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Esporte Organizada do Palmeiras protesta e pede saída de Anderson Barros: "Mudança já" 04/02/2026 21h26 Deixe seu comentário Os torcedores do Palmeiras estão insatisfeitos com o momento do clube. Nesta quarta-feira, a Mancha Verde, principal organizada do clube, pediu a saída do diretor de futebol Anderson Barros em um comunicado nas redes sociais. "Em qualquer empresa séria, os três (Leila, Abel e Barros) já estariam sendo responsabilizados por incompetência administrativa e por prejuízo esportivo. E aqui não deveria ser diferente. Mas toda mudança começa por alguém. E, neste momento, o diretor de futebol se tornou o símbolo máximo do fracasso do planejamento esportivo. Juca Kfouri A Nação não aprendeu com a Fiel e vaiou o Flamengo Casagrande Torcida perde a paciência com o futebol chato do Fla Josias de Souza Pesquisa sinaliza desejo de mudança do eleitorado Sakamoto É ano eleitoral e o fim da escala 6x1 vem aí Um planejamento que enfraquece o elenco, atrasa decisões, empurra soluções, insiste no erro e faz o Palmeiras perder tempo ? e tempo no futebol não volta. Por isso, a torcida aponta o caminho, de forma clara e definitiva: FORA BARROS", diz trecho do comunicado. Antes da bola rolar para o jogo contra o Vitória, palmeirenses penduraram uma faixa em frente à Arena Crefisa Barueri reforçando o pedido. Após anunciar a escalação do time, torcedores do setor da organizada protestaram: " Barros, c..., para fora do Verdão". O Palmeiras terminou a última temporada sem títulos depois de investir cerca de R$ 700 milhões para reforçar o elenco. Dois dos contratados no último ano já não fazem parte do elenco: Micael e Facundo Torres. Além deles, o clube se despediu de outros jogadores como Aníbal Moreno, Raphael Veiga e Weverton. Apesar das cinco saídas, o clube anunciou apenas um reforço até o momento : o volante Marlon Freitas . No último domingo, após a derrota por 1 a 0 para o Botafogo-SP, pelo Campeonato Paulista, o técnico Abel Ferreira cobrou reposições para seu elenco. Continua após a publicidade Continua após a publicidade Ver esta publicação no Instagram Continua após a publicidade Continua após a publicidade Continua após a publicidade Continua após a publicidade Uma publicação partilhada por Mancha Alvi Verde (@manchaverdetorcida) Continua após a publicidade Mercado da bola do Palmeiras A janela de transferências está aberta desde janeiro e fecha no dia 3 de março. A diretoria trabalha para atender os pedidos do treinador e deixar o elenco mais competitivo. Nos últimos dias, o Palmeiras intensificou a negociação pelo meia-atacante Jhon Arias , do Wolverhampton, e, após realizar proposta, aguarda resposta do jogador. O clube também tentou a contratação do zagueiro Nino, do Zenit, mas viu o clube russo barrar sua saída neste momento. Situação do Palmeiras na temporada O Palmeiras é o segundo colocado do Campeonato Paulista com 12 pontos conquistados. São quatro vitórias e duas derrotas. No Campeonato Brasileiro, estreou com empate diante do Atlético-MG e começou a rodada em segundo lugar. A equipe alviverde entra em campo nesta quarta-feira para enfrentar o Vitória pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. A bola rola às 21h30 (de Brasília), na Arena Crefisa Barueri. Continua após a publicidade Veja a nota da Mancha Verde: "MUDANÇA JÁ Em qualquer empresa, em qualquer setor da vida, a lógica é simples e imutável: quando não há resultado, quando há prejuízo, a cobrança recai sobre a liderança. Isso não é perseguição. Isso é responsabilidade. E quando a liderança falha repetidamente, a consequência é uma só: mudança. É assim no trabalho, é assim na vida. Continua após a publicidade E no futebol não pode ? e não vai ? ser diferente. O Palmeiras vem sendo administrado de forma equivocada há tempo demais, e isso já se reflete dentro de campo: nos resultados, no planejamento, nas escolhas e, principalmente, no futuro do clube. O problema não é pontual. O problema é estrutural. E diante desse cenário, é impossível fugir dos responsáveis. Hoje existem três pilares centrais que sustentam esse projeto, e os três precisam ser cobrados com firmeza, sem rodeios e sem blindagem. O primeiro pilar é a presidente. Continua após a publicidade Ela é quem detém o poder de decisão, quem define o rumo do clube e quem libera os recursos financeiros. E o que muitos esperavam dela, diante do tamanho do estrago e da perda de rumo, era um gesto mínimo de grandeza: renúncia. Mas sabemos que isso não vai acontecer. O ego e o orgulho não permitem. Só que o tempo está acabando. Ela tem dias contados. Continua após a publicidade O final de 2027 já aparece, até lá, o Palmeiras não pode continuar refém de um comando que insiste em errar e se recusa a reconhecer a própria responsabilidade. O segundo pilar é o diretor de futebol. Esse não tem mais discussão. Não tem mais debate. Não tem mais justificativa. Ele é o principal símbolo do fracasso do planejamento esportivo. Contratações erradas, apostas repetidas, decisões tardias, elenco enfraquecido e um Palmeiras cada vez mais distante do tamanho que deveria ter. Isso não é acaso. Isso é incompetência. Continua após a publicidade E incompetência em clube gigante tem um nome: demissão. O terceiro pilar é o treinador. E aqui também precisa ficar claro: ninguém apaga a história que ele construiu. Se tiver que sair, vai sair estando na história. Mas acabou o crédito. O saldo positivo já foi gasto. Continua após a publicidade Desde que assinou pré-contrato, o que se vê é um treinador cada vez mais distante, mais acomodado, mais preocupado em explicar do que em resolver. O discurso virou desculpa. E a responsabilidade virou sempre "dos outros". O Palmeiras não pode ser refém de ninguém. Muito menos de alguém que parece não ter mais tesão, não ter mais fome e não ter mais energia para fazer aquilo que é muito bem remunerado. Diante disso, não existe mais espaço para discursos contraditórios ou para empurrar responsabilidades de um lado para o outro. Ou existe sintonia e comando entre esses três, ou o Palmeiras está sendo conduzido de forma irresponsável, amadora e prejudicial. A torcida não aceita mais improviso. A torcida não aceita mais passividade. Continua após a publicidade A torcida não aceita mais decisões pequenas para um clube gigante. Chega de tratar o Palmeiras como se fosse um clube médio, que precisa "se contentar" em disputar. O Palmeiras tem história, tem estrutura, tem torcida, tem CT, tem receita, tem força e tem obrigação de ser protagonista. O Palmeiras não pode viver de desculpas. O Palmeiras não pode viver de promessas. O Palmeiras não pode viver de planejamento que nunca se cumpre. Continua após a publicidade Em qualquer empresa séria, os três já estariam sendo responsabilizados por incompetência administrativa e por prejuízo esportivo. E aqui não deveria ser diferente. Mas toda mudança começa por alguém. E, neste momento, o diretor de futebol se tornou o símbolo máximo do fracasso do planejamento esportivo. Um planejamento que enfraquece o elenco, atrasa decisões, empurra soluções, insiste no erro e faz o Palmeiras perder tempo ? e tempo no futebol não volta. O Palmeiras não é laboratório. Continua após a publicidade O Palmeiras não é lugar de teimosia. O Palmeiras não é lugar de comodismo. Por isso, a torcida aponta o caminho, de forma clara e definitiva: FORA BARROS. O Palmeiras é maior do que qualquer nome, qualquer cargo e qualquer idolatria. MUDANÇA JÁ. Pelo Palmeiras. Pela sua história. Pela sua torcida". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Sem Neymar, Santos empata com São Paulo na Vila sob protestos da torcida Grêmio vira sobre Botafogo e vence jogo de 8 gols com show de centroavante El Cid: Chefe do PCC suspeito de planejar sequestro de Moro é preso no CE Palmeiras cala protestos, faz 5 no Vitória e respira antes do Dérbi Assista ao golaço de Endrick, herói do Lyon em vitória na Copa da França