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Futebol Por que Wilton tem moral na Fifa a ponto de ser árbitro da abertura da Copa Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 10/06/2026 12h24 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A escolha de Wilton Pereira Sampaio para apitar a abertura da Copa 2026 foi vista nos bastidores da arbitragem como um símbolo do prestígio atual dos brasileiros na Fifa. Ele será o responsável por apitar o duelo entre México e África do Sul, tendo como assistente Bruno Pires e Bruno Boschilia. Pela primeira vez na história das Copas, o jogo de abertura ficou com um brasileiro. Sakamoto Vorcaro lasca Flávio com o fiel da balança Mauro Cezar Copa foi sequestrada, e Fifa é subserviente a Trump Amanda Klein PT vê ganho e vai insistir em 'BolsoMaster' PVC Raphinha não marca pelo Brasil desde 'porrada neles' E isso, na visão de quem trabalha com arbitragem, é resultado do desempenho dos brasileiros no âmbito internacional. Físico e técnico. Por se tratar de um duelo entre seleções da Concacaf e da África, a comissão de arbitragem da Fifa poderia, por exemplo, escolher um europeu ou asiático. Mas a escala caiu para a Conmebol, mais especificamente o Brasil. Em contraste, ao mesmo tempo em que um brasileiro é escalado para jogo chamativo na Copa, a CBF decidiu alterar o comando da comissão nacional de arbitragem. Rodrigo Cintra foi demitido e dá lugar a Sandro Meira Ricci. Ainda na gestão que acabou ontem, os dirigentes brasileiros viam com alta dose de orgulho a trajetória que os árbitros daqui traçaram lá fora, e isso inclui Wilton. O alto escalão da arbitragem da Fifa esteve no Rio em Janeiro em janeiro e acompanhou o treinamento dos árbitros de Conmebol e Concacaf em solo brasileiro. Instrutores também saíram com boa impressão do treinamento mais recente do quatro PRO da CBF. De todo modo, os gestores da Fifa já tinham em mente a atuação de Wilton e Ramon Abatti Abel no Mundial de Clubes. Continua após a publicidade Wilton fez três jogos, dois na fase de grupos e o duelo de oitavas de final entre PSG e Inter Miami. Abatti teve o mesmo número de partidas, mas atuou uma fase adiante: apitou Real Madrid x Borussia Dortmund, nas quartas. Ramon Abatti foi um dos sete árbitros que ficaram até o final. E esteve entre os três melhores da competição, segundo a versão que chegou à CBF. Os árbitros recebem o retorno da Fifa após a cada rodada de torneios de grande porte. Para a Copa 2026, o terceiro árbitro central brasileiro escolhido foi Raphael Claus, que tem bagagem da Copa anterior, assim como Wilton (que também foi a 2018, mas como VAR). No Brasil, ninguém está imune a polêmicas. Abatti esteve no olho do furacão com os erros em São Paulo x Palmeiras no ano passado. Wilton virou alvo de palmeirenses por entender que não houve pênalti de Jorginho em Gustavo Gómez, no jogo contra o Flamengo, no Maracanã. Esse cenário até gera a dúvida: parece que os árbitros brasileiros atuam melhor lá do que aqui. Essa impressão é confirmada por eles mesmos, nos bastidores. A classe atribuiu ao ambiente de menor volume de pressão e reclamações nos jogos lá fora, na comparação com o Brasileirão. Continua após a publicidade Como o ex-árbitro Salvio Spínola comentou, a primeira escala em Copas do Mundo é um "presente", mas as próximas vão depender da atuação em campo. Para Wilton, essa avaliação começa logo cedo, no primeiro jogo, quinta-feira, às 16h (de Brasília). Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Lula abre vantagem sobre Flávio no cobiçado grupo independente Carro 100% a álcool é nova aposta de marcas para driblar impostos no Brasil PT vê ganho de narrativa e vai insistir em 'BolsoMaster' e 'TariFlávio' TCM vê irregularidades da Prefeitura de SP em emendas de atos bolsonaristas Bicicleta, esteira ou elíptico: qual protege mais as articulações?