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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: Matéria empática ao torcedor vascaíno vítima de violência, destacando seu sonho de ver o Vasco e gerando solidariedade ao clube e sua torcida.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Entorno da Bombonera retratado como hostil e inseguro, com clima de violência próximo ao estádio do Boca Juniors, mas sem acusação direta ao clube.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

maracana vasco copa sul-americana argentina boca juniors uol bombonera cristian martins abrantes

Conteúdo Original

Futebol Torcedor do Vasco sofre assalto e agressões no entorno da Bombonera Bruno Braz Do UOL, no Rio de Janeiro 15/10/2026 13h00 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Vascaíno Cristian Martins e sua namorada foram assaltados e agredidos no entorno da Bombonera antes de jogo com Boca Imagem: Arquivo pessoal O torcedor Cristian Martins Abrantes, de 21 anos, natural de Tocantins (MG), estava empolgado para assistir a um jogo do Vasco pela primeira vez no estádio. Morando na Argentina desde 2022, ele contava os dias para a partida contra o Boca Juniors, na Bombonera. Porém, o que era para ter sido um sonho, tornou-se um grande pesadelo: ele e sua namorada sofreram um assalto à mão armada numa rua próxima ao mítico estádio e eles ainda foram agredidos antes da bola rolar. Diferentemente da maioria dos vascaínos que saíram do Brasil para a semifinal da Copa Sul-Americana, Cristian não fechou um transfer para se dirigir ao jogo. Como já está adaptado na Argentina, ele optou pelo transporte público e foi de ônibus comum. Ao descer no ponto, porém, notou que o clima estava hostil, apesar da rua movimentada. Um senhor que estava vendendo choripan (sanduíche de linguiça tradicional no país), se aproximou, perguntou de onde nós éramos e e falou: 'vem comigo que vão te assaltar'. E foi dito e feito, na hora que ele falou isso, surgiu um garoto, devia ter uns 18 anos, já colocou uma arma na minha cara e falou: 'passa tudo'. E eu já tirei o celular do bolso, ele me revistou, passou a mão na minha cintura inteira pra ver se não tinha mais nada, levou a minha jaqueta e me deixou só de camisa lá Cristian, ao UOL Marcela Mattos Apoio antecipado a Motta é reação do centrão ao PL Josias de Souza Lula deixa defensiva; Flávio tem que ralar sem folga Mônica Bergamo Pacheco volta a ganhar força para o STF Gustavo Miller Qual é o preço de um influenciador isentão? Cristian relata que após ter seus pertences furtados, o bando passou a focar no assalto à sua namorada e à amiga, e a violência aumentou. Nessa que tiraram a minha jaqueta, ele e os amigos foram pra trás, onde estava minha namorada e a amiga. Eram quatro caras, um deles deu um soco nela e a jogou na parede com tudo. E a nossa outra amiga, o garoto já chegou empurrando ela, batendo nela, também deu um soco nela e puxou o cabelo dela. Eles pegaram a bolsa da minha namorada, sacudiram para tirar tudo. E a minha amiga, quando o cara pegou ela pelo cabelo, apontou a arma na cabeça dela e mandou ela largar tudo Cristian, ao UOL O vascaíno desabafou sobre o trauma com o episódio. O UOL teve acesso ao boletim de ocorrência feito na delegacia que comprova o fato, mas não publicou para preservar a privacidade do jovem. A gente foi para a delegacia, fizemos o boletim de ocorrência, e depois a gente conseguiu pedir um Uber. Foi uma situação humilhante, pavorosa, terror. A gente não conseguiu dormir, ficava acordando se tremendo com aquela imagem horrível na mente. Foi pavoroso ver as pessoas passando do lado, encarando a gente, ninguém fazia nada, o pessoal parecia que estava com a galera lá que assaltou a gente. Um monte de criança olhando. Foi uma situação humilhante e pavorosa, não espero nunca mais viver isso Cristian, ao UOL 'Me dói no coração terem me tirado a chance de ver o Vasco' Com os celulares furtados, o casal também não conseguiu entrar no estádio, já que os ingressos eram via QR Code. Cristian é natural de Tocantins, uma pequena cidade de cerca de 16 mil habitantes na Zona da Mata de Minas Gerais. Continua após a publicidade Ele chegou na Argentina com 16 anos, estudou em um colégio público e dividiu uma residência com mais de 20 pessoas. O jovem conseguiu passar para uma faculdade de Medicina por lá, onde segue estudando. Paralelamente, trabalha como motoboy para se sustentar. Seu sonho agora é conseguir juntar dinheiro para estar no jogo da volta entre Vasco e Boca Juniors, na próxima terça-feira, inicialmente marcado para o Maracanã, no Rio de Janeiro. Me desolou não poder ver o Vasco depois de tantos anos. Uma vida toda esperando essa oportunidade. E é aquela coisa: a gente está vivo, com saúde, mas o que me dói não foi nem ter perdido o bem material, mas a oportunidade de ver o Vasco. A gente está com uma vaquinha porque meu sonho é ver o Vasco. Espero muito conseguir ir no Maracanã no jogo de volta para assistir. Me tiraram um bem material, mas o pior, para mim, o que me dói no coração é terem me tirado a oportunidade de ver o Vasco Cristian, ao UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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