou o nome original) sofreu um golpe do qual jamais se recuperaria: perdeu 16 pontos no Campeonato Paranaense pela escalação irregular do atacante Getterson e acabou desistindo também da disputa da Série D. O impacto foi tamanho que os donos resolveram encerrar as atividades em definitivo.