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Análise dos Times

Amazonas

Principal

Motivo: A matéria relata os fracassos e o rebaixamento do time de forma proeminente, embora reconheça a conquista estadual. O tom geral foca nos pontos negativos da temporada.

Viés da Menção (Score: -0.6)

Motivo: O Manaus é mencionado em confrontos diretos e como rival estadual, com o relato sendo objetivo sobre os resultados.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado em um jogo específico da Copa do Brasil, o relato foca no resultado da partida e nas reclamações de arbitragem.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado como adversário na Copa Verde, sem viés explícito na narrativa da partida.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Relembre a temporada 2025 do futebol amazonense O ano de 2025 foi um dos mais difíceis da ainda jovem história do Amazonas . Apesar da conquista do Campeonato Amazonense, o clube viveu uma temporada marcada por instabilidade técnica, planejamento inconsistente, alto número de contratações e um desempenho muito abaixo do esperado nas competições nacionais. As eliminações precoces na Copa do Brasil e na Copa Verde , ambas diante de adversários sem divisão nacional, e o rebaixamento na Série B expuseram problemas estruturais que acompanharam a equipe durante todo o ano. A temporada também ficou marcada por uma verdadeira dança das cadeiras no comando técnico. O Amazonas iniciou o ano com Aderbal Lana, passou por Eduardo Barros, Guilherme Alves e Márcio Zanardi, e terminou novamente sob a liderança de Lana, em uma tentativa derradeira de evitar a queda, que acabou não sendo suficiente. Panorama geral das competições disputadas em 2025 O Amazonas disputou quatro competições oficiais ao longo do ano e terminou a temporada com apenas um título e três grandes frustrações. No Campeonato Amazonense, conquistou o bicampeonato estadual. Já nas competições nacionais, o desempenho foi decepcionante, com eliminações ainda na primeira fase da Copa do Brasil e da Copa Verde e a queda para a Série C após campanha irregular na Série B. A soma desses resultados influenciou diretamente o planejamento do Amazonas para 2026, exigindo ajustes no calendário, na estrutura do elenco e nas estratégias esportivas e administrativas para a próxima temporada. 1 de 9 Torcedora do Amazonas lamenta situação do time no Z4 da Série B. — Foto: Luzimar Bessa / Rede Amazônica Torcedora do Amazonas lamenta situação do time no Z4 da Série B. — Foto: Luzimar Bessa / Rede Amazônica +Princesa do Solimões anuncia renovação e três reforços para o meio-campo Copa do Brasil: eliminação precoce, erro de arbitragem e prejuízo financeiro A estreia do Amazonas em 2025 ocorreu na Copa do Brasil, competição que representa uma das principais fontes de receita para clubes fora do eixo tradicional. Sob o comando de Aderbal Lana, o time enfrentou o Rio Branco VN em jogo único, fora de casa, no Espírito Santo. A partida foi marcada por um nível técnico baixo, com poucas chances criadas. O empate em 0 a 0 levou a decisão para os pênaltis. Nas cobranças, Gustavo Ermel acertou a trave, e o Amazonas foi eliminado logo na primeira fase, desperdiçando a oportunidade de avançar e garantir premiação milionária. 2 de 9 Rio Branco VN x Amazonas, pela Copa do Brasil 2025 — Foto: Vitor Jubini/A Gazeta Rio Branco VN x Amazonas, pela Copa do Brasil 2025 — Foto: Vitor Jubini/A Gazeta +Retrospectiva 2025: quedas, eliminações e poucos motivos para comemorar no futebol amazonense Após o jogo, dirigentes e comissão técnica reclamaram de um pênalti não marcado durante o tempo normal. Dias depois, a comissão de arbitragem da CBF confirmou o erro do árbitro José Magno Teixeira do Nascimento, do Rio Grande do Norte. O reconhecimento, porém, teve apenas caráter protocolar e não reverteu a eliminação, deixando um sentimento de injustiça e frustração no elenco e na torcida. Amazonas reclama de pênalti não marcado na Copa do Brasil +Comissão da CBF reconhece erro em pênalti não marcado para o Amazonas contra o Rio Branco VN Copa Verde: favoritismo frustrado e nova queda para adversário sem divisão Disputada paralelamente ao Campeonato Amazonense e à Copa do Brasil, a Copa Verde representava uma grande oportunidade esportiva para o Amazonas. O clube era tratado internamente como um dos favoritos ao título e sonhava em conquistar uma taça inédita para o futebol amazonense. No entanto, o desempenho esteve longe das expectativas. No jogo de ida da primeira fase, fora de casa, o Amazonas foi derrotado por 2 a 0 pelo São Raimundo-RR, equipe sem divisão nacional. O resultado aumentou a pressão sobre Aderbal Lana, que deixou o comando dias antes do jogo de volta. +Técnico mais velho do Brasil deixa o cargo e assume coordenação técnica de clube da Série B Eduardo Barros, ex-auxiliar de Fernando Diniz no Fluminense, assumiu a equipe com a missão de reverter o placar. Precisando vencer por três gols de diferença, o Amazonas apresentou um futebol apático, com pouca criatividade e baixo poder ofensivo. O empate em 0 a 0, em Manaus, selou mais uma eliminação precoce e ampliou a crise ainda no primeiro trimestre do ano. Amazonas empata e é eliminado na Copa Verde +"Vai e vem" do Amazonense: confira contratações e elencos dos clubes para 2026 Campeonato Amazonense: foco total após fracassos nacionais Com o acúmulo de frustrações nas competições nacionais, o Campeonato Amazonense passou a ser tratado como prioridade absoluta. O Amazonas entrou no Estadual como um dos principais favoritos, sobretudo por ser o único representante do estado na Série B do Brasileiro. O elenco reunia nomes experientes e investimentos acima da média local. Henrique Almeida, com passagens por São Paulo, Botafogo, Real Madrid e Seleção Brasileira, era visto como uma das principais apostas ofensivas. No entanto, o atacante não conseguiu engrenar no primeiro semestre, assim como o futebol coletivo da equipe, que oscilava rodada após rodada. 3 de 9 Henrique Almeida, Amazonas — Foto: João Normando/Amazonas FC Henrique Almeida, Amazonas — Foto: João Normando/Amazonas FC +Tabela Amazonense 2026 Primeiro turno do Estadual: vitórias protocolares e decisões nos pênaltis No primeiro turno, o Amazonas venceu adversários considerados tecnicamente inferiores, como Sete, Parintins e Princesa do Solimões. Nos confrontos mais exigentes, porém, encontrou dificuldades. O empate com o Manaus, principal rival, evidenciou a falta de superioridade técnica esperada. 4 de 9 Manaus x Amazonas Campeonato Amazonense 2025 — Foto: João Normando/Amazonas FC Manaus x Amazonas Campeonato Amazonense 2025 — Foto: João Normando/Amazonas FC +Princesa do Solimões reage à investida do São Raimundo e mantém Thiago Spice Na semifinal do turno, o duelo contra o Manauara foi equilibrado e decidido apenas nos pênaltis, com classificação aurinegra. Na final do turno, novo empate, desta vez por 2 a 2 contra o Manaus, e mais uma decisão por penalidades. O Amazonas levou a melhor e garantiu o título do turno, além da vaga antecipada na final geral. Amazonas supera o Manaus nos pênaltis e é campeão do 1º turno do Amazonense +Amazonas define "presentes" de Natal; veja quem são os reforços contratados pela Onça para 2026 Segundo turno irregular e classificação sem convencer O segundo turno foi marcado por queda de rendimento. O Amazonas enfrentou logo nas primeiras rodadas Nacional e Manauara e acabou derrotado em ambos os confrontos. A única vitória ocorreu diante do São Raimundo, já eliminado, resultado suficiente apenas para levar a equipe aos playoffs. Nos playoffs, o confronto contra o Parintins expôs novamente a fragilidade do time. Derrota por 2 a 1 e eliminação, deixando o Amazonas na condição de espectador até a definição do adversário da final geral. Parintins elimina o Amazonas no Barezão +Amazonas cresce no ranking da CBF, entra no top-40 e segue como melhor do estado Final do Amazonense: sofrimento, gol no fim e título sob desconfiança Na decisão do Campeonato Amazonense, o Amazonas voltou a apresentar dificuldades. Abriu o placar com Varanda, mas viu o Nacional empatar ainda no primeiro tempo. Na etapa final, o time teve dificuldades para controlar o jogo e sofreu pressão. Quando a decisão parecia caminhar para mais uma disputa por pênaltis, Diego Zabala apareceu nos minutos finais e marcou o gol do título, garantindo o bicampeonato estadual. Apesar da conquista, o clima entre os torcedores era de desconfiança, reflexo do desempenho pouco convincente ao longo de toda a competição. 5 de 9 Nacional x Amazonas — Foto: João Normando/Amazonas FC Nacional x Amazonas — Foto: João Normando/Amazonas FC +Amazonas conquista o Barezão pela segunda vez e sobe na lista de campeões; Veja lista Saída de Sassá encerra ciclo simbólico no clube Em meio à temporada instável, o Amazonas perdeu um de seus principais símbolos recentes. Sassá, artilheiro da Série C de 2023 com 18 gols e autor do gol do título daquela campanha histórica, deixou o clube em maio para acertar com o Criciúma. Com 29 gols em três temporadas, Sassá saiu como o maior artilheiro da história do Amazonas. Sua saída representou não apenas uma perda técnica, mas também o fim de um ciclo vencedor iniciado com o acesso à Série B. Sassá se despede do Amazonas após três temporadas +Após deixar o Amazonas, Henrique Almeida é anunciado pelo Gama para a temporada 2026 Série B: início ruim, pouca reação e queda anunciada O início do Amazonas na Série B foi preocupante. A equipe passou oito rodadas sem vencer, acumulando quatro derrotas e quatro empates. A pressão sobre comissão técnica e elenco aumentou, e a primeira vitória só veio após um mês e meio, no triunfo por 2 a 0 sobre o Operário, no estádio Carlos Zamith. Mesmo com a vitória, o desempenho seguia abaixo do esperado. A Série B de 2025 apresentou nível técnico irregular, mas o Amazonas não conseguiu se aproveitar disso. Desde cedo, ficou claro que a briga seria pela permanência, e não pelo acesso. 6 de 9 Joaquín Torres - Amazonas — Foto: André Martins Joaquín Torres - Amazonas — Foto: André Martins +Amazonas Campanha fraca, números negativos e desempenho fora de casa Ao fim das 38 rodadas, o Amazonas somou apenas oito vitórias, 12 empates e 17 derrotas, encerrando a Série B com 36 pontos e na 18ª colocação. O desempenho foi significativamente inferior ao de 2024, quando o clube terminou em 11º lugar, com 52 pontos. A defesa foi a segunda mais vazada da competição, ficando atrás apenas do Volta Redonda. Outro dado preocupante foi o desempenho fora de casa. O Amazonas conquistou apenas uma vitória como visitante e não conseguiu, em nenhuma ocasião, engatar duas vitórias consecutivas no campeonato. Amazonas empata e está rebaixado para Série C +William Menezes elogia elenco do Manaus e mira título do primeiro turno: "Grupo é bom e bem mesclado" Trocas constantes no comando técnico ao longo da Série B Aderbal Lana iniciou o ano e deixou o cargo após a eliminação na Copa do Brasil. Eduardo Barros assumiu, conquistou o Estadual, mas foi demitido após três jogos na Série B, com duas derrotas e um empate. Guilherme Alves chegou como aposta da diretoria, mas sua passagem foi marcada por irregularidade. Em 11 partidas, somou três vitórias, quatro empates e quatro derrotas. Nos bastidores, havia a avaliação de que o trabalho não trouxe evolução significativa. Amazonas FC trocou de técnico três vezes no ano +Jogadores da base integram elenco do Amazonas em pré-temporada no CT do Retrô Márcio Zanardi assumiu com a competição em andamento, conseguiu melhorar o desempenho coletivo e recuperar jogadores como Henrique Almeida, Rafael Tavares e Kevin Ramírez. Ainda assim, a falta de peças de qualidade limitou a reação. Foram 19 jogos, com quatro vitórias, seis empates e nove derrotas. Nas rodadas finais, com o rebaixamento próximo, Aderbal Lana voltou ao comando. A vitória sobre o Cuiabá reacendeu a esperança, mas a derrota seguinte para o Botafogo praticamente selou o destino. O empate fora de casa com o Paysandu confirmou a queda, e a derrota para o Coritiba na última rodada fechou a campanha com o adversário comemorando o título em Manaus. 7 de 9 Lana, Eduardo Barros, Guilherme Alves e Zanardi foram todos os treinadores que passaram pela Onça em 2025. — Foto: João Normando / AMFC Lana, Eduardo Barros, Guilherme Alves e Zanardi foram todos os treinadores que passaram pela Onça em 2025. — Foto: João Normando / AMFC +Princesa oficializa cinco atacantes, incluindo Dedê e Levy ex-Manaus Venda de SAF, demissões e impacto estrutural Fora de campo, o Amazonas vendeu 45 por cento de sua SAF para um grupo de investidores americanos. Durante a Série B, o clube promoveu uma série de demissões, incluindo o executivo de futebol PC Gusmão, o auxiliar permanente Ibson Silva, o preparador físico André Ferreira e o CEO Roberto Peggy. As saídas foram justificadas como cortes de gastos, mas ocorreram em um momento delicado da temporada e afetaram a estrutura administrativa e esportiva do clube. Novo dono: Amazonas anuncia venda da SAF +Ex-Manaus, Renan chega ao Nacional e cita a "lei do ex" como motivação: "Quero fazer gol contra eles" Elenco inchado, excesso de contratações e falta de qualidade O Amazonas utilizou 79 jogadores ao longo da temporada. Muitos atletas tiveram poucas oportunidades e pouco impacto, como Digão, Riza Durmizi, Santiago Vieira, Nicolás Linares, Kiko, Vagner Dias e Gabriel Novaes. Ao fim da Série B, apenas 22 jogadores eram opções frequentes. O excesso de contratações prejudicou o entrosamento e evidenciou a carência de qualidade técnica em posições-chave. 8 de 9 Elenco Amazonas vai iniciar pré-temporada. — Foto: João Normando/AMFC Elenco Amazonas vai iniciar pré-temporada. — Foto: João Normando/AMFC +Larry Vásquez deixa o Amazonas e acerta com clube colombiano Estrangeiros: estratégia ousada, retorno limitado e muitas frustrações O Amazonas apostou fortemente no mercado internacional em 2025 e terminou a Série B como o clube com maior número de estrangeiros na competição. Ao todo, 19 atletas de nove nacionalidades diferentes passaram pelo elenco ao longo da temporada, superando inclusive clubes tradicionais do futebol brasileiro. Apesar do volume, o retorno técnico foi limitado. Entre as contratações mais chamativas esteve o francês Yaya Sanogo, ex-Arsenal, que permaneceu apenas três meses no clube e não chegou a estrear. Outros nomes chegaram com expectativa, mas não conseguiram se firmar, como o lateral-direito Akapo, que sofreu com lesões, e o dinamarquês Riza Durmizi, que teve poucas oportunidades e baixo rendimento. Entre os estrangeiros mais utilizados, Larry Vásquez foi o que mais entrou em campo, seguido por Castrillón, Alvariño e Diego Zabala. Este último marcou o gol decisivo do título estadual, mas não conseguiu manter regularidade física e técnica ao longo da temporada. 9 de 9 Arte Estrangeiros no Amazonas — Foto: Celso Costa Arte Estrangeiros no Amazonas — Foto: Celso Costa +Após deixar o Amazonas, Henrique Almeida é anunciado pelo Gama para a temporada 2026 Kevin Ramírez: exceção em meio ao fracasso coletivo Em um cenário de pouco retorno das contratações internacionais, Kevin Ramírez foi a grande exceção. O atacante chegou durante o Campeonato Amazonense, teve poucas oportunidades inicialmente, mas passou a ganhar espaço a partir da 13ª rodada da Série B. A partir daí, viveu sua melhor fase na temporada. Kevin assumiu protagonismo no ataque, marcou 10 gols na Série B e terminou como artilheiro do Amazonas na competição, apenas cinco gols atrás de Pedro Rocha, do Remo, artilheiro geral do campeonato. O bom desempenho chamou a atenção do mercado. Antes mesmo do fim da Série B, o atacante recebeu propostas e acertou sua transferência para o Atlético-GO, encerrando sua passagem como o principal destaque individual do Amazonas em um ano marcado por frustrações coletivas. Uruguaio Kevin Ramírez é um dos destaques do Amazonas