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Ontem, o Fluminense acordou com a missão de manter vivo o sonho de Libertadores, sabendo que para avançar precisa de uma arrancada quase perfeita nos três jogos restantes. Aescrita do dia cruzou presente com memória antiga, olhando para 2011 como quem consulta um manual de coragem [ ]. Em 2011, o Fluminense era treinado por Enderson Moreira e contava com Fred, Conca e Deco — nomes que hoje aparecem como referência do dramatismo que moveu o grupo. Sem vitórias no primeiro turno, o Flu precisou de uma vitória heroica para seguir adiante. Com Gum, Deco e Araújo marcando, o time venceu o América-MEX por 3 a 2 em casa, no Nilton Santos, dando início à recuperação e alimentando novamente a esperança tricolor [ ]. Logo depois, veio o balde de água fria: uma derrota por 2 a 0 para o Nacional-URU fora de casa, enquanto Santiago Garcia balançava as redes duas vezes e os uruguaios assumiam a briga pela classificação. O Fluminense, por sua vez, precisava não apenas de vitória fora, mas também de combinação de resultados para sonhar com a vaga, mantendo o drama vivo até o desfecho [ ]. Foi nesse clima de resiliência que a torcida lembrou o apelido histórico: o “Time de Guerreiros”, referência que ficou marcada nos dias de 2009 e 2010 e que, naquele 2011, mostrou que a queda não era o último capítulo. O Flu que lutou com Enderson Moreira no banco fez milagre outra vez, virando diante do América-MEX, em uma atuação que ficou gravada na memória da crônica e na história do clube [ ]. Olhando para 2026, o Fluminense ainda pode chegar aos 10 pontos caso vença os três jogos restantes: precisa de vitórias contra Independiente Rivadavia-ARG e Deportivo La Guaira-VEN e de uma vitória por mais de dois gols contra o Bolívar-BOL no Maracanã, com o desfecho provável no Estádio Malvinas Argentinas, em Mendoza, às 21h30, com transmissão da Globo e acompanhamento do ge [ ]. Essa via de memória para o presente também reverbera na astúcia do dia a dia: a história recente registra briga generalizada entre argentinos e tricolores na saída de jogo de 2011, um episódio que, segundo a narrativa, ficou marcado para a torcida — e que faz Gum, Escudero, o próprio Zubeldía e outros protagonistas aparecerem na linha de frente das lembranças que ajudam a explicar a força de um clube que não abandona o sonho [ ].