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O Botafogo saiu de Belém com mais do que uma derrota por 2 a 1: diante do Remo, voltou a sofrer gols cedo nos dois tempos e, mesmo com Edenilson descontando no fim, não encontrou força para buscar o empate. Foi uma noite em que o sinal de alerta pareceu mais alto que qualquer reação em campo. [ , ] Tite pediu atenção: o Botafogo tem 39 pontos e ocupa a 11ª posição, mas a margem para a zona de rebaixamento não permite conforto. Nas seis partidas do treinador, foram quatro derrotas, um empate e uma vitória; a análise da atuação contra o Remo apontou falhas defensivas, pouca organização e um ataque sem respostas. [ , ] Entre os poucos lampejos, Edenilson voltou a marcar após seis meses, mas seu gol não mudou o desfecho nem apagou a cobrança por uma postura melhor. A próxima tentativa de reação será contra o Atlético-MG, no Nilton Santos, com a pressão da reta final do Brasileirão já instalada. [ , ] Fora de campo, conselheiros cobraram a presidência pelo desempenho, enquanto a reportagem relata que a demissão de Tite não está em debate neste momento. O clube tenta costurar união e confiança num ambiente descrito como instável — tarefa difícil quando os resultados seguem puxando para o lado oposto. [ ] O noticiário também voltou os olhos para a memória de Daniel Corrêa, revelado pelo Botafogo: oito anos após sua morte, uma reportagem ouviu familiares e relembrou a trajetória do jogador e a dor que permanece na família. [ ]