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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: A matéria foca na declaração do técnico do Vasco sobre o gramado, justificando os erros do time. A análise do jogo e o tom geral são em relação ao desempenho do Vasco.

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Motivo: O Corinthians é mencionado como adversário e palco do jogo, mas o foco principal não recai sobre o time ou suas atuações, mas sim sobre a análise do gramado e sua influência no Vasco.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Vasco Corinthians Maracanã Copa do Brasil Neo Química Arena Fernando Diniz Rayan Coutinho

Conteúdo Original

Esporte 'É diferente': Diniz culpa gramado do Corinthians por erros do Vasco Do UOL, em São Paulo 18/12/2025 00h46 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Fernando Diniz deu uma declaração curiosa sobre o gramado da Neo Química Arena após o empate sem gols entre Corinthians e Vasco, na ida da final da Copa do Brasil. De acordo com o treinador, o campo é excelente, mas diferente. O que aconteceu O comandante do Cruz-maltino citou que o tempo de bola em Itaquera é diferente. Se fosse um gramado que os jogadores estivessem mais acostumados, o Vasco poderia ter saído com a vitória. O que mais prejudicou é que o campo do Corinthians é diferente. Diferente para conduzir, diferente para dominar. Muitos jogadores erraram passe e não estão acostumados. É um pouco parecido com o que acontece na grama sintética. O gramado é excelente, mas é diferente. Tem um tempo diferente nas bolas de mais precisão, para colocar os jogadores para finalizar Fernando Diniz, em entrevista coletiva Juca Kfouri A ironia cruel dos pênaltis perdidos PVC Fla valente, mas PSG é o primeiro francês campeão Josias de Souza Lula usa e abusa da máquina governamental Marco Antonio Sabino A maior lição para as empresas no caso da Enel "Eu acho que se a gente tivesse jogado num campo com a grama normal, que estamos mais acostumados, a gente tinha aproveitado melhor os contra-ataques e construções que conseguimos. O último passe não era capricho, mas por conta do campo. Não vi os jogadores ansiosos, estavam tranquilos", complementou. Classificação e jogos Copa do Brasil Perguntado sobre o jogo de volta no Maracanã, Diniz comentou que quer jogar mais no estádio, especialmente durante a reforma de São Januário. E voltou a falar do gramado. "Eu acho que o Maracanã não tem possibilidade de receber três times. Se pudéssemos jogar, seria um sonho para todo mundo. Particularmente, gosto do Maracanã. Acho que o gramado, desde que passei pelo Fluminense em 2019, em que acompanhei mais de perto o Maracanã até hoje, vive seu melhor momento. O Maracanã é muito bom para jogar. Aqui (na Neo Química) o gramado é muito bom, excelente, lembra gramados europeus", disse, antes de completar: "Mas tem um componente, um pouco de grama sintética, que é um campo diferente. É um campo em que a bola corre mais rápido, os jogadores escorregam mais. Você vê muitos jogos aqui sendo decididos porque o jogador escorregou, errou o timing da bola. Se a gente pudesse jogar no Maracanã com mais frequência, seria muito bom com a reforma de São Januário, mas não sei se isso é possível", finalizou. O jogo de volta da final da Copa do Brasil será disputado neste domingo, às 18h, no Maracanã. Veja outros pontos abordados por Diniz na coletiva Sobre o jogo "Merecemos vencer o jogo. Mas eu não tenho um sentimento de frustração e nem acho que foi um ótimo resultado, nem uma coisa nem outra. Eu acho que vai se decidir no Maracanã. O que fica pra mim é um sentimento bom do que o time fez. O time talvez tenha sido, defensivamente, a melhor partida do Vasco, sob o meu comando. O time foi muito obediente. Alguns jogadores de maneira especial, como o Coutinho e o Rayan, mais o Coutinho. Por característica, se sacrificaram muito pra que as coisas acontecessem do jeito que aconteceu. E, por um detalhe, a gente não conseguiu vencer. A gente teve oportunidades pra vencer o jogo, mas não tenho um sentimento de frustração. Tenho um sentimento, de fato, de satisfação pela entrega dos jogadores. Continua após a publicidade Relacionadas Filipe Luís evita cravar renovação e fala em luto após derrota do Flamengo Pênaltis não apagam atuação do Flamengo que colocou PSG 'no limite' Cansaço explica pênaltis perdidos do Flamengo? Colunistas debatem Acho que de fato marcamos bem. Os jogadores foram muito empenhados na marcação. Não oferecemos chances reais para o Corinthians. Quando tivemos a bola, podíamos circular melhor em alguns momentos e jogar melhor dentro da nossa característica. Isso aconteceu contra o Fluminense. Tivemos uma troca de bola mais acelerada, com mais velocidade e fluidez no ataque." Torcida do Vasco "A gente conta com a torcida. Sei que eles vão lotar o Maracanã e nos apoiar do começo ao fim. Esperamos de fato jogar juntos com o torcedor, corresponder às expectativas. Vamos nos entregar ao máximo para que os vascaínos consigam sorrir ao fim do jogo." Parte tática "Atribuo (falta de ataques do Corinthians) mais ao Vasco, com certeza. Time do Corinthians é muito criativo, que tem variação e jogadores que decidem o jogo em qualquer vacilo. Atribuo muito mesmo à maneira como o Vasco se portou em campo. O Corinthians é um time jogando aqui em Itaquera que consegue produzir muita coisa e a gente conseguiu neutralizar. No Maracanã é outro jogo, mas não acho que o Corinthians vai ter uma postura muito diferente. Não é um time que modifica muito do que faz em casa e fora." Desgaste "Não (mexer não) tem relação com o jogo contra o Atlético-MG. Em alguns momentos a gente substitui pensando no outro jogo. Se eu substituísse um jogador 15 minutos antes ia fazer muita diferença para o jogo de domingo? Isso que vai determinar? Aí você faz uma equação do que você vai arriscar. Ainda mais hoje um jogo de final de campeonato. O Nuno tem jogado constantemente, saído mais tardiamente e o desempenho físico está melhor nos últimos jogos. É uma equação que não fecha com uma lógica formal. Ninguém é obrigado a mexer no time, a gente mexe para melhorar. Eu poderia ter colocado alguns jogadores, mas você fica com receio. O time estava muito ajustado taticamente e a gente não teve quase tempo nenhum para treinar. Treinei para jogar de um jeito diferente a marcação. Então fica o receio de mexer e ter um desajuste porque não deu para dar a mesma carga de treino e informação para todo mundo. Minha ideia é mexer para no mínimo estabilizar ou melhorar. Essas partidas mais decisivas a gente poderia ter tirado jogadores antes, mas tinha disputa de pênaltis. Hoje, eu pensei em trocar mais cedo, mas na hora de pensar em todas essas coisas eu preferi não mexer." Coutinho "Desde que cheguei aqui tive uma conexão imediata com ele, no primeiro contato. Antes de treinar já criamos uma conexão muito forte. Ele tem me ajudado sistematicamente desde que cheguei aqui. Talvez o momento mais emblemático da temporada, nunca falei isso, mas depois do jogo do Santos o Coutinho teve uma luxação no ombro e tomou injeção para jogar por umas quatro partidas, tamanha era a vontade de ficar (em campo). Foi uma coisa que me marcou muito. Esse foi o grande momento do Philippe, para mim, desde que cheguei aqui. Todo mundo que tem problema no ombro sabe que é muito difícil. Ele não conseguia produzir o que poderia por conta do ombro. Mas ajudava em outros aspectos, de liderança, e, quando livre, também tecnicamente. Isso mostra o quão compenetrado e conectado está com o time. Acho que na minha carreira nunca aconteceu isso. Era uma lesão de fato para ele ficar com o departamento médico e se recuperar. Chega no final da temporada e ele tem um merecimento muito grande para que coisas grandes aconteçam com ele. Hoje, como foi contra o Fluminense, foi um jogador muito especial, muito criativo. É um privilégio muito grande e um presente para o Vasco e para o futebol brasileiro ter um jogador dessa categoria. Outro dado importante é que ele quase todos os jogos é um dos caras que mais corre somando as duas equipes. Não frequenta mais o DM, treina todos os dias, joga todas as partidas quase na totalidade, com ritmo, com intensidade, merece muita coisa boa." 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