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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo foca na inflação dos ingressos para jogos do Brasil, destacando a alta procura e os preços elevados, indicando uma cobertura direcionada ao interesse do torcedor brasileiro e à performance da seleção.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: O Haiti é mencionado como um adversário do Brasil, sem análises específicas sobre o desempenho ou a cobertura jornalística direcionada à equipe.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: A Escócia é citada como adversária do Brasil, com o foco nos preços dos ingressos, sem viés explícito para a equipe.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O México é mencionado como anfitrião e com os ingressos mais caros, mas sem um viés favorável ou contrário à equipe em si.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado em relação a lugares vazios em um jogo, sem análise de desempenho ou viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado em relação a lugares vazios em um jogo, sem análise de desempenho ou viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado em relação a lugares vazios e questionamentos à FIFA, sem análise de desempenho ou viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado em relação a lugares vazios em um jogo, sem análise de desempenho ou viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como adversário dos EUA, sem análise de desempenho ou viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

México Brasil Fifa Uruguai Austrália Arábia Saudita Gianni Infantino EUA Copa 2026 Haiti Escócia Coréia do Sul Chéquia

Conteúdo Original

Futebol Copa engrena, ingressos do Brasil inflacionam mais, e lugares vazios somem Rodrigo Mattos Do UOL em Miami 20/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Torcedores de Brasil e Haiti festejam juntos ao redor de estátua de Rocky, na Filadélfia, antes do jogo Imagem: Danilo Lavieri Antes de começar, a Copa 2026 vivia uma realidade de ingressos caros e alguns deles encalhados em sites de venda secundária. Tanto que houve lugares vazios em alguns jogos. Após oito dias, o Mundial tem ingressos ainda mais inflacionados e disputados em sites de revenda. E os estádios agora têm enchido quase que completamente, os espaços vazios rarearam ou sumiram. Os jogos do Brasil são um exemplo desta realidade. Para a partida do Haiti, os bilhetes eram vendidos no site da Fifa e em outros secundários poucas horas antes do jogo com valores mínimos entre US$ 1.600 (R$ 8.200) e US$ 1.700 (R$ 8.800). Casagrande Seleção não vai tão longe com essa bola jogada Milly Lacombe Brasil de Neymar precisa virar o Brasil de Endrick Janaína Figueiredo Colômbia de hoje é o Brasil de 2018, diz CEO da Atlas Julián Fuks Clarice Lispector quer calar o futebol Antes do Mundial, esses mesmos bilhetes custavam pouco menos de US$ 1.000. O mesmo movimento ocorreu com o jogo da seleção com a Escócia. O valor mínimo gira entre US$ 2.100 (R$ 10.800) e US$ 2.720 (R$ 13.900). Anteriormente ao Mundial, o valor era de 1.690. O site "Tickedata", que monitora os preços de todos os bilhetes, constatou que houve um crescimento de 77% nos preços nos últimos sete dias, isto é, desde o início da Copa. Dos jogos restantes da Copa, 38 dos 74 tiveram inflação acima de 75%. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês O preço médio para os futuros jogos gira em torno de US$ 1.500. Nas partidas já disputadas, essa média era de cerca da metade US$ 750. O Brasil é o segundo time com ingresso médio mais caro na Copa até agora. Fica atrás apenas do anfitrião México. Os jogos iniciais tiveram lugares vazios em Arábia Saudita x Uruguai, em Miami, e Coréia do Sul x Chéquia. Isso gerou questionamentos à Fifa sobre os preços cobrados pelo Mundial. Continua após a publicidade A Fifa multiplicou de dois a quatro vezes os valores em relação ao Qatar para os preços iniciais. Mas, com os valores dinâmicos permitidos nos EUA, os preços chegavam até a 22 vezes mais para um jogo do Brasil antes do Mundial. Agora, essa diferença é ainda maior. Como a Copa pegou nos EUA, México e Canadá, o presidente Gianni Infantino já fez até um post em redes sociais festejando o público de 1 milhão e o dia com maior público na história. Isso ocorreu após o sexto dia de competição. Mas havia jogos com até 1.700 ingressos disponíveis como Arábia Saudita x Uruguai. Além de questionamentos sobre o número divulgado da Fifa para a estreia do time coreano. Depois disso, no entanto, foram 10 jogos até a partida dos EUA x Austrália. Nesses dez jogos, só sobraram 2.054 ingressos considerando todas as partidas. E houve quatro jogos com todos os bilhetes vendidos. Ou seja, houve um crescimento do público, ainda que o preço tenha sido inflacionado. Com isso, a Fifa caminha para atingir a sua meta de arrecadação na casa de US$ 3 bilhões (R$ 15 bilhões) com receita de bilhetes. Serão seis vezes o valor ganho no Qatar. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Dores de Raphinha em músculo de três lesões fazem CBF reviver medo pré-Copa Vini Jr. e Paquetá repetem na seleção entrosamento que surgiu no Flamengo O que é misantropia? Entenda palavra enviada em falso alerta Endrick e Rayan fazem 1° jogo e igualam marca envolvendo Pelé na Copa Regra de operação do Campo de Marte veta reforma de prédio no centro de SP