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Esporte Gabigol tira peso de retorno e diz que Neymar 'não é salvador da pátria' 05/02/2026 08h00 Deixe seu comentário Gabigol tira pressão de Neymar e confia em melhora do Santos Imagem: Jota Erre/AGIF Gabigol tirou peso pelo retorno de Neymar e afirmou que o camisa 10 "não é o salvador da pátria". "Não o vejo como um salvador da pátria. Se não, os outros times nunca iam perdê-lo. Ele é mais um jogador. Muito importante. Um ídolo, nosso capitão, com uma liderança muito grande, aqui e na seleção. Esperamos ajudá-lo, para que ele não fique sobrecarregado e possa desfrutar. Espero que ele volte 100%, com calma, para ajudar o Santos", afirmou após o empate em 1 a 1 com o São Paulo, ontem, pelo Brasileirão. O camisa 10 já treina com o elenco após passar por uma artroscopia no joelho esquerdo, em dezembro, mas ainda não foi relacionado para nenhum jogo na temporada. Daniela Lima Dino dá tiro de bazuca após torta de climão no STF Mauro Cezar Vasco chega a 4 pontos nos últimos 30 na Série A Sakamoto Lula dança com MDB e Kassab para vice em 2026 Josias de Souza Lula coloca a vaga de vice-presidente no balcão Gabigol apontou ainda que o empate no clássico foi o início de uma reação do elenco santista: "Tínhamos que mudar a postura. Hoje foi diferente. A intensidade foi outra. Uma pena que a vitória escapou por um lance. Futebol é assim. Com es a postura, com esse ímpeto, todo mundo 100%, podemos fazer um grande ano. A gente queria um começo melhor. Mas, se for de hoje para cima, vamos conseguir bastantes coisas. Todos os jogos são finais", disse. "Não sou um cara de fazer análise antes de acabar o campeonato. temos um bom time. Viemos de um ano difícil. Nosso investimento não é igual ao de outros times. Mas, dentro de casa, podemos fazer coisas boas. No ano passado isso foi provado. Capacidade foi mostrado que temos. Claro que precisamos melhorar, é nítido, mas vemos outros times sofrendo nesse começo também. Todo jogo será uma final. Domingo é outra final de Copa do Mundo. Vai ter que ser todo jogo a 100%. Precisamos de todos. E da torcida também", ampliou. O clássico com o Tricolor ficou marcado pelos protestos da torcida. A Torcida Jovem passou o primeiro tempo sentada e em silêncio. No intervalo, criticaram o presidente Marcelo Teixeira e a diretoria. As músicas de incentivo ao elenco começaram apenas no segundo tempo. "Entendo a torcida. Já foi um deles. Sendo pacífica vale a cobrança. Mas é difícil. Precisamos deles. O São Paulo usou isso a favor deles. Sabemos o quanto é difícil quando o Santos une torcida e jogadores. A gente entende também a cobrança. O trabalho está sendo feito, faltam os resultados. É um processo lento. O salário está em dia, as coisas estão melhorando. vamos sofrer, mas temos um elenco muito bom, um treinador muito bom também. Unidos podemos conquistar algumas coisas. Depende de nós", analisou Gabigol. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Mulher dada como morta pelo Samu tem alta após 19 dias internada Coritiba vira no Mineirão e deixa Cruzeiro na lanterna do Brasileiro Jonas vence a quarta Prova do Líder do BBB 26; confira VIP Aposta do RJ acerta Mega-Sena e leva sozinha prêmio de R$ 141,8 milhões Após debochar de Preta Gil em missa, padre faz acordo com MPF e evita ação