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Futebol Deputado dos EUA cobra da Fifa registros de contatos com Trump Do UOL, em São Paulo 28/07/2026 10h58 Atualizada em 28/07/2026 12h37 Deixe seu comentário Gianni Infantino, presidente da Fifa, junto com Donald Trump, presidente dos EUA Imagem: Jonathan Moscrop/Getty Images Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Um deputado democrata dos EUA pediu que a Fifa entregue registros de contatos com Donald Trump e sua equipe, segundo informações do The Athletic, braço esportivo do New York Times. O que aconteceu O deputado Jamie Raskin enviou uma carta ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, cobrando explicações sobre a relação da entidade com o governo americano. Ele estabeleceu o prazo de 9 de agosto de 2026 para o envio dos documentos, que incluem comunicações com Trump, sua equipe e a Trump Organization. Raskin exige uma lista de presentes e qualquer item de valor entregue ao presidente ou a pessoas ligadas ao governo. A solicitação abrange transferências de dinheiro, prêmios, condecorações, aparições públicas e registros de visitantes nos escritórios da Fifa em Miami e Nova York. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo O parlamentar alertou a entidade para preservar mensagens em aplicativos como WhatsApp, Signal e Telegram. O deputado também solicitou que Infantino preste depoimento gravado e transcrito ao Comitê Judiciário da Câmara dos EUA. A investigação quer apurar se o apoio logístico e de segurança para a Copa do Mundo de 2026 ultrapassou limites institucionais. Raskin questiona se a aproximação entre a Fifa e a gestão de Trump envolveu benefícios indevidos. Procurada pelo UOL, a Fifa não comentou os pedidos do parlamentar. O espaço segue aberto para manifestações. Suspeitas de privilégios e interferência A Fifa é acusada de criar prêmios e mudar eventos para agradar o presidente americano. Segundo o deputado, Infantino entregou a Trump um inédito "Prêmio da Paz da Fifa" e alterou o local do sorteio do Mundial de Las Vegas para Washington. A entidade alugou um andar na Trump Tower em Nova York por uma quantia milionária. Informações apontam que o aluguel custaria US$ 600 mil (R$ 3,3 milhões) por ano, embora a Fifa declare pagar valor de mercado. Continua após a publicidade O deputado citou uma polêmica ligação de Trump que tentou reverter a suspensão do jogador Folarin Balogun na Copa. A Fifa liberou o atleta em seguida, alegando que tomou a decisão de forma autônoma. Raskin também sugeriu que o Departamento de Justiça arquivou investigações de corrupção para favorecer a Fifa. Ele acusa o governo de abandonar de forma misteriosa um processo contra executivos de mídia após a reeleição de Trump. A reação da Casa Branca A Presidência dos EUA atacou duramente o deputado e defendeu a liderança de Trump na organização do Mundial. O porta-voz Davis Ingle classificou Raskin como "a ideia de uma pessoa estúpida sobre alguém inteligente". A gestão de Trump afirmou que o torneio gerou bilhões de dólares e foi um sucesso histórico. "Graças à sua visão e liderança, a Copa do Mundo criou um enorme impulso econômico e entregou uma experiência segura", declarou o porta-voz. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Gretchen defende novo nariz de Simone após críticas: ?Está lindo? TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos Flávio diz que aumento de Lula no Bolsa Família é 'comprar voto' dos pobres Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso